100 Fatos e Uma Mentira Sobre as Raças

RESUMO DAS RAÇAS NEGROIDE E CAUCASOIDE. SÓ FATOS!

rome africa
*ALGUMAS VERDADES
No texto abaixo se encontram 100 fatos, a vasta maioria deles podendo ser facilmente verificada em um conjunto de enciclopédias, almanaques, textos de psicologia, e outros materiais de referência comumente achados em qualquer biblioteca públicos.

A MENTIRA
Inteligentemente escondida dentro desses cem fatos, para incentivar a leitura, está escondida uma mentira. Não é uma mentira vinda de um erro estatístico ou de um erro gramatical, mas uma falsidade ridícula, que é tão absurda a ponto de chocar o leitor como um insulto à inteligência humana, e ao mesmo tempo tão mortalmente maligna que se permitíssemos que ela ficasse sem resposta seu custo final seria incalculável. Eu sinceramente declaro que minhas motivações não são de insultos ou de ódio, mas de profundo amor pela humanidade e verdadeira preocupação pelas suas gerações futuras. Meu propósito não é enganar, mas sim esclarecer, e espero que este trabalho o ajude a refletir e re-examinar seus pontos de vista sobre raça.

FATO Nº 1: A raça branca atravessou oceanos, navegou rios, escalou montanhas, cultivou desertos e colonizou os mais improdutivos campos gelados. Ela foi a responsável pela invenção da prensa de impressão, distribuição da eletricidade, vôos, foguetes, astronomia, o telescópio, viagens espaciais, armas de fogo, o transistor, o rádio, a televisão, o telefone, a lâmpada elétrica, a fotografia, o cinema, o fonógrafo, a bateria elétrica, os automóveis, as máquinas à vapor, o transporte rodoviário, o microscópio, os computadores, e milhões de outros milagres tecnológicos. Ela descobriu inumeráveis avanços médicos, incríveis aplicações, progressos científicos, etc. Seus membros incluíram nomes como Sócrates, Aristóteles, Platão, Homero, Tácito, Júlio César, Napoleão, William o Conquistador, Marco Polo, Washington, Jefferson, Hitler, Bach, Beethoven, Mozart, Magalhães, Colombo, Cabot, Thomas Edison, Graham Bell, Pasteur, Leeuwenhoek, Mendel, Darwin, Newton, Galileu, Watt, Ford, Lutero, Da Vinci, Poe, Tennyson e milhares e milhares de outros notáveis indivíduos.

FATO Nº 2: Através de 6000 anos de história registrada, o negro africano não inventou nada. Nem uma língua escrita, roupas tecidas, um calendário, um arado, uma estrada, uma ponte, uma ferrovia, um navio, um sistema de medidas, ou sequer a roda. (Nota: isto se refere ao negro puro). Ele sequer cultivou uma simples colheita ou domesticou um único animal para seu próprio uso (apesar de muitos animais fortes e dóceis existirem em quantidade ao seu redor). Seu único meio de transporte de bens era o alto de sua cabeça dura e encarapinhada. Para abrigar-se, ele nunca progrediu além da choça de lama, uma construção que um castor ou lontra é também capaz de realizar.

INTELIGÊNCIA
FATO Nº3: O Q.I. dos negros norte-americanos está entre 15 e 29 pontos, em média, abaixo do Q.I. dos brancos norte-americanos.

FATO Nº4: Estas diferenças Negras/Brancas têm sido demonstradas repetidamente por todos os testes já realizados, por cada departamento militar dos Estados Unidos, cada estado, cada município e cada escola, pelo Departamento de Educação Norte-Americano, etc. A mesma taxa de diferença tem se mantida verdadeira por mais de 40 anos.

FATO Nº5: Com uma média de Q.I. de 85, somente 16% dos negros chegam a pontuar 100, enquanto que metade da população branca consegue. A sobreposição negra da média de Q.I. branca varia de 10 a 25 por cento — a igualdade requer 50 por cento.

FATO Nº 6: Negros são 6 vezes mais prováveis de ter um Q.I. entre 50 e 70, o que coloca-os na categoria de aprendizagem lenta (retardados), enquanto brancos são dez vezes mais prováveis de pontuarem 130 ou mais.

FATO Nº 7: O exame do governo Norte-Americano “PACE” (Marcha), procedido em 100.000 graduados universitários que se candidatam a empregos profissionais ou administrativos no serviço civil todos os anos, consegue ser realizado com uma pontuação de 70 ou acima por 58% dos brancos que o realizam, mas somente por 12% dos negros. Entre aqueles que obtém maior pontuação, a diferença entre negros e brancos é ainda mais chocante: 16% dos candidatos brancos pontuam 90 ou acima, enquanto somente um quinto de um por cento (0,20%) dos candidatos negros pontuam 90 ou acima — uma diferença de 80 para 1 de sucesso branco/negro.

FATO Nº 8: As diferenças entre crianças negras e brancas aumentam com a idade cronológica, sendo que o vão em performance atinge o maior tamanho no período do colegial e na faculdade.

FATO Nº 9: As diferenças em Q.I. entre brancos e negros são constantemente desculpadas como resultado de variações ambientais, mas no mínimo cinco estudos que tentaram equacionar históricos sócio-econômicos das duas raças indicaram nenhuma mudança significativa nos resultados relativos. À medida que o ambiente melhora, os resultados dos negros também melhoram, mas também melhoram os resultados dos brancos. O vão não é diminuído.

De fato, vastas pesquisas pelo Dr. G.J. McGurk, professor associado da Universidade de Psicologia de Villanove, revelam que o vão de inteligência entre negros e brancos AUMENTA onde os níveis sócio-econômicos de ambas as raças são elevados para à classe média.

FATO Nº 10: Em 1915, o Dr. G.W. Ferguson selecionou 1000 crianças estudantes na Virgínia, dividiu-as em 5 categorias raciais, e testou-as com relação às suas aptidões mentais. Em média, negros puros-sangues pontuaram 69,2% tão alto quanto brancos. Crianças três quartos negras pontuaram 73,0% tão alto quanto os brancos. Crianças metade negras pontuaram 81,2% tão alto quanto os brancos. Crianças um quarto negras pontuaram 91,8% da pontuação média branca. Todos esses negros viviam e eram considerados por si próprios como “negros”. Seus ambientes e “vantagens” ou desvantagens eram exatamente os mesmos

FATO Nº 11: Resultados do teste Beta do Exército Norte-Americano ministrado a mais de 386.000 soldados analfabetos na Primeira Guerra Mundial mostraram que os candidatos negros eram “inferiores aos brancos em todos os tipos de testes usados no Exército”. Adicionalmente, testes foram conduzidos em negros puros, mulatos e quadroons (um quarto negro). Foi descoberto que “os grupos mais claros obtinham as melhores pontuações”.

FATO Nº 12: Estudos conduzidos com gêmeos idênticos criados separados em ambientes radicalmente fornecem evidências conclusivas de que a influência geral da hereditariedade ultrapassa a do ambiente em uma proporção de 3 para 1.

FATO Nº 13: Mesmo quando negros e brancos têm os mesmos antecedentes, em termos de renda familiar e vantagens durante a infância, os negros ainda assim têm pontuações médias de Q.I. de 12 a 15 pontos abaixo dos brancos comparados. Isto inclui casos onde crianças negras foram adotadas por pais brancos. Seus Q.I.s podem ser melhorados pelo ambiente, mas eles ainda são bem mais próximos dos Q.I.s dos seus pais biológicos do que de seus pais adotivos.
FATO Nº 14: Ideólogos igualitários freqüentemente desprezam os resultados de testes de Q.I. com a desculpa de que eles seriam culturalmente tendenciosos. No entanto, NINGUÉM, nem a NAACP ou o Fundo Universitário dos Negros Unidos (United Negro College Fund), nem a NEA foi capaz de desenvolver um teste de inteligência que mostrasse negros e brancos pontuando igualmente.

FATO Nº 15: Índios norte-americanos, que freqüentemente vivem em condições muito piores do que os negros norte- americanos durante suas vidas inteiras, ainda assim consistentemente pontuam acima deles nos testes de Q.I.

FATO Nº 16: Os descendentes de casamentos inter-raciais tendem a ter Q.I.s menores do que o do genitor (pai ou mãe) branco

O CÉREBRO DO NEGRO

FATO Nº 17: Numerosos estudos foram feitos comparando os pesos dos cérebros branco e negro, com resultados que chegam a um número entre 8 e 12 por cento a menos em peso para o cérebro negro. Tais estudos foram conduzidos por Bean, Pearl, Vint, Tilney, Gordon, Todd, e outros.

FATO Nº 18: Acrescentando à diferença em peso cerebral, o cérebro negro cresce menos depois da puberdade do que o cérebro branco. Apesar de que o cérebro do negro e seu sistema nervoso atingem a maturidade mais rapidamente do que o do branco, seu desenvolvimento pára numa idade anterior, o que limita avanços intelectuais posteriores.

FATO Nº 19: A espessura da camada supragranular (a camada externa) do cérebro do negro é cerca de 15 por cento mais fina, e suas circunvoluções são em menor número e mais simples, em média do que as do cérebro branco.

FATO Nº 20: Os lobos frontais do cérebro do negro responsáveis pelo raciocínio conceptual abstrato são menores relativos ao tamanho cerebral, com menos fissuras e menos complexos do que os do cérebro branco.

ANTROPOLOGIA
FATO Nº 21: O nome Homo Sapiens foi primeiramente usado pelo botânico sueco Carolus Linnaeus, no século 18. A palavra “sapiens” significa “sábio”. O nome foi originalmente usado para se referir ao homem branco e ser sinônimo de “europaeus” (europeu). Como resultado, muitos taxonomistas e geneticistas acreditavam que os negros e outras raças deveriam ser classificados como espécies diferentes. De fato, Darwin declarou no livro “The Descent of Man” que as variedades da humanidade eram tão diferentes entre si que diferenças similares achadas em qualquer outro animal garantiriam a sua classificação em diferentes espécies, se não até mesmo em diferentes gêneros.

FATO Nº 22: Para seu monumental trabalho, A Origem das Raças, o Professor Carleton Coon, presidente da Associação Norte-Americana de Antropólogos Físicos e um dos maiores geneticistas mundialmente, coletou maciças evidências da geografia, anatomia, genética, fisiologia, dentição comparativa, lingüística, arqueologia e registros fósseis de mais de 300 sítios arqueológicos de ossos para verificar sua teoria do surgimento das diferenças raciais anteriores ao Homo sapiens. Em outras palavras, o Homo erectus era dividido em raças antes mesmo da evolução para o estágio de Homo sapiens.

FATO Nº 23: De acordo com o Dr. Coon, enquanto as sub-espécies caucasóides (a raça branca) estava evoluindo na Europa, a raça negra estava estagnada no plano evolucionário e está hoje a mais de 200.000 anos atrasada em relação ao europeu com relação ao desenvolvimento craniano e cerebral.

FATO Nº 24: O crânio negro, além de ter um volume cerebral menor e ossos mais espessos do que o do branco, é prognata; isto é, a parte inferior da face é projetada para frente, de forma semelhante ao focinho de um animal. Como conseqüência, a mandíbula do negro é substancialmente mais longa, relativa a sua largura, do que a mandíbula branca. Uma característica da mandíbula rebaixada do negro é a retenção de um vestígio da “placa símia”, uma região óssea logo atrás dos dentes incisivos. A placa símia é uma característica distinta dos macacos, e é ausente nos brancos.

FATO N º25: A pele do negro é mais grossa e possivelmente superior a do branco no aspecto que ela impede melhor a penetração de germes e na sua proteção contra os raios ultravioletas do sol.

FATO Nº 26: A cor escura do negro é devido ao pigmento melanina, que está espalhado em todas as camadas da pele, e é encontrado até mesmo nos músculos e no cérebro.

FATO Nº 27: Um dentista africano pode distinguir um dente de um negro de um dente de um branco numa olhada.

FATO Nº 28: Negros têm braços mais longos, relativos à altura do corpo, do que brancos. Esta característica, junto com seus ossos cranianos muito mais grossos, dá aos atletas negros uma vantagem sobre os brancos no boxe. As peculiaridades esqueléticas e musculares dos membros inferiores dos negros lhes deram considerável sucesso como corredores de curta distância, mas deixaram-os relativamente indistintos quanto a corridas de longa distância.

FATO Nº 29: DIFERENÇAS ADICIONAIS

O cabelo é negro, crespo e encarapinhado, sendo que sua estrutura como fio é chata e elíptica, sem um canal central ou duto, como o cabelo dos brancos europeus.

O nariz é grosso, largo e achatado, freqüentemente com as narinas viradas para fora, expondo a parte vermelha interior do nariz, de forma similar a de um macaco.
Os braços e pernas do negro são relativamente mais longos que os dos europeus. O úmero (osso do braço) é um pouco mais curto, e o antebraço é mais longo, portanto aproximando-se da forma simiesca. Os olhos são proeminentes, a íris é negra e as órbitas são maiores. Os olhos freqüentemente têm uma esclerótica amarelada, como a de um gorila. O negro tem um tronco mais curto, e o corte transversal (perfil) do peito é mais arredondado do que nos brancos. A pélvis é mais estreita e longa como num macaco.

A boca é larga, com lábios muito grossos, grandes e projetados para frente. A pele negra tem uma grossa camada superficial calosa que resiste ao atrito e impede a penetração de germes.

O negro tem um pescoço maior e mais curto, como o dos antropóides.

As suturas cranianas são mais simples do que as dos brancos e se fecham mais cedo.

As orelhas são arredondadas, relativamente pequenas, ficando mais para cima e destacadas, aproximando-se, portanto, da forma simiesca.

O negro é mais fortemente desenvolvido da pélvis para baixo, e o branco mais desenvolvido no tronco e peito.

A mandíbula do negro é maior e mais forte, e se projeta para frente, junto com uma testa mais baixa e retraída, projetada para trás, resultando num ângulo facial entre 68 e 70 graus, oposto a um ângulo facial de 80 a 82 graus para os europeus.

As mãos e dedos são proporcionalmente mais estreitos e longos. Os pulsos e tornozelos são mais curtos e mais robustos.
Os ossos frontais e parietais do crânio são menos escavados e menos espaçosos. O crânio é mais grosso, especialmente dos lados.

O cérebro do negro em média é 9 a 20% menor do que o dos brancos.
Os dentes são maiores e mais largos entre si do que na raça branca.
As três curvaturas da coluna vertebral são menos pronunciadas no negro do que no branco e, portanto mais próximas das características de um macaco.
O fêmur do negro é menos oblíquo, a tíbia (osso da canela) é mais curvo e torcido para frente, a panturrilha da perna é mais alta, porém menos desenvolvida.
O calcanhar é largo e saliente, o pé é longo e largo, mas pouco arcado, causando pé chato, e o dedo maior é menor do que no branco.
Os dois ossos apropriados para o nariz são ocasionalmente unidos, como nos macacos.
FATO Nº 30: Estudos de grupos sanguíneos feitos durante a Segunda Guerra Mundial sugerem que o pool genético do negro norte-americano é cerca de 28% branco. Isto apesar de todos os tipos de discriminação institucional, segregação social, etc. Mantenha em mente que os resultados de testes com verdadeiros negros africanos iriam mostrar diferenças ainda maiores dos brancos.

CRIME
FATO Nº 31: A taxa na qual negros cometem assassinato é treze vezes maior do que a dos brancos; Estupro e agressões, dez vezes. Estes números, vindos de relatórios do F.B.I., variam de ano para ano, mas claramente mostram a tendência da década passada.
FATO Nº 32: De acordo com o departamento de justiça, 1em cada 4 homens negros entre 20 e 29 anos está atualmente na prisão, em sursis (suspensão condicional de uma sentença) ou condicional.
FATO Nº 33: Apesar de serem somente 13% da população dos Estados Unidos, os negros cometem mais de metade dos estupros e roubos, e 60% de todos os assassinatos nos Estados Unidos.
FATO Nº 34: Aproximadamente 50% de todos os homens negros serão presos e acusados de um crime grave durante seus períodos de vida.
FATO Nº 35: Um negro é 56 VEZES mais provável de atacar uma pessoa branca do que o inverso.
FATO Nº 36: Estupradores negros escolhem vítimas brancas mais da metade das vezes (54,9%), 30 vezes mais do que brancos escolhem vítimas negras.
FATO Nº 37: O relatório anual do Departamento de Justiça mostra que quando brancos cometem violência eles a fazem contra negros 2,4% das vezes. Negros, por outro lado, escolhem vítimas brancas MAIS DA METADE das vezes.
FATO Nº 38: Em Nova York, qualquer branco tem MAIS DE 300 VEZES MAIS CHANCE de ser agredido por uma gangue de negros do que um negro ser agredido por uma gangue de brancos.
FATO Nº 39: Muita gente argumenta que as altas taxas de encarceramento negro mostra que a polícia centra seus esforços em crimes negros e ignora crimes do colarinho branco. No entanto, negros cometem também um número desproporcional de crimes do colarinho branco. Em 1990, negros eram 3 vezes mais prováveis de serem presos por fraude, falsificação, e desfalques do que brancos.

FATO Nº 40: Muita gente acredita que o crime é produto da pobreza e da falta de “oportunidades”. No entanto, o distrito de Colúmbia, que possui as maiores médias de salários anuais e está em segundo lugar apenas atrás do Alasca em renda pessoal per capita, lidera a nação em todas as categorias de crime, incluindo assassinato, roubo, lesões corporais e roubo de veículos. O Distrito de Colúmbia (Washington, capital dos Estados Unidos) também tem o mais estrito controle de armas, o maior custo policial per capita, as maiores proporções de policiais e oficiais corretores por cidadão e a maior taxa de encarceramento. Sua população permanente é 80% negra. A Virginia Ocidental (West Virginia), que tem a menor taxa de crimes do país, sofre de pobreza crônica e possui a mais alta taxa de desemprego nos Estados Unidos. Ela também tem a menor proporção de policiais per capita. A Virgínia Ocidental é mais de 96% branca.
A FAMÍLIA NEGRA
FATO 41: 46% dos negros urbanos entre idades de 16 e 62 anos está desempregada.
FATO 42: Mais de 66% dos filhos dos negros são nascidos fora do casamento. Per capita, a taxa de filhos ilegítimos deles é dez vezes superior a dos brancos.
FATO 43: Negros são 4,5 vezes mais prováveis do que brancos de viverem do seguro social.
FATO 44: Mais de 35% de todos os homens negros nas cidades norte-americanas são viciados em drogas ou em álcool.

BELEZA
FATO Nº 45: Na edição de janeiro de 1986 do Jornal de Estudos Étnicos e Raciais, “Preferência de cor de pele, dimorfismo sexual e seleção sexual: um caso de co-evolução genético-cultural?”, por Peter Frost e Pierre Van der Herghe, constatou que em qualquer raça, as mulheres tendem a ter a pele mais clara que o homem.
Usando arquivos etnográficos padrões de 51 sociedades nos 5 continentes nos quais foram registrados suas preferências pela cor da pele humana, o estudo encontrou que 30 preferiam mulheres mais claras, e 14 preferiam homens mais claros. As culturas da Índia, China, Brasil e Bali, assim como os árabes e os negros, consideram as mulheres mais brancas como as mais bonitas (perpetuando o atrativo estético da pele de marfim, bochechas rosadas, olhos azuis e cabelos louros do “ideal nórdico” de beleza feminina) mesmo quando eles não possuem a capacidade genética de reproduzir tal organismo.
Com o passar do tempo, o estudo disse, as classes superiores de todas as raças têm se tornado mais claras de pele do que o resto de seus compatriotas, porque a elite tem escolhido repetidamente as mulheres mais claras das classes mais baixas para procriar. (ver também Nº 11)
FATO Nº 46: Uma pesquisa científica sobre o que constitui a beleza humana, na qual 300 juízes de variadas origens foram apresentados a retratos fotográficos e perguntados ao grau de beleza da face do indivíduo revelou que brancos nórdicos são universalmente reconhecidos como os humanos mais atraentes, até mesmo pelos negros. Os juízes foram instruídos a avaliar as faces somente de acordo com seus “critérios e padrões pessoais de beleza, e não considerar normas populares”. Os resultados do estudo “Idade, sexo, raça, e a percepção da beleza facial”, publicados em Developmental Psychology, 5, Novembro de 1971, págs 433-439, estão reproduzidos abaixo.

ESTUDO SOBRE AVALIAÇÃO DE BELEZA POR GRUPOS
Características dos Juízes
Grupos melhor avaliados
Brancos de 7 anos
Adolescentes brancos
Negros de 7 anos
Adolescentes brancos
Brancas de 7 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 12 anos
Adolescentes brancas
Negros de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 12 anos
Adolescentes brancas
Negras de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 17 anos
Adolescentes brancas
Negros de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 17 anos
Adolescentes brancas
Negras de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancos adultos
Adolescentes brancas
Negros adultos
Adolescentes brancas
Brancas adultas
Adolescentes brancos
Negras adultas
Adolescentes brancos
FATO Nº 47: Em experiências nas quais crianças negras foram deixadas livres para brincar com bonecas brancas e negras, foi descoberto que a maioria delas preferiria brincar com bonecas brancas. Isto é verdadeiro por todo o mundo. Até mesmo em locais como Tobago.

HISTÓRIA NORTE-AMERICANA
FATO Nº 48: A Declaração da Independência, que contém a tão repetida frase “… todos os homens são criados iguais…” foi escrita por Thomas Jefferson, que possuía cerca de 200 escravos na época, e que nunca libertou um deles, incluindo os mulatos e os “quadroons” (1/4 negro). As palavras de Jefferson certamente não se referiam aos negros, que na época não tinham nenhum lugar na sociedade, exceto como propriedade.
FATO Nº 49: A Constituição foi escrita por e para “o povo”, e dedicada “para nós e nossa posteridade”. Todos os 55 delegados que se encontraram em Filadélfia para escrever a Constituição e todos os membros das convenções dos 13 estados que a ratificaram eram da raça branca. (38) O DICIONÁRIO WEBSTER’S DE 1828 define posteridade como: POSTERIDADE. 1. Descendentes; filhos, filhos dos filhos, etc. indefinidamente; a raça que procede de um progenitor. 2. Num senso geral, gerações sucessivas; oposto a ancestrais. .
FATO Nº 50: A 14ª Emenda é inválida pelas seguintes razões: Ela nunca foi ratificada por três quartos de todos os Estados da União de acordo com o artigo 5 da constituição dos Estados Unidos. De 37 Estados, 16 a rejeitaram.
Muitos dos Estados que foram contados como a ratificando foram compelidos a fazer isso sob ameaça da ocupação militar. Qualquer ato legal considerado sob ameaça de força e coerção é automaticamente nulo e inválido.
O FATO de que 23 Senadores foram ilegalmente excluídos do Senado Norte-Americano mostra que a Resolução Conjunta propondo a Emenda não foi submetida ou adotada por um Congresso constitucional.
A intenção da 14ª Emenda é repugnante à Constituição original dos Estados Unidos e à Lei Orgânica da nação. Ela não iria, e não poderia repelir qualquer coisa que fosse parte da Lei Orgânica. Portanto, os princípios precedentes e decisões anteriores a tornam nula. (23)

FATO Nº 51: Na Proclamação de Emancipação proferida por Abraham Lincoln em setembro de 1862 ele disse: “Eu tenho insistido na colonização dos negros (de volta para a África) e eu irei continuar. Minha Proclamação de Emancipação estava ligada a esse plano (de colonização). Não há lugar para duas raças distintas de homens brancos na América, muito menos para duas raças distintas, de brancos e negros . . . . Eu não consigo pensar em uma calamidade maior do que a assimilação do negro em nossa vida social e política como um nosso igual . . . Dentro de vinte anos nós podemos pacificamente recolonizar o negro (de volta na África) . . . sob condições nas quais ele poderá voltar a plena humanidade. Isso ele nunca poderá fazer aqui. Nós nunca conseguiremos realizar a união ideal que nossos pais fundadores sonharam, com milhões de seres de raças estranhas e inferiores entre nós, cuja assimilação não é possível nem desejável.”
FATO Nº 52: Lincoln de FATO propôs uma emenda à constituição que iria autorizar o Congresso a recolonizar todos os negros libertos de volta na África. Em 15 de agosto de 1862, o Congresso arrecadou mais de meio milhão de dólares para esse propósito. Milhares de negros já tinham sido mandados de volta para a África quando Lincoln foi morto com um tiro.
WASHINGTON D.C.
FATO Nº 53: O Distrito de Columbia, que é aproximadamente 70% negro, lidera os Estados Unidos em muitas áreas:
A maior taxa de crimes do país.
O controle mais rígido de armas.
A maior taxa de aprisionamento.
A maior taxa de natalidade.
A maior taxa de mortalidade.
A maior taxa de assistência federal per capita.
O maior número de receptores de cheques da assistência social, “welfare”, per capita.
A mais alta taxa de nascimentos ilegítimos.
A mais alta taxa de abandono escolar, mesmo quando os professores são os mais bem pagos nos Estados Unidos.
A mais alta taxa de gonorréia e sífilis.
A mais alta incidência de AIDS.

PORTUGAL
FATO Nº 54: Povoado por uma população branca, a nação de Portugal cresceu em quatro séculos para ser a mais rica e poderosa nação no mundo. Um grande poder comercial e marítimo, Portugal tinha grandes colônias na Ásia, África e América.
Seus marinheiros foram os primeiros a explorar as costas da África ocidental e trouxeram com eles centenas de escravos negros. Pelo ano de 1550, no ápice do poder de Portugal, um décimo de sua população era negra. Hoje, a população de Portugal é descrita como sendo uma das mais homogêneas da Europa, tendo lentamente absorvido a genética negra. Em 1975 o país tinha perdido todos os seus territórios exteriores.
Seus trabalhadores são os mais mal-pagos na Europa eles têm a maior taxa de analfabetismo e uma grande taxa de mortalidade infantil. Em termos de arte, literatura, música, ciência e filosofia, o “novo” Portugal tem produzido praticamente nada em 100 anos, e pela maioria dos padrões é a nação mais atrasada da Europa. *Lembre-se que a população negra dos Estados Unidos é aproximadamente de 13%.
HAITI
FATO Nº 55: A República do Haiti, a única república completamente negra no Hemisfério Ocidental também é a nação mais pobre no Hemisfério Ocidental. O Haiti também tem a expectativa de vida mais curta, o maior analfabetismo, a menor taxa de consumo de jornais e publicações per capita, a menor renda e PIB per capita, e o mais baixo nível de estabilidade política.

FATO Nº 56: O Haiti já teve um futuro promissor. Antes de 1789, como uma colônia francesa sob domínio branco, San Domingo (Haiti) era tão rica ou mais em produtividade do que todas as 13 colônias Norte-Americanas. Ela era considerada a “jóia da coroa” do sistema colonial francês, e era de FATO a mais próspera colônia do mundo.
Povoada por 40.000 brancos, 27.000 mulatos livres e 450.000 escravos negros, um clima generoso e um solo produtivo, ela fornecia para toda a França e metade da Europa com açúcar, café e algodão. Mas em 1791, o governo francês anunciou um decreto ordenando o Haiti a dar poder de voto aos mulatos, e logo anunciou outra, ordenando a libertação de todos os escravos. Isto resultou em uma sangrenta guerra civil na qual a população branca inteira (40.000 franceses) foi assassinada, até o último homem, mulher e criança. Estupro, decapitação e mutilação foram cometidos quase universalmente com seus corpos.
FATO Nº 57: Depois que os negros massacraram os últimos restantes da população branca em 1804, o Haiti permaneceu como parte de São Domingo, até que em 1844 ele se tornou uma “república” separada. Entre 1844 e 1915, somente um presidente haitiano completou seu período inteiro de mandato.
Quatorze foram expulsos por levantes armados, um foi explodido, um foi envenenado e outro foi cortado em pedaços por uma multidão enfurecida. Entre 1908 e 1915 as revoluções e assassinatos aumentaram tão rapidamente que uma ocupação militar Norte-Americana foi necessária para restaurar a ordem. Ela durou de 1915 a 1934. Depois disso seguiram-se doze anos de domínio por um mulato da elite que se acabaram quando militares negros reassumiram o controle em 1946. Desde então corrupção total e assassinato político têm sido a regra.

ÍNDIA
FATO Nº 58: Os povos negróides da Índia têm sido sujeitos a numerosas invasões brancas por mais de 5000 anos, levando a ascensão e queda de uma civilização após outra, sempre que os invasores brancos acabavam absorvidos pelas massas não-brancas. Então, por volta de 1800 a.C, os Arianos novamente invadiram, pelo noroeste, desta vez estabelecendo um rígido sistema de castas (“varna”, que significa cor), um sistema de supremacia branca que eventualmente passou a fazer parte integral da religião hindu. Mistura racial foi banida e punida com a morte.
FATO Nº 59: Liderados por uma classe dominante Ariana, a Índia Clássica floresceu como uma grande cultura, dando expressão à filosofia, poesia, ciência, matemática e literatura. A terra prosperou como nunca antes, (e também depois).
FATO Nº 60: O sistema de castas durou por cerca de 2000 anos (provavelmente mais do que qualquer outra civilização sob circunstâncias raciais similares). No entanto, as castas acabaram eventualmente se quebrando devido à miscigenação e hoje em dia praticamente não existem mais brancos puros restantes na Índia.
FATO Nº 61: Hoje, a Índia possui 834 milhões de habitantes (atualmente mais de 1 bilhão), que falam 150 línguas e dialetos diferentes. Quando a chuva anual é insuficiente, eles morrem de fome numa taxa de cerca de 2.000.000 a 6.000.000 por ano. A Índia tem a mais alta taxa de natalidade na Ásia, uma das mais baixas rendas per capita do mundo, e uma taxa de analfabetismo de cerca de 70%.

EGITO
FATO Nº 62: O Antigo Egito foi fundado e construído por Caucasianos Mediterrâneos (brancos) desde 4500 a.C. O período de grandeza do Egito foi de 3400 a.C até 1800. a.C. e foi caracterizado pela sua incrível arquitetura, pirâmides, templos e domínio da matemática e da engenharia, sendo que os remanescentes estão evidentes até hoje. Os Egípcios brancos foram os pioneiros na medicina, química, astronomia e leis; em muitos casos, seus feitos permanecem inigualáveis.
FATO Nº 63: Mas por volta de 3400 a.C, a civilização egípcia começou a se espalhar pelo rio Nilo, causando um contato próximo com os Núbios negros no sul. Logo eles estavam usando negros para o trabalho escravo e o Egito se tornou o primeiro “caldeirão de mistura racial” da história (“melting pot”).
FATO Nº 64: Com o tempo, a infusão do sangue negro subiu desde as classes inferiores da sociedade Egípcia. Os escravos acabaram sendo libertados, receberam igualdade política e tomaram postos de autoridade no governo.
FATO Nº 65: Pela época do rei Tut (1370-1352 a.C.) até mesmo as classes dirigentes já tinham se miscigenado e o Egito entrou em uma espiral descendente. Hoje, o antes todo-poderoso Egito é um típico país de terceiro mundo, tendo perdido sua arte, sua medicina, sua habilidade arquitetônica, e sua posição nos assuntos mundiais.
A noção absurda de que o Antigo Egito foi um produto da engenhosidade negra está sendo agora amplamente disseminada nas escolas. Apesar de os estudiosos saberem que essa é uma mentira descarada, eles justificam a enganação ao declarar que ela irá impulsionar a “auto-estima” das crianças negras.

ÁFRICA DO SUL
(Nota: Estes fatos provavelmente irão mudar drasticamente agora que a África do Sul caiu sob domínio negro)
FATO Nº 66: Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.
FATO Nº 67: A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.
FATO Nº 68: Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.
FATO Nº 69: Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.

FATO Nº 70: Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.
FATO Nº 71: A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.
FATO Nº 72: De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.
ISLÂNDIA
FATO Nº 73-75: A Islândia, a única nação totalmente branca no mundo, tem a maior taxa de alfabetização e instrução do mundo, 100%. É uma ilha de magma vulcânico resfriado, localizada logo ao sul do Círculo Polar Ártico. Ela não tem carvão, combustíveis, florestas, riquezas minerais ou recursos naturais e nenhum rio navegável. 75% do interior é inabitável e somente 1% da terra é arável. A Islândia é a mais jovem nação da Europa e um dos países mais isolados do mundo. No entanto, a Islândia é a segunda nação em expectativa de vida e tem um dos mais altos padrões de vida no mundo, em termos de renda per capita. Ela tem impressionantes instalações médicas e um próspero negócio no ramo de publicações. Praticamente toda família tem um telefone. Após a graduação na faculdade, cada estudante islandês aprendeu cinco idiomas.
MARTIN LUTHER KING
FATOS Nºs 75-77: Em 31de janeiro de 1977, os registros do FBI sobre Martin Luther King foram selados por ordem judicial até o ano 2027, porque, segundo disse sua mulher, “sua liberação pública iria destruir sua reputação”. Esses registros são cercados de rumores sobre conterem exemplos de perversões sexuais bizarras e homossexualismo, e provas de que King estava sob ordens diretas de espiões soviéticos, e financiado pelo Partido Comunista.

FATO Nº 78: O jornal The Wall Street Journal (de 9 de Novembro de 1990) revelou que os editores da Universidade de Stanford dos “Papéis de Martin Luther King Jr.” têm conhecido por muito tempo que King era culpado de plágio em sua tese doutoral na Universidade de Boston em 1955, tendo levantado significantes porções de trabalhos de outros escritores e estudantes universitários.
FATO Nº 79: Martin Luther King freqüentemente buscava prostitutas e pagava-as com o dinheiro de sua igreja. Ainda assim, o congresso votou em tornar o aniversário de King um feriado nacional, na maioria dos lugares substituindo o dia de Colombo ou o aniversário de Washington como um dia de cerimônia oficial.
FATO Nº 80: Quase todos os estados na união têm um feriado à Martin Luther King, e quase todas as cidades tem uma praça King ou um centro cívico King. Ainda assim, evidências eleitorais sugerem que os norte-americanos irão quase sempre votar contra honras para King sempre que dada a chance.
INFORMAÇÕES GERAIS
FATO Nº 81: O continente inteiro da África, talvez a terra mais rica do planeta, responde por somente 3% do comércio mundial.
FATOS Nº 82-84: Praticamente todos os negros que foram líderes em campos diferentes dos esportes ou música tiveram alguma ascendência branca: Fredick Douglas, W.E.B. Dubois, Booker T. Washington, George Washington Carver, Alex Hailey, Thurgood Marshall, Bryant Gumbell, Colin Powell, Carl Rowan, Ed Bradley, Doug Wilder, etc. De acordo com o Dr. E.B. Reuter, “. . . Dos mais bem sucedidos e famosos homens que a raça negra produziu, ao menos 13/14 são homens de sangue misturado.
FATO Nº 85: Negros são 50 vezes mais prováveis de portarem sífilis do que brancos.
FATO Nº 86: Duas vezes mais negros recebem uma dispensa desonrosa do Exército dos Estados Unidos do que brancos.
FATO Nº 87: Uma mulher branca tem 15 vezes mais chance de contrair AIDS ao praticar sexo com um negro do que com um homem branco heterossexual. (U.S. Centers for Disease Control/ Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos)

FATO Nº 88: 90% das crianças norte-americanas com AIDS são negras ou hispânicas.
FATOS Nº 89-92: Em 1950, as escolas norte-americanas estavam entre as melhores do mundo. No entanto, elementos vocais dentro de nossa sociedade exigiram que as escolas públicas tivessem um papel de engenharia social assim como educacional. Violentos distúrbios na educação norte-americana foram ordenados pela Suprema Corte com o propósito de quebrar as barreiras raciais.
Por 30 anos, as escolas norte-americanas têm desviado gigantescos recursos em integração forçada, cotas e transferência forçada de alunos de raças diferentes para “equilibrar racialmente” uma escola de um determinado bairro (“bussing”). (Poucas pessoas têm idéia de quão caro é esse transporte. O custo anual pode chegar a dezenas de bilhões de dólares. Em 1990, só a Califórnia gastou mais de 500 milhões de dólares por ano com integração. Muitos distritos escolares gastam mais de um quarto de sua verba em transporte. Em Milwaulkee apenas, e em apenas um ano escolar, 30.000 horas de trabalho dos funcionários públicos foi desviada calculando a raça dos estudantes para freqüentar as várias escolas).
Os resultados? Os estudantes de hoje estão no final da lista mundial em ciências e matemática, cerca de 40% dos adultos norte-americanos são funcionalmente analfabetos, e testes padronizados de pontuação declinaram firmemente tanto para brancos quanto para negros. Hoje o branco médio pontua 200 pontos acima no teste combinado SAT do que o negro médio. Os norte-americanos gastam mais em educação do que qualquer outro país no mundo e têm os piores resultados.

Maciças fugas brancas (“White flight”) de bairros e cidades para escapar ao zoneamento racial têm reduzido a base de impostos de todas as grandes cidades norte-americanas. Em 1983, depois de quase duas gerações de experimentação racial para promover igualdade, o braço de pesquisa do Departamento de Educação não podia produzir um único estudo que mostrasse que as crianças negras estavam aprendendo substancialmente melhor depois do fim da segregação.
FATO Nº 93: Na África Negra, dirigentes duram em média 7 meses no poder.
FATO Nº 94: Em 1995 um terço dos estudantes norte-americanos será não-branco, e brancos serão uma minoria nos distritos escolares de 5 estados.
FATO Nº 95: Dr. William Shockley, prêmio Nobel por seu trabalho na invenção do transistor e renomado geneticista na Universidade de Stanford, disse: “A causa principal para o problema dos negros norte-americanos é hereditária em sua origem e, portanto não é remediável de forma significativa ao melhorar-se o ambiente”.
FATO Nº 96: Em 1930, 33% da população do mundo era branca. Hoje, a ONU estima que somente 9,5% da população mundial seja caucasiana (branca). Esta porcentagem está caindo rapidamente.
FATO Nº 97: Toda raça tem uma igual capacidade para aprender e contribuir para a civilização e quaisquer diferenças são causadas por preconceito e racismo. O FATO de que a pele branca está associada com a civilização é meramente um acaso da sorte e coincidência. Qualquer tentativa de distinguir as raças é motivada por paranóia e ódio. Nós devemos prevenir qualquer investigação sobre o assunto e trabalhar para misturar as sociedades em uma utopia sem raça, sem nacionalidade e harmoniosa.
FATO Nº 98: Em 1988 houve 9406 casos de estupro negro-contra-branco e menos de 10 casos de estupro branco-contra-negro nos Estados Unidos.

FATO Nº 99: No livro INTELLIGENCE AND NATIONAL ACHIEVEMENT, (INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO NACIONAL), por Raymond Cattell, três estudiosos norte-americanos de destaque comparam evidências maciças sobre o Q.I. nacional dos EUA em relação às pontuações de outras partes do mundo e alertam sobre o declínio de qualquer nação cuja população apresente um declínio na inteligência. Levando em consideração as diferenças em taxa de nascimentos dos grupos étnicos nos Estados Unidos, eles concluíram que a habilidade mental norte-americana está declinando rapidamente.
FATO Nº 100: Os contribuintes norte-americanos têm pago mais de 2,5 TRILHÕES de dólares tentando melhorar os negros desde a década de 1960.
FATO Nº 101: FRASES: “A ignorância primitiva dos negros nunca inventou nenhuma arma eficiente de defesa ou destruição: eles parecem incapazes de formar qualquer plano extenso de governo ou de conquista: e a óbvia inferioridade de suas faculdades mentais tem sido descoberta e abusada pelas nações das zonas temperadas.” –Edward Gibbon, o grande historiador e autor de O DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO (THE DECLINE AND FALL OF THE ROMAN EMPIRE), (V. III, pág. 277)
“Onde quer que você encontre o negro, tudo está decaindo a sua volta, e onde quer que você encontre o homem branco, você vê tudo, ao redor dele, melhorando.” –Robert E. Lee, para o Col. Thomas H. Carter, maio de 1865.

*Os primeiros fato são de conhecimento geral. As questões de inteligência são observadas em obras como a “Raça, Evolução e Comportamento: Uma perspectiva de História de Vida” de J. Philippe Rushton, apresentado no seguinte link de documento:

http://www.causanacional.net/Raca.pdf

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O Ciclo da Miséria

Os negros são maioria nos morros então é correto dizer que a maior parte dos negros são moradores de favela.

Sabe-se que moradores de favela nunca passam no vestibular. Sabe-se que somente algumas aberrações conseguem romper o “ciclo da pobreza” e escapar da favela por serem super-dotados.

Por quê isso acontece?

Primeiro:

O nascimento da maioria dos moradores da favela é fruto de uma concepção anormal.

A “mamãe”, de modo geral, vai pro sambão ou pro trenzinho do baile funk onde engravida de alguém que ela não tem a menor idéia de quem seja.

O pobre-favelado já nasce mal… nasce de “fornicação” fruto de um “trenzinho no baile funk”. Já nasce sem saber quem é o seu pai.

Na certidão de nascimento só existe o nome da mãe enquanto o nome do pai está em branco.

Seus irmãos também nascerão assim. Todos filhos de fornicação e de pais diferentes que a mãe não tem a menor idéia quem sejam pois estava bêbada demais para se lembrar…

Essa “família” já começou toda errada e o destino tenebroso destas crianças já está traçado…

Segundo:

Agora a “família” está formada… a “mamãe” agora tem 5 filhos, todos de pais diferentes e fruto de fornicação.

A criançada passa o dia tudo largada por aí pois a “mamãe” não exerce o seu papel de mãe pois está mais preocupada com fornicação, samba, funk e cachaça.

Seus filhos passam o dia todo perâmbulando pela rua… ficam brincando por aí e pedindo esmolas. Enquando isso, sua “mamãe” está nuns amassos com mais outro homem se encarregando de produzir mais um menor abandonado.

Se perguntarem a esta “mãe” onde estão seus filhos, ela não saberá responder. Apenas vai dizer que eles estão “brincando por aí”…

Na cabeça desta “mãe”, a forma como ela está “educando” seus filhos não é nada anormal… para ela o “normal” é deixar os filhos largados assim mesmo…

Agora os filhos da mamãe favelada começam a chegar aos 7 anos de idade…

“Hora de colocá-los no Brizolão”

Ela leva a prole pro Brizolão e exige que a escola lhe dê tudo: uniforme para seus filhos, sapatos para seus filhos, merenda para seus filhos, banho para seus filhos, transporte para seus filhos e talvez, futuramente, “cotas na universidade” para seus filhos.

Ela larga seus filhos no Brizolão e volta para casa para ficar dormindo o dia todo e pensando no sambão e no baile funk que vai acontecer a noite.

As crianças desta mãe agora estão no Brizolão.

Por nunca terem tido uma “educação familiar” e por negligência da mãe, estas crianças se comportam como verdadeiros selvagens. Ameaçam professoras, fumam maconha dentro da escola, cantam funks enaltecendo traficantes pelos corredores do CIEP e por aí vai…

A Professorinha tenta fazer de tudo para dar aula e tentar dar uma futuro melhor para aquelas crianças. Acaba perdendo seu tempo e se frustrando… pobre professorinha…

O diretor da escola não sabe o que fazer pois a escola sofre constantes depredações e atos de vandalismo cometidos pelos alunos. Já não há mais dinheiro para manutenção dos banheiros pois estes foram reformados no mês passado e já estão completamente depredados.

A única coisa que eles parecem valorizar é a “hora da merenda” pois o resto, para eles não interessa…

Os professores perdem a fé e já não mais acreditam que podem mudar aquela realidade daqueles alunos miseráveis.

Agora os filhos da “mamãe” já são jovens adolescentes…

Se metem em um monte de merda… compra CDs piratas do “proibidão” do funk. Passam o dia todo soltando pipa e a noite vão balançar a bunda no sambão. Gostam de falar de AR15 e sonham serem como os traficantes. Como são idiotas demais, nem como olheiro do tráfico conseguem um bico.

Acabam virando flanelinha, vendedores de balinhas nos sinais de trânsito, limpadores de vidro nos sinais, etc.

Num momento de lucidez, percebem que não têm futuro e ficam revoltados.

Neste momento, eis que aparecem os grupos de (in)consciência negra e pessoas como o Fábio Pinto. Estas pessoas dizem estar ali para “ajudá-lo”. Falam sobre uma tal “burguesia perversa” que é culpada pela situação dele ser aquela. Falam coisas como ele ser “vítima da sociedade” e que o “governo não lhe deu condições”.

Acendem neste indivíduo a chama da revolta contra a “burguesia branca.”

Revoltado contra a “burguesia branca” e contra o malvado governo que “não lhe deu estudo”, este indivíduo passa a participar de passeatas exigindo “cotas para negros” nas Universidades Públicas.

Falam sobre uma tal “dívida histórica”, “opressão contra os negros” e que eles devem lutar “pelo o que é deles”.

Usam de meios violentos nos seus protestos. Dizem que os brancos burgueses estão “roubando” suas vagas na universidade.

Atentos ao que acontece, políticos inescrupulosos afim de formarem currais eleitorais, abraçam a “nobre causa” de defender as tais “cotas para negros” nas Universidades Públicas.

Tentam usar os argumentos mais absurdos possíveis para tentar provar que as “cotas” não são inconstitucionais e que existe uma “divida histórica a ser paga”.

Faz uma bafafá tremendo, politicagem barata, assistencialismo e pimba! Consegue emplacar a Lei das “cotas para burros nas Universidades Públicas”.

Com a Lei, aqueles filhos da “mamãe” que passava o tempo todo dormindo, bebendo cachaça e balançando a bunda no baile funk agora estão estudando Engenharia na UERJ.

Notam que os banheiros da UERJ têm muitas torneiras bonitas esperando serem roubadas. Notam que tem muito muro esperando levar uma bela pixação escrito “CV”. Descobrem que é um barato chegar na comunidade e dizer que vai ser formar “dotô” pela UERJ.

Quando começam as provas de Cálculo, Álgebra Linear, Mecânica I, Física I, etc, caem na realidade: “o que que é isso, mermão? Ninguém me falô que precisava estudar para ser dotô!”

Descobrem que não sabem nada e levam bomba nos exames. Ficam revoltados e voltam para os grupos de (in)consciência negra que agora fazem protestos contra os “malvados e burgueses” professores da UERJ que estão reprovando os alunos cotistas.

Desiludido, o jovem cotista abandona a UERJ e vai fazer aquilo que ele mais gosta: balançar a bunda no baile funk.

Lá encontra uma “cachorra preparada” e manda vê na hora do trenzinho.

Meses depois ele ouve falar que a tal garota engravidou e está preste a dar a luz e felizmente parece que ela não tem a menor idéia de quem seja o pai.

E aqui fecha-se o ciclo da miséria…

A feia verdade…

A Verdade quase sempre é feia enquanto que a mentira quase sempre é bonita e sedutora.

É muito mais bonito dizer que a “culpa é da Sociedade” do que afirmar a culpa para situação de miséria em que vivem é deles mesmos.

É muito mais bonito dizer q a “malvada burguesia impede que o favelado saia da miséria” do que admitir que eles mesmo cavam a própria cova e que afundam na própria lama.

É muito mais bonito dizer q “o vestibular é injusto porque prejudica os estudantes das escolas públicas” do que admitir que eles mesmos depredam as escolas e ameaçam os professores.

A Verdade nunca é algo bonito de se ver…
1 – A realidade existe, independentemente da observação do homem, de seus sentimentos, desejos, esperanças ou medos.

2 – A razão é o único meio do homem para perceber a realidade, sua única fonte de conhecimento, seu único guia de ação e seu meio básico de sobrevivência

3 – O homem, cada homem, é um fim em si mesmo e não um meio para o fim de outros homens. Deve existir em função de seus próprios propósitos, não se sacrificando por outros nem sacrificando outros por ele.

As Diferenças do Quociente Intelectual entre grupos de diferentes Raças

Por Georg Rieck

Entre as raças humanas encontramos diferenças bastante facilmente perceptíveis quanto a uma grande quantidade de características como por exemplo: tamanho corporal, proporções físicas, forma do cabelo, distribuição da pilosidade na pele, cor do cabelo, forma do crânio e de aspectos faciais, capacidade craniana e constituição do crânio, grupo sanguíneo, número de vértebras, órgãos sexuais, espessura dos ossos, impressões digitais, metabolismo geral, pressão sanguínea média, temperatura do corpo, capacidade de suportar altas e baixas temperaturas, capacidade das glândulas sudoríparas, odor corporal, composição da cera do ouvido, número de dentes, idade na qual aparece a arcada dentária permanente, relevo das superfícies dentais, duração da gestação, freqüência de gêmeos, freqüência de recém nascidos de um ou outro sexo, grau de maturidade física dos recém nascidos, desenvolvimento encefalográfico da criança pequena, daltonia, destreza visual e auditiva, alergia ao leite, reação galvânica da epiderme, doenças crônicas, freqüência de doenças infecciosas, pigmentação da pele e olhos, etc.etc. (* 68). AS diferenças genéticas aparecem em praticamente todas as comparações anatômicas, psicológicas e bioquímicas efetuadas entre grupos raciais (* 69). Não há nenhuma razão para supor que o cérebro constitua uma exceção a esta regra (* 70). Portanto, há muitos que falam a favor de que existem diferenças raciais também em certas características do comportamento relacionadas com as propriedades físicas do sistema nervoso central (* 71).

Quando se trata das diferentes pressões arteriais que se observam entre as raças, ninguém chamaria e difamaria de “racista” a quem efetuasse este tipo de pesquisas. Mas, desde o momento em que a inteligência é considerada como um valor pela opinião geral, imediatamente se escuta um tremendo “gritedo” cada vez que alguém comprova diferenças hereditariamente orientadas na inteligência. A aversão para ocupar-se cientificamente do tema, ou a tendência a avaliar depois as descobertas com um critério de discriminação ambientalista, se condiz com uma inclinação à tratar de oferecer compensações devido aos crimes cometidos pelos escravistas no passado.(* 72). Mas isto não deve nos impedir de um enfoque científico do tema. (como dizia uma escritora russa da idade média: “ninguém pode ‘prender’ ideias”)

Há duas questões que é preciso separar:

1) Os grupos raciais. Se diferenciam quanto à sua inteligência?

2) Em caso afirmativo: A que se devem estas diferenças?

A melhor maneira de explicar a primeira questão é mediante o estudo de Audrey Shuey publicado em seu livro “The Testing of Negro Intelligence” (“A Comprovação da Inteligência do Preto”) – (2ª edição 1966). Esta obra trata, ao longo de 578 páginas, de 282 pesquisas unitárias que se realizaram entre 1913 e 1965 empregando nelas 81 testes de inteligência diferentes. Em vários testes resultou que os pretos norte-americanos se encontraram, em média, 15 pontos de QI abaixo da média branca. Comparativamente, aproximadamente 6 vezes mais brancos que pretos chegavam a valores de QI acima de 139 e, na mesma comparação 6 vezes mais pretos que brancos caiam abaixo de um QI de 70 (* 72a).

Segundo os muito amplos dados da pesquisa Coleman, apresentada em 1966, também nos testes de QI escolares, os pretos se encontram, em média, abaixo da média de brancos e asiáticos (* 73). As crianças realizam os testes de QI ao começar os graus (cursos) 1, 3, 6, 9 e 12. Os resultados-médios obtidos por crianças índias, mexicano-americanos, porto-riquenhos e pretos (nesta ordem decrescente) foram, de longe, piores que as crianças de ascendência branca ou asiática, e isto, em todos os graus escolares (* 74). Com referencia às normas de atividade grupal, desenvolvidas para avaliar o grau de aprendizagem das matérias elementares que se ensinam nas escolas públicas, o preto norte-americano, com poucas exceções foi incapaz de manter o ritmo com as normas estabelecidas para cada grau (* 75). Os pretos do 12°grau se encontram, por exemplo, uns 4 anos atrasados com respeito a normal, de modo tal que os alunos brancos do 8º superam, por regra, os alunos de cor do décimo-segundo grau nesta área (* 76). Osborne estima que alunos brancos e de cor do sexto grau se diferenciam, em matéria de maturidade intelectual, em uma média por volta de mais de dois anos; enquanto que alunos do décimo grau diferem em cerca de mais de 3 anos (* 77). O socialista Jencks, se bem aceita diferenças um tanto menores, reconhece, não obstante, sobre a base dos dados existentes o seguinte:

“Pelo menos na América do Norte, a criança branca média, em testes padronizados, tem um desempenho melhor em praticamente 15 pontos acima da criança preta média. Esta discrepância se torna evidente já em alunos do 1º grau e se mantém ao longo de todo o período e colegial. Em matéria de idade mental e qualificações, os pretos se encontram progressivamente atrás dos brancos. A criança média preta de 6 anos está atrasada em um ano com respeito à criança média branca de 6 anos. Para a idade de 12 anos, a criança média preta alcança a obter, aproximadamente, os mesmos resultados de teste que a criança média branca de 10 anos. O jovem médio preto de 18 tem resultados comparáveis com o de uma criança de 14 ou 15 anos (*78). Em nenhuma pesquisa se pode constatar uma igualdade de resultados.”

A modo de exemplo, mencionaremos aqui a um dos testes mais amplos e conceituados que se tenha efetuado. Nos referimos à comprovação realizada sobre 12.000 alunos brancos e 5.500 alunos de cor em Wilmington, Carolina do Norte. Se utilizaram diferentes testes de QI psicológicos, entre eles especialmente o “Otis Quick Scoring Mental Ability Test”. (em bom português, Teste de Habilidades Mentais “Rápidas”)

Em 1956 a medição nos graus (cursos) 7, 8 e 9 lançou para os brancos uma média de QI de 99,55 e para os pretos uma de 81,24. Em 1959 se verificou o mesmo grupo que agora já havia avançado aos graus 10, 11 e 12, processo durante o qual certa porcentagem de alunos que não puderam sustentar o ritmo de estudos havia ficado pelo caminho. Os pretos tiveram um QI médio de 84,62; os brancos uma média de 101,98. Nenhum aluno preto chegou a obter 120 pontos ou mais, enquanto que 7,2% dos brancos chegou a ultrapassar essa cifra. Por outro lado, só 0,2% dos alunos brancos caiu abaixo de 70 pontos contra 6,6% dos pretos (* 79).

O material é “massacrador”. Justamente por isso capitulou nesta área um dos mais tenazes defensores da igualdade racial na área da inteligência. O professor Otto Klineberg, disse já em 1963: “no que a testes mentais concerne, a questão não consiste em estabelecer se, em média, as crianças pretas obtém resultados mais baixos que os brancos. Que isso é assim não pode ser posto em dúvida”(* 80)

Que as diferenças existem já não pode ser discutido e, na verdade, hoje somente as trata de negar certos jornalismos mais preocupados por argumentos ideológicas que por fatos cientificamente comprovados. Porém, também no ambiente acadêmico, os partidários do “ambientalismo” (as diferenças se devem ao ambiente de desenvolvimento do menor) decididamente construíram rapidamente uma nova linha de defesa fortalecendo-se atrás das causas que poderiam estar ocasionando as diferenças.

Segundo estas teorias, os testes mostrariam diferenças, mas isso não significaria de maneira inevitável que a inteligência dos pretos seja menor. Talvez a inteligência tão só não resultava corretamente expressa dada a inadequação dos testes para diferentes grupos raciais; ou o idioma dos testes não seria compreensível para os pretos; ou os resultados dos testes resultariam falsificados pelo domínio dos examinadores de uma raça hostil dos examinados.

Todos estes argumentos foram pesquisados. No momento, se verificou o argumento principal dos apóstolos ambientalistas quanto a que os testes de QI não seriam culturalmente neutros mas que estariam projetados para o estilo e o saber da classe média branca, com o qual outros grupos econômicos e raciais resultavam desfavorecidos.

Com toda segurança é certo que, dados outro idioma, outra cultura e outra escala de valores, o emprego de testes desenvolvidos por uma raça pode resultar de problemática aplicação à outra raça completamente diferente. (!!!!) Mas os pretos dos EE.UU. vivem ali há mais de 300 anos, junto com os brancos, no mesmo meio, e falam o mesmo idioma. Na medida em que se argumenta que seu nível lingüístico é inferior, o argumento resulta inconsistente. Precisamente, nos testes lingüísticos, os pretos, apresentam resultados melhores que naqueles (mais mentais ou mais eqüitativos culturalmente falando) na qual se comprova a capacidade de dedução lógica (* 81). Justamente testes culturalmente eqüitativos dão para os pretos, em média, valores um tanto inferiores aos quais dão os testes convencionais como, por exemplo, o de Stanford-Binet ou o de Wechsler. Além disso, em testes que se relacionam com capacidade de abstração, os pretos apresentam também um desempenho inferior (* 82). Se os testes de QI não fossem culturalmente neutros, os pretos deveriam obter resultados especialmente desfavoráveis com problemas de conteúdo cultural, e acima de tudo, com problemas de índole lingüística o qual, precisamente, não é o caso.

Pelos demais assuntos (para excluir as possíveis interferências negativas do inglês padrão) vários testes foram traduzido à “linguagem” dos bairros pretos. Três estudos deste tipo não conseguiram melhores resultados (*83). Para “denunciar” a importância lingüística dos testes, o psicólogo preto Robert J. Williams inventou um teste (The Bitch) (literalmente: “a prostituta” N. do T.) na qual os brancos ficavam geralmente pior que os pretos. Mas resulta que este teste não verificava a inteligência mas que se limitava a perguntar sobre o significado de 100 palavras tiradas da linguagem do ghetto preto, como por exemplo “Blood” (literalmente: “sangue”, utilizado para significar: “irmão de cor”)(* 84). Obviamente, com a discussão do QI, este teste não tem nada que ver.

Se os testes estivessem especialmente projetados para brancos resultaria inexplicável por que certos grupos brancos obtêm resultados relativamente pobres. Portugueses, espanhóis ou irlandeses têm um QI sensivelmente inferior ao de um branco americano médio (* 85). Provas de aptidão no exército norte americano, demonstraram que os recrutas provenientes dos paises germânicos com predominante proporção de raça branca nórdica obtinham resultados marcadamente superiores aos que aqueles recrutas cuja origem se situava na Turquia, Grécia, Rússia, Itália e Polônia (* 86). As 1.500 crianças californianas de Terman com um QI de aproximadamente de 150 eram compostas majoritariamente de europeus do norte, europeus do oeste, assim como de judeus; enquanto que apenas estavam representados os membros de povos românicos, europeus orientais não-judeus, e pretos (*86a).

Mas é possível que os testes estejam projetados justamente para grupos judeus (muitos psicólogos são judeus), ou para norte-americanos nórdicos (que constituem a maioria dos brancos dada a história da imigração norte-americana), explicando-se deste modo que precisamente estes grupos obtém sempre resultados melhores?

O aceitar esta suposição se contradiz com o fato de que outros grupos não-brancos conseguem resultados surpreendentemente altos. Os esquimós do ártico, assim como os japoneses, (do Japão, não dos que vivem nos EE.UU.) apresentam em determinados testes de inteligência resultados tão altos como os dos brancos norte-americanos, e até mais altos ainda, não obstante, havendo-se desenvolvido de um modo completamente isolado dos padrões culturais da classe média branca norte-americana (*87).

Jensen verificou que em mexicanos em cujas famílias só 19,7% falava inglês comparando-os com grupos de controle onde 96,5% (entre os brancos) e 98,2% (entre famílias pretas) falava inglês como único idioma. Para 14,2% dos mexicanos o espanhol ou algum outro idioma estrangeiro era o único idioma utilizado. Além disso, os mexicanos provinham da classe socioeconômica mais baixa; se encontram, em comparação com os brancos, em uma situação mais de três vezes pior que os pretos. Os mexicanos, embora tivessem desempenho muito abaixo dos brancos americanos em testes verbais e em testes de desempenho escolar, superaram, não obstante, claramente os pretos. Em testes de inteligência não-lingüística os mexicanos estiveram tão só um pouco abaixo dos brancos mas claramente acima dos pretos. Quanto à “memória mecânica”, pelo contrário, brancos e pretos, se encontram iguais e os mexicanos resultavam inferiores a ambos os grupos (* 88).

Em conseqüência, não existe prova alguma para afirmar a coincidência cultural dos testes (* 89) e as teses a respeito podem ser reputadas de falsas.

Agora, se a questão não se encontra nos testes, não poderia encontrá-las na raça dos examinadores? O fato é que as crianças pretas não obtêm melhores resultados quando são examinados por professores ou examinadores de sua mesma cor de pele (* 90).

Se os pretos não ficam intimidados pelo examinador, não será que tem medo dos testes? – Ao contrário: o maior temor ao teste foi medido em brancos (* 91).

Finalmente, se afirmou que para os pretos simplesmente faltava a motivação necessária para se destacar em uns testes que haveria projetado a classe dirigente branca. Se isto fosse certo, outros grupos sub-privilegiados deveriam se comportar de um modo similarmente apático. Os índios são até famosos por sua apatia e compartilham os “complexos de inferioridade” com os pretos. Seguramente, se encontram mais fortemente discriminados que os pretos (na verdade, foram tiradas as suas terras que lhes pertenciam). E, porém, nos testes estão mais bem colocados que os pretos (* 92).

Com respeito à outros assuntos, Eysenck verificou que havia grupos brancos que, as vezes, foram motivados (por prêmios em dinheiro, doces, presentes, ameaças como conseqüência de um mal desempenho,etc. etc.) e as vezes não foram. Não se observaram variantes significativas nos valores dos testes ao compará-los com outros grupos de controle (* 93). As diferenças que aparecem nos testes não podem ser relacionadas com uma predisposição favorável para o teste nem com diferenças nas capacidades senso-motrizes, a velocidade de trabalho, ou a diligencia. Nem sequer parcialmente. Em nenhum caso destes fatores existem, entre brancos e pretos, diferenças raciais observáveis (*94).

Do que antecede, se deduz que os testes não somente medem pontuações menores no QI mas que os pretos tem uma inteligência menor. Em todo caso, isto é o que se tem comprovado para os pretos norte-americanos. Com grupos que falam outro idioma existem dificuldades para a padronização dos testes. Se pode utilizar, porém, o Test de Maze, que tem desenvolvido o professor Stanley D. Porteus e que resulta especialmente adequado para medir previsão, planejamento e curiosidade ou interesse intelectual. Segundo este teste, os australianos nativos da Austrália Central alcançam (medindo-os em comparação com os brancos norte-americanos) uma idade mental de 12,08 e os do Noroeste uma de 10,48 anos (* 95). Ultrapassam com isso aos Sakai-Jeram das regiões costeiras de Perak (8,02 anos) e aos bosquímanos do Kalahari (7,56 anos) (* 96). A pesquisa destes casos com outros testes seria muito desejado.

A que se deve a menor inteligência dos pretos?

Esta pergunta não é puramente acadêmica, pois, se se pudessem descobrir causas ambientais para a menor inteligência dos pretos, teria-se na mão a chave para aumentar sua inteligência efetuando as mudanças adequadas em seu ambiente e meio ambiente. Isto, além disto, teria enorme importância para a economia interna dos EE.UU. dado que a proporcionalmente alta quantidade distribuída dos débeis mentais existentes na população preta significa, em uma sociedade altamente tecnológica (elevada), o desemprego quase inevitável; constituindo, simultaneamente, um grande problema social e criminal.

Eventualmente, se tem suposto que uma pior alimentação dos pretos seria o responsável por seu déficit no QI. Como conseqüência da pesquisa realizada na Holanda depois de 1945 já temos visto que este argumento não resiste à análise(* 97). Além disso, a alimentação do preto norte-americano não é tão extremamente má como para produzir lesões irreversíveis e, por outro lado, os hábitos alimentares da população branca também deixam muito a desejar, se não em quantidade, certamente em qualidade e valor nutritivo neto.

Depois, se opinou que uma discriminação social geral haveria decaído os resultados. Mas então seria inexplicável por que alguns pretos se encontram acima da média branca (* 98). Além disso, outros grupos raciais dos EE.UU teriam que ter, então, um rendimento muito pior do que demonstram ter. Os asiáticos orientais padecem nesse país desde sempre por motivos raciais e as primeiras leis imigratórias norte-americanas foram feitas contra os chineses já no século passado. Mais ainda: os descendentes de japoneses, nascidos nos EE.UU., foram indiscriminadamente confinados em campos de concentração norte-americanos durante a II Guerra Mundial e, ainda por cima, foram confiscados seus bens depois da guerra. E apesar de tudo, chineses e japoneses alcançaram nestes testes de QI valores parcialmente maiores que os brancos (* 99).

Em 1939 em Kent County (Ontário, Canadá) se verificaram alunos de cor cujos antepassados haviam fugido para o Canadá já antes da guerra civil norte-americana (*100). Desde 1890 os pretos desfrutavam aqui de completa igualdade de educação (* 101). “Aqui o preto… não só é livre, mas que se encontra, quanto a toda vantagem política e social, sob a mesma base que os brancos.” (*102) Em todos os testes (tanto nos baseados em linguagem como nos linguisticamente neutros) os alunos brancos tiveram vantagem com relação aos pretos dentre 15 e 19 pontos de QI em média. “Evidentemente a igualdade social e econômica da qual usufruíam as crianças pretas no Canadá, não fez que aumentassem seus pontos comparados com os dos brancos.” (* 103)

Os pretos da Jamaica, que há um século vivem em um Estado próprio sem dominação branca, têm um QI médio de 75, isto é: ainda 10 pontos abaixo dos pretos norte-americanos.

Assim é como Jencks, referindo-se à esta tese que possui grande popularidade em um amplo espectro da opinião pública norte-americana, estabelece em forma mais bem resumida: “a discriminação racial parece se manifestar só de um modo insignificante.” (* 104).

Um conjunto de tentativas de explicação ambientalistas, que haverei de tratar posteriormente, se baseia na suposta importância da escola na formação da inteligência.

Um dos argumentos é que os pretos usufruem de menor escolaridade que os brancos. Desde 1900 a escolaridade completa tem crescido, porém, mais rapidamente para os pretos que para os brancos. Pretos que nasceram durante a II Guerra Mundial disponíam em média de um ano de escolaridade a menos que os brancos (* 105). Porém, como sinalam tanto Shuey (* 106) como também Jencks (* 107), nos últimos 50 anos os valores do QI dos pretos não aumentaram (* 108).

O ano que os pretos vão menos à escola que os brancos não pode ser declarado como um deserção escolar produzida pelo “racismo branco”, mas que se explica por uma menor inclinação ao estudo como conseqüência de uma menor inteligência. Um branco nascido durante a II Guerra Mundial que dispusesse de um QI de 85 recebia uma média de 10,6 anos de escolaridade em cifras redondas. O preto típico nascido durante o mesmo período, chegava com um QI de 85 à escola e recebia 11 anos de educação escolar. Os pretos não somente desejam mais escolaridade que os brancos de similar QI. Também obtém mais escolaridade (* 109).

Mas, não será que a qualidade da escolaridade oferecida é menor? Até para o Relatório Coleman era um dogma que para as escolas negras eram concedidos menos investimentos para materiais didáticos e que os docentes eram mais mal pagos, de tal forma que os melhores professores iam para as escolas brancas. O Relatório Coleman, que pesquisou 645.000 alunos em mais de 3.000 escolas por todas as regiões dos EE.UU., comprovou que, contrariamente à impressão generalizada, podia-se constatar uma grande semelhança na infra-estrutura didática, nos planos de estudo e nas qualidades mensuráveis do pessoal docente de escolas brancas e pretas (* 110). Jencks oferece alguns exemplos, dos quais se deduz que, em parte, nas escolas negras obtiveram ainda uma maior disponibilidade de meios (* 111). Na pesquisa escolar de Wilmington, citada anteriormente como modo de exemplo, resultou que os professores das escolas negras haviam estudado durante uma maior quantidade de anos na Universidade que os professores das escolas brancas; haviam-se recebido há menos tempo; uma maior porcentagem deles havia obtido diplomas e certificados, e seu salário médio era, além disso, superior (* 112). Apesar destas vantagens, as crianças de cor tinham, como já foi demonstrado, um rendimento substancialmente pior que os alunos brancos.

Para os peritos e conhecedores destes assuntos, o que seguia já não era surpreendente. Contra uma opinião amplamente estendida, o Relatório Coleman constatava que as diferenças na infra-estrutura didática, (laboratórios de física, química, etc) nos planos de estudo e nas características dos professores, tinham uma influencia muito fraca sobre os resultados obtidos, tanto por crianças brancas, como por pretos (* 113). Portanto, tampouco surpreende que não se obtivessem resultados mensuráveis (exceto o de uma maior quantidade de docentes) como conseqüência de que, entre 1962 e 1972, o investimento para a educação fosse aumentado em 9,7% anual colocando-se em 1/3 acima do crescimento do produto interno bruto (* 11A).

Não será, então, que a segregação racial nas escolas é a responsável pela menor inteligência?

Os defensores da integração racial sustentavam, até a aparição do Relatório Coleman, que mediante a integração os alunos pretos teriam “vantagens escolares” (em todos os sentidos possíveis da palavra vantagem) das quais não haviam usufruído antes. Posteriormente, o argumento teve que ser arquivado. Além disto, se suporia que os professores nas escolas sem segregação esperavam mais dos alunos pretos que os professores das escolas com segregação racial; motivo pelo qual os alunos pretos aprenderiam mais nas primeiras. Para este argumento não existem indícios (* 115). Posto que, na comparação dos resultados, os alunos pretos obtêm um perfil menor, até poderia surgir a atitude contrária nos professores das escolas integradas.

Tampouco se baseia em prova alguma a suposição de que a integração racial poderia talvez convencer o aluno preto de que tem uma oportunidade de obter êxito na sociedade mais ampla (* 116). Justamente, quando o preto tem todos os dias diante de si brancos de maior rendimento, a situação conduz ao desalento. A conseqüência deste desalento; o sentimento de não poder chegar tão alto depois de tudo; conduz a agressões que produzem não só brigas e agressões com estudantes e com professores, estupros de companheiras de classe e professoras, a necessidade de patrulhas policiais constantes pelos corredores da escola, (como em Nova York), a vigilância por câmeras nas salas de aulas, que os professores portem armas; mas, inclusive, a destruição dos elementos escolares e até o incêndio das escolas (* 117).

O último argumento é, finalmente, que mediante a integração racial os alunos pretos se poriam em contato com companheiros de classe que dominam certas matérias (por exemplo, a “gramática padrão”) que à muitos alunos pretos fazem falta. O qual, em si, é certo. Mas quando as relações (como acontece em muitas escolas integradas) são superficiais, agressivas e até violentas, é muito difícil imaginar as vantagens que disso poderiam provir (* 118). Por outro lado, não é de estranhar que os resultados obtidos pelas crianças pretas, em escolas integradas que tem uma atmosfera tensa ou ameaçadora, seja pior que as obtidas por crianças pretas em escolas exclusivamente negras (* 119).

Pettigrew e Jencks deduziram dos dados do Relatório Coleman que as crianças pretas se desempenhavam melhor com uma integração harmoniosa (atmosfera amistosa na aula) que em escolas exclusivamente negras (* 120). Pelo contrário, S. Bowels e H. M. Kevin revisaram as cifras e comprovaram que a composição racial da escola não tinha nenhuma influencia sobre o desempenho dos pretos (embora se tivesse uma atmosfera violenta, como dito antes) e o mesmo se deduz da avaliação de outros fatos realizados por Alan B. Wilson (* 121).

Seja como fosse, Jencks demonstrou, com razão, que não existe nenhum método para garantir uma atmosfera agradável se se passa da segregação racial à integração total (* 122). Além disso, as melhorias de três pontos, no máximo, se apresentaram só nas escolas primárias; não nas secundárias (* 123); de modo que pode deduzir-se disto que, mediante a integração total, talvez tenha acelerado a maturidade intelectual mas isto não tem conduzido à um aumento do QI do preto adulto.

Além disso, uma coisa é segura: quando os alunos são transportados de um lado da cidade ao outro da mesma para conseguir a mistura racial nas escolas, os resultados de seus testes QI não melhoram de maneira geral. Armor avaliou cinco estudos de diferentes lugares do país e chegou à conclusão que os transportes de estudantes por ônibus não haviam ocasionado nenhum aumento no desempenho dos pretos. Tampouco para a harmonia das relações raciais haviam sido vantajosos estes transportes: os alunos pretos transportados, não só presumiam uma atitude militante, mas que sua atitude de rejeição à integração era ainda maior que a dos alunos do grupo de controle que não haviam sido transportados até as escolas dos brancos. A inimizade, medida por exemplo, pelo grau de simpatia para com as organizações de militantes pretos violentos, se encontrava bastante extensa justamente entre aqueles alunos que alimentavam grandes esperanças (como, por exemplo, seguir níveis superiores de estudo) mas que nos competitivos colégios da periferia urbana obtinham qualificações de nível “C” ou ainda piores. Especialmente importante com relação a este estudo, é que seu autor provinha da esquerda havendo sido presidente da Associação Estudantil de Berkeley (Califórnia) em 1959 e 1960 (* 124).

Assim como o QI não pôde ser aumentado de forma inextinguível, da mesma forma não se obteve nenhuma prova convincente de que o cessar da segregação racial houvesse influenciado sobre o nível final de educação cursado (* 125). Em um grupo, alguns poucos alunos mais entraram posteriormente em um “College” que o qual havia sido a média para seus irmãos mais velhos (*126). Porém, isto não significava nada, pois as exigências para a aceitação dos pretos nos “Colleges” foram diminuídas, dado que, neles, 90% dos estudantes brancos alcançavam uma porcentagem de QI superior ao dos estudantes pretos e a freqüência de reprovação de exames era muito mais elevada entre os pretos que entre os brancos ainda apesar de que, frequentemente, estes exames resultavam “racialmente corrigidos” trocando-se um “reprovado” por um “aprovado” (como ato de ressarcimento por séculos de opressão)(* 127). A pergunta é se isso é feito desta forma, por exemplo, com os pacientes que serão atendidos pelos médicos examinados de acordo com este método de qualificações.

Para os brancos, em todo caso, não é favorável a integração.

Os brancos das escolas primárias integradas obtiveram qualificação, em testes de rendimento escolar, levemente pior que brancos de escolas exclusivamente brancas; como comprovou Wilson na Califórnia (* 128).

Corresponderia agora nos ocupar da muito difundida tese sobre o “circulo infernal da pobreza”.

O argumento é a seguinte: por causa de que os pretos seriam pobres, seus filhos “adquiririam” uma inteligência menor; por causa desta inteligência menor, as crianças voltariam a ser novamente pobres, e assim sucessivamente. Na verdade, de acordo com o senso de 1960 e considerando 12 classes socioeconômicas, 23% dos brancos vivem nas 6 classes superiores, e 85% dos pretos nas 6 inferiores (* 129). Também se comprovou que, quanto mais alto seja o QI, maior é o status em termos estatísticos. Só que esta correlação não nos diz nada sobre de que está causando que coisa aqui. Para estabelecê-lo é necessário analisar um pouco mais cuidadosamente as pesquisas.

Em 1940 foram feitos três testes de QI padrão com uma grande quantidade de alunos brancos e pretos em uma região rural pobre do sul da Virgínia. Foram escolhidos dois grupos de pretos e brancos do mesmo status socioeconômico. Apesar disso, os pretos nunca sobrepuseram o QI médio dos brancos em um valor maior que entre 15 a 20% (* 130).

Exatamente o mesmo acontece do outro lado da escada social: nas duas categorias de status mais altas há 13,6 vezes mais crianças pretas com um QI abaixo de 75 que crianças brancas (*131).

Também nas demais classes sociais se encontra o mesmo resultado: em uma grande amostragem representativa efetuada em 1967 em um distrito escolar californiano, Wilson verificou o valor médio de QI e comparou ambos os grupos depois de catalogar-los em 4 categorias socioeconômicas. Considerou: 1) Profissões livres e empregados executivos; 2) Empregados; 3) Trabalhadores com e sem estudos; 4) Trabalhadores sem emprego, desocupados e receptores de contribuição de “ajuda social”. O QI das crianças pretas da primeira categoria se encontrava 15,5 pontos abaixo das crianças brancas da mesma categoria. Ainda mais significativo foi que até o QI das crianças brancas da categoria inferior (a quarta) ainda estava 3,9 pontos acima do valor do QI médio das crianças pretas da categoria superior (* 132).

Este descobrimento de Wilson não é atípico. Concorda com as pesquisas de Shuey. Segundo estas, as crianças pretas da classe superior se encontram em 2,6 pontos abaixo do QI das crianças brancas da classe inferior (* 133). Shuey comenta: “Parece improvável que as crianças de cor da classe superior e média não tenham mais estímulos culturais que as crianças brancas das classes mais inferiores.”(* 134).

Jencks opina que as diferenças econômicas deveriam ser responsáveis por “não mais de um terço” das diferenças totais quanto à inteligência (* 135). Mas neste cálculo pega somente os dados paternos com o qual, naturalmente resulta que pretos de um maior status têm, uma média, também filhos com um QI mais alto que a média geral dos pretos. Esta correlação não diz nada, porém, sobre as causas. Pois o status e o QI se encontram em relação, o maior QI de certas crianças pretas pode se explicar também pelos genes dos pais. A observação de Jencks deve se interpretar, pois, no sentido de que, no máximo, 1/3 das diferenças se relaciona com o status. Mas não se pode falar de uma relação causal.

Que as diferenças econômicas não influenciam praticamente sobre a inteligência fica demonstrado irrefutavelmente pelo caso dos índios norte-americanos. Como demonstra a pesquisa de Coleman, os índios norte-americanos constituem o grupo mais desfavorecido pelo meio. Em todo fator ambiental alcançam médias inferiores ao qual surge das amostragens efetuadas entre pretos, e considerando-os globalmente, quanto ao seu meio ambiente se encontram abaixo dos pretos como estes estão abaixo dos brancos. Em outras palavras: considerando-os do ponto óptico dos brancos, estão duas vezes tão mal quanto os pretos.

Além disso, os índios se encontram também mais desfavorecidos em muitos outros fatores que Coleman não pesquisou, como por exemplo, em assistência médica, expectativas de vida e mortalidade infantil. Segundo a hipótese ambientalista, os índios teriam que apresentar uma considerável distância abaixo do padrão dos pretos. Deveriam, assim, ter um QI de 70 aproximadamente. Na verdade, porém, tem um QI de 92,5 com o qual se situam por meia distância padrão acima dos pretos. Diferenças a favor das crianças índias se produziram em cada um dos 4 testes de QI empregados por Coleman: inteligência não-verbal, inteligência verbal, compreensão de leitura, e capacidade de cálculo (* 136).

Também os mexicanos que vivem na Califórnia se encontram, quanto a sua posição social e econômica, assim quanto as suas possibilidades educacionais, muito abaixo da media socioeconômica dos pretos. E, não obstante, alcançam em testes de QI resultados muito melhores que estes (* 137).

Os asiáticos orientais residentes na Califórnia, se bem não se encontram socialmente fixados abaixo dos pretos, se colocam (do ponto de vista de seu status socioeconômico e de suas possibilidades educativas) abaixo dos brancos. Apesar disso, considerando-os globalmente, seus desempenhos no teste QI se equiparam com o dos brancos e se encontram até acima dos do branco-médio quando se trata de testes que pesquisam o pensamento abstrato (* 138).

Até o presente, nenhum apostolo ambientalista conseguiu explicar estes dados com a hipótese das classes sociais. Consequentemente, não há mais recursos que aceitar que é o QI o que determina o rendimento escolar e não o pertencer a uma classe social (* 139). O decisivo para a inteligência não é a posição econômica ou a posição social, mas a dotação hereditária. A posição socioeconomicamente baixa dos pretos nos EE.UU. não é responsável por sua menor inteligência que, em boa medida, sua menor inteligência o é por sua baixa posição socioeconômica.

Posto que a hipótese escolar e a hipótese “classista” podem ser consideradas rebatidas, ultimamente o peso da discussão foi transferido ao cedo desenvolvimento da criança. Há uma maior porcentagem de crianças pretas que de crianças brancas que cresce sem um pai. Os representantes da tese ambientalista se agarraram imediatamente à este argumento e lhe atribuíram o déficit no QI. Na pesquisa de Coleman, que foi a que mais provas deu efetivamente, não pôde ser constatada nenhuma influencia sobre a inteligência ou sobre o rendimento escolar proveniente da ausência ou da presença do pai (* 140). Também a extensa pesquisa de Wilson concluiu com que, se bem a ausência do pai pode ter conseqüências quanto ao desenvolvimento da personalidade da criança, não tem, em contraste, muita influencia sobre o nível do que a criança aprende na escola ou sobre sua inteligência (* 141).

Poderia ter relação alguma a diferença no QI com que as mães pretas estimularam menos seus filhos nos anos pré-escolares?

Uma pesquisa de 10 anos realizada por Alfred e Clara Baldwin (1973) concluiu o seguinte: na freqüência das relações entre mãe e filho não há diferenças entre o grupo preto e o branco; tampouco o há na complexidade sintática da fala utilizada nestas relações. Tampouco eram as mães pretas mais severas ou ameaçadoras. Se em um dos grupos as mães se comportavam, a propósito, de um modo mais didático no entretenimento dos jogos com as crianças, essas mães eram precisamente as pretas (*142).

Estes resultados estão, de certa forma, em contradição com o “Milwaukee-Project” de Dick Hebers. Hebers fez trazer diariamente 20 crianças do bairro de Milwaukee, de uma idade de 3 meses em diante, para alojar-los em um ambiente fortemente “enriquecido”. Pelas manhãs eram apanhados de suas famílias levando-os depois à uma escola especial onde uma assistente social qualificada passava todo o dia com uma criança (uma assistente para cada criança) e tentava adiantar, o mais rapidamente possível, à criança em sua evolução mental. Fazia isto brincando com a criança; mediante conversas; mediante tentativas de educação; e mediante uma constante gesticulação de movimentos recíprocos para melhorar otimamente a capacidade intelectual. Pela noite, as crianças eram regularmente devolvidas à suas mães, as quais, por sua parte, receberam ajuda e conselhos do corpo de colaboradores do projeto. Para a idade de 4 anos este grupo tinha um QI médio de 124 pontos (frente a 94 do grupo preto de controle).

Mas, por um lado, Eysenck assinala, e com razão, que os QIs medidos à idade de 4 anos não permitem fazer nenhuma predição confiável sobre o QI do adulto (* 143). Além disso, tento em conta as condições do experimento se pode determinar que a única coisa que se conseguiu foi acelerar o desenvolvimento, mas se com isso se conseguiria um nível final mais alto foi uma questão que ficou aberta. Por outro lado, a ordem metodológica foi pouco e brevemente criticada. Heber, entre outras coisas, teve que reconhecer que as crianças haviam sido especialmente adestradas para os testes (* 143a). Por outro lado, o estudo foi comentado pela imprensa massiva mas não foi publicado por nenhuma revista científica! Em 1974 teria que haver aparecido um relatório final sobre o projeto. Não existe tal relatório até o dia de hoje. Contudo, foi comentado que o grupo “impulsionado” haveria perdido sua vantagem acima do grupo de controle já no terceiro grau (curso) escolar. O “Milwaukee-Project” deveria, com isso, ser incluído entre os experimentos compensatórios que não cumpriram com o que prometiam (* 144).

Que se tratava somente de uma aceleração da maturidade é o que indicam, além, também dos valores do grupo de controle. Apesar de que as crianças do grupo de controle provinham de mães que viviam nos bairros baixos (isto é, de mães que presumivelmente ainda tinham um QI abaixo de 85) ainda assim seu QI à idade de 4 anos era de 94. Isto coincide muito bem com o fato de que, especialmente no comportamento motriz, existe uma maturação precoce nas criaturas pretas. Bayley comprovou que lactentes (bebês que mamam) pretos, em um teste empregado por ele, se desempenhavam melhor durante o 1º ano de vida que os lactentes brancos. Por exemplo, de criaturas entre 9 e 12 meses de idade, somente 30% das brancas, frente a 60% das pretas, aprovavam em testes tais como realizar certos jogos elementares, caminhar com ajuda, estar em pé sem ajuda e caminhar sem ajuda. A maior quantidade de pontos foi obtida pelas criaturas pretas dos distritos mais pobres; os irmãos mais velhos destas criaturas tinham um QI médio de 80, ou seja, abaixo da média preta (* 145).

Todas as hipóteses ambientalistas para explicar o déficit do QI nos pretos, portanto, fracassaram. Inclusive se no futuro aparecessem novas teses ambientalistas estas novas teses não poderiam, apesar de tudo, explicar a totalidade da diferença que há no QI. A diferença média que existe entre gêmeos criados separados (deixando de lado os estudos de Burt) é de 7 pontos de QI (* 146). Esta é, pois, muito provavelmente a diferença média que produzem todas as diferenças ambientais em conjunto; começando pelo desenvolvimento pré-natal, passando por diferente alimentação, relações familiares diferentes, pertencer à uma classe social, e terminando com as diferentes condições de escolaridade. Sete, e não 15 pontos na qual os pretos se diferenciam na verdade.(* 146a).

A objeção feita em seu momento, quanto à que não se saberia se a herança entre os pretos é a mesma que entre os brancos (* 147) foi refutada no intervalo de tempo. Lohelin, entre outros (* 148), e R. T. Osborne (* 149) comprovaram que a herança do QI é, entre os pretos norte-americanos, exatamente tão alta como entre os brancos.

Depois das teses ambientalistas insustentáveis vejamos agora alguns descobrimentos que se podem explicar unicamente pelo fato de que a menor inteligência dos pretos se encontra condicionada hereditariamente. Já tenho exposto que os pretos, em seu desenvolvimento mais inicial, se encontram adiante das criaturas brancas destacando-se notoriamente os lactentes pretos de mães especialmente pouco dotadas. A precocidade observada dura aproximadamente 3 anos. Depois disso, as crianças brancas ultrapassam os pretos. Sobre isto, Eysenck escreve: “Os resultados são importantes por causa de uma regra biológica geral segundo a qual as capacidades cognitivas (do conhecimento ou relativo a ele) e intelectuais de uma espécie em geral são tanto maiores quanto mais se prolongue a primeira infância. Esta regra parece ser válida inclusive dentro de uma determinada espécie. Assim, o precoce desenvolvimento senso-motriz do homem, tal como foi comprovado nos testes de QI de lactentes, se encontra em uma correlação negativa com respeito ao QI definitivo.”(* 150). Com outras palavras: a precocidade dos pretos é um indício de que o nível de desenvolvimento do QI no adulto haverá de ser menor.

E outro descobrimento dos testes de QI também é importante: Jencks refuta ao chamado “circulo infernal da pobreza” demonstrando que milhões de homens brancos têm pais com exatamente tão pouca educação e exatamente tão baixo status profissional como os pais do homem preto médio. Porém (sempre em média) estes brancos obtiveram profissões que se encontram abaixo da média branca em só 7 pontos, com o qual se encontram com 17 pontos acima da média socioeconômica preta. Se os pretos (continua Jencks) houvessem tido, na superação de seus handicaps (dificuldades) socioeconômicos de partida, o mesmo êxito que obteve a maioria dos brancos pobres, então, do ponto de vista socioeconômico, tiveram somente 1/3 do mal que se encontravam realmente em 1962. Mais ainda: as crianças da classe negra elevada; que chegam à mesma profissão, com o mesmo tamanho do grupo familiar e com a mesma educação dos brancos médios; terminam situando-se em 19 pontos socioeconômicos abaixo da profissão do branco médio, isto é: só 5 pontos acima da média preta (* 151).

Jencks só pôde explicar este resultado mediante a discriminação racial efetuada pelos empregadores brancos. Porém, para os empresários (como demonstra o recrutamento de trabalhadores estrangeiros por parte do empresariado alemão e de trabalhadores mexicanos pelo norte-americano) a cor da pele é algo bem pouco relevante se os trabalhadores chegam realmente à produção esperada. O motivo para o relativamente maior aumento no status que demonstram ter os brancos e a evidente queda dos filhos de pretos socialmente bem situados consiste em um fenômeno genético: a regressão à média.

Como já foi demonstrado, pais excepcionalmente dotados têm filhos que, em média, chegam a ter um nível de QI inferior ao paterno; pais fracamente dotados geram filhos de um nível de inteligência geralmente mais alto que o paterno. O prognóstico genético estabelece que: brancos com um QI de 85 terão filhos mais inteligentes (com a tendência a alcançar a média branca de 100) enquanto que pretos com um QI de 85 terão em média filhos que voltarão a ter um QI de 85, pois esse valor é o da média preta. Brancos com um QI de 100 terão filhos que, em média, voltarão a ter um QI de 100, enquanto que pretos com um QI de 100 terão, em média, filhos com uma inteligência menor (com a tendência a voltar à média preta de 85). Este prognóstico, feito sobre a base de descobrimentos genéticos gerais, foi confirmado pelos testes de QI. Duncan, e outros, comprovaram que, em profissões altamente qualificadas, o QI das crianças com pais brancos se encontra muito menos abaixo do nível paterno que o QI das crianças pretas comparando-os com os de seus pais pretos que tem obtido o mesmo status dos brancos (* 152).

Se a menor inteligência dos pretos está geneticamente condicionada, os mulatos (que, portanto, dispõem de uma parte de genes brancos) (* 152a) deveriam ser, em média, mais inteligentes que os pretos mas não tão inteligentes como os brancos. 25% a 30% dos pretos norte-americanos têm genes brancos, de modo que justamente entre eles não foi possível realizar bem este tipo de pesquisa. Existem 18 trabalhos norte-americanos nos quais os pretos de pele mais clara foram pesquisados, nos quais, dado o conjunto de características, se pode supor que devem ter algum antepassado branco. Em 12 destas pesquisas, indivíduos que possuíam um tom de pele mais claro, que não tinham características de fisionomia tão marcadamente negróide, obtiveram melhores resultados no QI (aproximadamente no valor intermediário entre a média branca e a preta) que os pretos de pele mais escura ou fisionomia tipicamente africanas. Em outros 4 estudos, os mulatos obtiveram melhores resultados na maioria mas não na totalidade dos testes, enquanto que em duas pesquisas não surgiram diferenças (* 152b).

Este último fato não refuta a tese genética, pois uma raça está constituída por uma grande complexidade de caracteres diferentes e a cor da pele e a inteligência não resultam determinados pelo mesmo gene. Inclusive, se alguém tem um ou mais antepassados brancos, ainda pode ter uma pele exatamente tão preta como a de um preto racialmente típico e, simultaneamente, pode herdar muito mais de seus antepassados brancos no que se refere à inteligência. Do mesmo modo, e de forma inversa, um mulato de pele incomparavelmente clara pode ter uma mente que não apresenta nenhuma das características de seus antepassados brancos.

Em vista disso, se tem argumentado que os pretos mais claros talvez tenham demonstrado ser mais inteligentes por que haveriam sido mais facilmente aceitos no mundo branco. Mas nos EE.UU. se considera preto a todo aquele que tenha um preto entre seus antepassados, ainda quando 3/4 partes dos mesmos tenham sido brancos. Uma explicação ambientalista, portanto fica excluída.

Na Austrália pesquisaram crianças de escolas eclesiásticas entre os quais havia “indígenas absolutos” e “indígenas parciais” (estes últimos, com uma pequena proporção de antepassados brancos, em geral de 1/8). A pequena proporção de antepassados brancos, não alcançava para modificar o aspecto das crianças, e a parcial ascendência branca era ignorada por eles. Todas as crianças eram educadas em conjunto e as condições ambientais eram iguais. Não obstante, ser a participação de genes brancos muito reduzida, as crianças com algum antepassado branco tiveram um desempenho melhor em cada um dos seis testes de QI utilizados (*152c).

Zimmer, pelo contrário, opina que a questão da inteligência dos mestiços ainda não está resolvida (* 152d). Demonstra um estudo de 1961, efetuado sobre as crianças deixadas para trás pelas tropas de ocupação que tomaram a Alemanha durante a II Guerra Mundial, onde não se encontrou nenhum déficit no QI. Mas ele mesmo menciona uma objeção a este estudo: os pais pretos não são conhecidos e é muito possível que tenham sido mais inteligentes que a média preta. Esta dúvida é até provável se pensar que no teste de recrutamento do Exército norte-americano muitos pretos fracassaram, e portanto, não foram recrutados (* 152e). Além disso, os “pesquisados” eram ainda crianças e já temos visto que as diferenças aumentam com a idade, sendo que em uma idade muito cedo as crianças pretas até tem uma vantagem sobre as brancas. Por último há alguns indícios que apontam a que um alto QI poderia ser dominante. Na geração F1 (representada por estas “crianças de ocupação”) o maior QI da mãe, nesse caso, teria que se destacar. O retorno ao nível inferior deveria assim, ser esperado apenas nos filhos dos que foram pesquisados (geração F2, Lei de Mendel).

De todos os testes deve se extrair, pois, a seguinte conclusão final que formulou Shuey em uma longa e complicada frase:

“a concordância dos resultados dos testes é notável, pois se referem à estudantes e pré-estudantes, à crianças de 6 a 9 e de 10 a 12 anos, à crianças nos graus 1 a 3 e 4 a 7; à estudantes secundários e à estudantes dos “colleges”; a soldados e a oficiais alistados nas Forças Armadas (durante a Primeira Guerra Mundial, durante a Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra da Coréia), a veteranos das Forças Armadas; a pessoas sem teto; a vagabundos; a talentosos; a débeis mentais; a condenados e criminosos; ao fato de que aparecem diferenças entre brancos e pessoas de cor não só nas áreas rurais e urbanas do Sul mas também nos Estados fronteiriços e do Norte; ao fato de que as crianças pré-escolares de cor, os estudantes primários e estudantes secundários que vivem nos Estados do Norte se situaram exatamente tanto abaixo das crianças brancas das cidades do Norte; e além disso, na qual se constataram diferenças médias relativamente pequenas entre o QI das crianças pretas nascidas no Norte e no Sul, mas residentes nas cidades do Norte; também que estudantes pretos obtiveram valores de QI que nos últimos 20 anos se encontram um pouco abaixo dos que se obtiveram entre 1921 e 1944; tendo em conta que se considerou: a tendência nas normas à uma maior variação entre os pretos; a tendência dos mulatos à obter resultados melhores que os grupos que se descrevem como pretos sem mistura ou que são considerados tais; a prova de que a sobreposição média alcança de 7 a 13%; a prova de que as diferenças verificadas parecem ser maiores na análise lógica, no raciocínio lógico e nas provas senso-motrizes que nas provas práticas concretas; a prova de que as diferenças nos problemas verbais podem ser melhores que nas não verbais; a comprovação que o aluno de cor do primário ou do secundário ensino não foi desfavoravelmente influenciado nos resultados do teste pela presença de um examinador branco; o indício de que os pretos podem possuir um menor senso para a valorização pessoal/profissional que os brancos na escola primária, na secundária, no “college” e no “high school”; a suposição não demonstrada (e provavelmente errada) de que os pretos estariam menos motivados que os brancos para realizar os testes; o fato de que se comprovaram diferenças em praticamente todos os testes nos quais o meio ambiente cultural dos brancos pareceu ser similar ao dos pretos, tanto em riqueza como em complexidade; a circunstância de que em muitas comparações, incluídas aquelas em que as pessoas de cor pareciam ter maiores vantagens, os pretos, ou bem representavam seu grupo em uma medida maior, ou bem se encontravam mais fortemente selecionados que os brancos comparados. Todas as provas indicam univocamente que existem diferenças herdadas nos brancos e pretos, tal como tem sido comprovadas pelos testes de inteligência”.

Contudo, se pesquisamos a questão da menor inteligência dos pretos, temos não somente os testes à nossa disposição. Ao longo da Evolução; desde o australopitecino (ou australopitecos), passando pelo Homo Erectus até os seres humanos atuais; se tem dado um constante aumento do tamanho cerebral a tal ponto que este aumento cerebral pode se considerar como a tendência evolutiva própria dos primatas. Não obstante, as raças humanas atuais obtiveram nesse processo valores completamente diferentes (* 153a). Tamanho, forma e estrutura do cérebro e do sistema endócrino são diferentes nas diferentes raças (* 153b).

O professor Connolly teve se ocupado intensivamente disso. O peso médio de 13 cérebros masculinos por ele pesquisados, provenientes de alemães, foi de 1.307 gramas; o de 13 cérebros masculinos pretos foi de 1.201 gramas. Em uma pesquisa anterior, conduzida pelo professor Hrdlicka, o peso médio de 36 cérebros provenientes de homens alemães havia sido de 1.298 gramas e o dos 36 cérebros pretos de 1.198 gramas (* 154). O Dr. F. W. Vint encontrou em seus minuciosos estudos que o peso do cérebro branco europeu (masculino) é, em média, 10% maior que o de um preto africano (* 155).

Apesar de haver sido F. H. Hankins um claro crítico das teorias racistas, ainda assim, constatou que o cérebro do preto é 10% menor que o cérebro do branco (* 156).

O tamanho do cérebro está (* 157), da mesma forma que o tamanho do crânio (* 158), positivamente correlacionado com a inteligência de modo que, de um maior tamanho cerebral, se pode chegar a inferir uma maior inteligência média em termos estatísticos.

Mas muito mais importante que o tamanho é a estrutura do cérebro. Já F. H. Hawkins constatou uma diferente estrutura do cérebro dos pretos comparada com a dos brancos e viu nisso um indício altamente provável de diferenças no talento intelectual médio. No cérebro dos brancos se constatou uma maior quantidade de sinuosidades e relevos (* 159). As regiões frontais e cranianas eram relativamente maiores nos cérebros de brancos enquanto que as regiões temporais eram relativamente maiores nos cérebros de pretos (*160).

O Dr. Vint mediu a espessura de diferentes lâminas (referente à anatomia: Lâmina Basal, Lâmina da Língua e Lâmina Vertebral) e constatou claras diferenças raciais. As lâminas eram, em média, 15% mais finas entre os pretos que entre os brancos (*161). Na lâmina supra-granular (lâmina supra-granularis, lâmina da língua) a diferença chegou até 16%. A camada supra-granular se conecta com a vontade, o autocontrole e o intelecto (* 162). Por isso (partindo do peso médio e de medições do córtex frontal) F. W. Vint chegou à conclusão final que a etapa de desenvolvimento cerebral alcançada pelo nativo africano médio condiz com a de uma criança europeia de 7 a 8 anos (* 163).

A electrofisiologia demonstrou, além disso, que existem diferenças notórias na intensidade, as tensões e a frequência dos cérebros das diferentes raças (* 164). O africano tem um melhor “cérebro auditivo” que um visual; o cérebro do africano está muito menos desenvolvido que o de um europeu (especialmente nos lóbulos frontais) e o eletro-encefalograma dos africanos condiz mais com o das crianças que com o dos adultos europeus (* 165).

A isto se agrega que os encefalogramas de crianças africanas recém nascidas mostram uma maior maturidade física que a normalmente se encontra entre os recém nascidos europeus (* 166). Existem indícios de que as correntes cerebrais poderiam se encontrar em conexão com o QI (* 167), e pelo menos um conjunto de ditas correntes (o potencial opticamente provocado) tem uma herdabilidade de 0,8 (* 168).

Para estes descobrimentos há uma explicação racional que Jensen expôs: “neste país (EE.UU.), os diferentes grupos sociais provem de países geograficamente inteiramente diferentes e tem passado por uma história totalmente diferente. É por isso que estamos expostos a exigências, sociais e econômicas, que tem atuado seletivamente de um modo fundamentalmente diferente. Este fato faz altamente provável que sua estrutura corporal e psíquica genética se diferencie para determinadas formas de comportamento hereditariamente determinadas, incluindo à inteligência e o raciocínio lógico abstrato. Quase todos os sistemas anatômicos, psicológicos e bioquímicos que foram pesquisados, demonstraram ter diferenças raciais. Por que haveria de ser o cérebro uma exceção?” (* 169).

Podemos descobrir a causa da diferente estrutura cerebral, se tivermos em conta que (com exceção dos judeus que foram escolhidos para determinadas profissões, principalmente cargos políticos) a alta inteligência se encontra entre os nórdicos europeus e nos mongóis (antiga Mongólia). Ambos os grupos ao longo de sua filogenia deveram ter sofrido muito, especialmente durante as Eras Glaciais, e ao longo deste processo os incapazes de prever fatos e acontecimento desapareceram sem salvação possível. Os “imprevisores” (que não prevê) não armazenaram alimentos e outras subsistências, não se defenderam o suficiente contra severidades e rigores do clima e terminaram morrendo de fome e de frio. Nos finais da Era Glacial, isto é, há 10.000 anos, os lugares pelos quais os caçadores perseguiam suas presas começaram a apresentar densos bosques. Para dominar esta nova dificuldade, alguns grupos inventaram a agricultura e a pecuária com o qual foram dadas as condições para uma maior densidade demográfica, e com isso, para o surgimento de altas culturas. Com a exceção dos maias, todas as altas culturas surgiram em locais temperados, com diferenças de estação marcadas que obrigaram a uma constante superação das condições ambientais instáveis.

Condições como as descritas tinham que criar vantagens para os indivíduos e os grupos mais inteligentes, Inclusive com muito reduzidas vantagens de reprodução podem surgir valores consideráveis ao longo de um lapso de dezenas de milhares de anos. Lohelin e outros calcularam que, se em um grupo as pessoas com um QI abaixo de 60 tem desvantagens seletivas, enquanto que em outro grupo os integrantes têm desvantagens só se seu QI se encontra abaixo de 65, em 100 gerações (ou 2.500 anos) a diferença média a favor do grupo mais fortemente seletivo chega a 4 pontos de QI, e portanto, em 1.000 gerações (25.000 anos) sobe a 40 pontos de QI (* 170).

A transição do Homo Erectus ao Homo Sapiens acontece entre os “európidos” (descobrimento de Heinheim e Swanscombe) há aproximadamente uns 300.000 anos. Entre os mongóis, que com o sinantropus tem uma linha evolutiva própria, o fato aconteceu há uns 150.000 anos, enquanto que entre os “négridos” os primeiros restos ósseos de Sapiens aparecem há apenas 10.000 anos (* 171). As formas prototípicas das diferentes raças europeias existem há dentre 20.000 a 40.000 anos no mínimo. Tendo em conta a magnitude e a relativa rapidez das mudanças genéticas demográficas que produz até uma pressão seletiva pequena, na verdade ninguém deveria se surpreender de que as raças atuais não se diferenciem mais do que efetivamente se observa.

Mais Informações:

“Raça, Evolução e Comportamento” – J. Philippe Rushton

Metapedia: Race and Intelligence