Diferenças Raciais de Inteligência

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Fonte: Richard Lynn on Race Differences in Intelligence

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Mentiras da Esquerda Destruídas com Descoberta do Gene que Causa o Tamanho do Cérebro e a Inteligência

Cérebros raçasCerca de 100 anos de mentiras e enganos da esquerda, que tem afirmado que a inteligência não é genética, foram destruídas pela ciência da genética.
De acordo com um novo estudo, publicado na redação da Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA), os cientistas definitivamente encontraram os genes que controlam o tamanho do cérebro e a inteligência.
Pior ainda para os liberais, dezenas de estudos descobriram diferenças raciais no tamanho do cérebro, medido por MRI (imagem de ressonância magnética), volume intracraniano, o peso do cérebro na autópsia ou o tamanho externo da cabeça (com ou sem correções para o tamanho do corpo).
A maioria dos estudos foram realizados nas três principais raças: leste-asiáticos, europeus e africanos. Calculando a média de todos os dados, os seguintes valores surgiram: tamanho médio do cérebro para asiáticos = 1364cm3; brancos = 1347cm3; e negros = 1267cm3.

A média geral para os leste-asiáticos foi de 17cm3 mais do que para os brancos e 97cm3 mais do que para os negros. Para mais informações sobre as diferenças raciais no tamanho de cérebro e inteligência, consulte o Capítulo 4 de “Raça, Evolução e Comportamento”, de J. Philippe Rushton.

Uma vez que cada centímetro cúbico de tecido cerebral contém milhões de células cerebrais e bilhões de sinapses, as diferenças raciais no tamanho do cérebro ajudam a explicar as diferenças raciais no QI.
Anunciado como o “maior estudo do cérebro até o presente”, contou com uma equipe de mais de 200 cientistas de 100 instituições em todo o mundo, que colaboraram para mapear os genes humanos que impulsionam ou sabotam a resistência do cérebro a uma variedade de doenças mentais e a doença de Alzheimer.
Além disso, o estudo (também publicado na revista Nature Genetics) encontrou novos genes que controlam “As diferenças no tamanho do cérebro e inteligência.”
“Temos procurado por duas coisas neste estudo”, disse o autor sênior Paul Thompson, professor de neurologia na David Geffen School of Medicine na UCLA e membro da UCLA Laboratory of Neuro Imaging.
“Nós procuramos por genes que aumentam o risco de uma única doença que suas crianças podem herdar. Buscamos também fatores que causam atrofia do tecido e redução do tamanho do cérebro, que é um marcador biológico para doenças como esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, doença de Alzheimer e demência.”

Há três anos, o laboratório de Thompson associou-se com os geneticistas Nick Martin e Margaret Wright, do Instituto Queensland de Pesquisa Médica em Brisbane (Austrália), e com a geneticista Barbara Franke, da Universidade de Radboud Nijmegen Medical Centre, na Holanda.
Os quatro pesquisadores recrutaram laboratórios de imagem cerebral ao redor do mundo para reunir os seus exames cerebrais e dados genômicos, e o Projeto ENIGMA (Enhancing Neuro Imaging Genetics through Meta-Analysis) nasceu.
“Nossos centros individuais não podiam avaliar o suficiente as varreduras do cérebro para se obter resultados definitivos”, disse Thompson, que é também professor de psiquiatria no Instituto Semel de Neurociências e Comportamento Humano na UCLA.
“Ao partilhar os nossos dados com o Projeto ENIGMA, criamos uma amostra grande o suficiente para revelar padrões claros na variação genética e mostrar como estas mudanças alteram fisicamente o cérebro.”
No passado, os neurocientistas selecionaram os genomas de pessoas que sofrem de uma doença cerebral específica e pentearam seu DNA para descobrir uma variante comum.
Neste estudo, os pesquisadores do Projeto ENIGMA mediram o tamanho do cérebro e seus centros de memória em milhares de imagens de ressonância magnética de 21.151 pessoas saudáveis e ao mesmo tempo rastrearam o seu DNA.

“Estudos anteriores descobriram genes de risco para doenças comuns, ainda que nem sempre foi compreendido como esses genes afetam o cérebro”, disse Thompson.
“Isso levou nossa equipe a rastrear as varreduras do cérebro em todo o mundo para genes que diretamente prejudicam ou protegem o cérebro.”

Debruçando-se sobre os dados, os pesquisadores do Projeto ENIGMA exploraram se quaisquer variações genéticas correlacionaram-se ao tamanho do cérebro.
Investigadores do projeto ENIGMA também descobriram genes que explicam as diferenças individuais na inteligência. Eles descobriram que uma variante de um gene chamado HMGA2 afetou o tamanho do cérebro, bem como inteligência da pessoa.
O DNA compreende quatro bases: A (adenina), C (citosina), T (timina) e G (guanina). Pessoas cujo gene HMGA2 realizou uma letra “C” em vez de um “T” em um local específico no gene, possuíam cérebros maiores e pontuavam mais alto nos testes de QI padronizados.
“Esta é uma descoberta muito excitante, que uma única alteração da letra leva a um cérebro maior”, disse Thompson.
“Nós encontramos prova bastante inequívoca apoiando uma ligação genética para a função cerebral e inteligência. Pela primeira vez, temos evidência estanque de como estes genes afetam o cérebro.”

 

As Diferenças do Quociente Intelectual entre grupos de diferentes Raças

Por Georg Rieck

Entre as raças humanas encontramos diferenças bastante facilmente perceptíveis quanto a uma grande quantidade de características como por exemplo: tamanho corporal, proporções físicas, forma do cabelo, distribuição da pilosidade na pele, cor do cabelo, forma do crânio e de aspectos faciais, capacidade craniana e constituição do crânio, grupo sanguíneo, número de vértebras, órgãos sexuais, espessura dos ossos, impressões digitais, metabolismo geral, pressão sanguínea média, temperatura do corpo, capacidade de suportar altas e baixas temperaturas, capacidade das glândulas sudoríparas, odor corporal, composição da cera do ouvido, número de dentes, idade na qual aparece a arcada dentária permanente, relevo das superfícies dentais, duração da gestação, freqüência de gêmeos, freqüência de recém nascidos de um ou outro sexo, grau de maturidade física dos recém nascidos, desenvolvimento encefalográfico da criança pequena, daltonia, destreza visual e auditiva, alergia ao leite, reação galvânica da epiderme, doenças crônicas, freqüência de doenças infecciosas, pigmentação da pele e olhos, etc.etc. (* 68). AS diferenças genéticas aparecem em praticamente todas as comparações anatômicas, psicológicas e bioquímicas efetuadas entre grupos raciais (* 69). Não há nenhuma razão para supor que o cérebro constitua uma exceção a esta regra (* 70). Portanto, há muitos que falam a favor de que existem diferenças raciais também em certas características do comportamento relacionadas com as propriedades físicas do sistema nervoso central (* 71).

Quando se trata das diferentes pressões arteriais que se observam entre as raças, ninguém chamaria e difamaria de “racista” a quem efetuasse este tipo de pesquisas. Mas, desde o momento em que a inteligência é considerada como um valor pela opinião geral, imediatamente se escuta um tremendo “gritedo” cada vez que alguém comprova diferenças hereditariamente orientadas na inteligência. A aversão para ocupar-se cientificamente do tema, ou a tendência a avaliar depois as descobertas com um critério de discriminação ambientalista, se condiz com uma inclinação à tratar de oferecer compensações devido aos crimes cometidos pelos escravistas no passado.(* 72). Mas isto não deve nos impedir de um enfoque científico do tema. (como dizia uma escritora russa da idade média: “ninguém pode ‘prender’ ideias”)

Há duas questões que é preciso separar:

1) Os grupos raciais. Se diferenciam quanto à sua inteligência?

2) Em caso afirmativo: A que se devem estas diferenças?

A melhor maneira de explicar a primeira questão é mediante o estudo de Audrey Shuey publicado em seu livro “The Testing of Negro Intelligence” (“A Comprovação da Inteligência do Preto”) – (2ª edição 1966). Esta obra trata, ao longo de 578 páginas, de 282 pesquisas unitárias que se realizaram entre 1913 e 1965 empregando nelas 81 testes de inteligência diferentes. Em vários testes resultou que os pretos norte-americanos se encontraram, em média, 15 pontos de QI abaixo da média branca. Comparativamente, aproximadamente 6 vezes mais brancos que pretos chegavam a valores de QI acima de 139 e, na mesma comparação 6 vezes mais pretos que brancos caiam abaixo de um QI de 70 (* 72a).

Segundo os muito amplos dados da pesquisa Coleman, apresentada em 1966, também nos testes de QI escolares, os pretos se encontram, em média, abaixo da média de brancos e asiáticos (* 73). As crianças realizam os testes de QI ao começar os graus (cursos) 1, 3, 6, 9 e 12. Os resultados-médios obtidos por crianças índias, mexicano-americanos, porto-riquenhos e pretos (nesta ordem decrescente) foram, de longe, piores que as crianças de ascendência branca ou asiática, e isto, em todos os graus escolares (* 74). Com referencia às normas de atividade grupal, desenvolvidas para avaliar o grau de aprendizagem das matérias elementares que se ensinam nas escolas públicas, o preto norte-americano, com poucas exceções foi incapaz de manter o ritmo com as normas estabelecidas para cada grau (* 75). Os pretos do 12°grau se encontram, por exemplo, uns 4 anos atrasados com respeito a normal, de modo tal que os alunos brancos do 8º superam, por regra, os alunos de cor do décimo-segundo grau nesta área (* 76). Osborne estima que alunos brancos e de cor do sexto grau se diferenciam, em matéria de maturidade intelectual, em uma média por volta de mais de dois anos; enquanto que alunos do décimo grau diferem em cerca de mais de 3 anos (* 77). O socialista Jencks, se bem aceita diferenças um tanto menores, reconhece, não obstante, sobre a base dos dados existentes o seguinte:

“Pelo menos na América do Norte, a criança branca média, em testes padronizados, tem um desempenho melhor em praticamente 15 pontos acima da criança preta média. Esta discrepância se torna evidente já em alunos do 1º grau e se mantém ao longo de todo o período e colegial. Em matéria de idade mental e qualificações, os pretos se encontram progressivamente atrás dos brancos. A criança média preta de 6 anos está atrasada em um ano com respeito à criança média branca de 6 anos. Para a idade de 12 anos, a criança média preta alcança a obter, aproximadamente, os mesmos resultados de teste que a criança média branca de 10 anos. O jovem médio preto de 18 tem resultados comparáveis com o de uma criança de 14 ou 15 anos (*78). Em nenhuma pesquisa se pode constatar uma igualdade de resultados.”

A modo de exemplo, mencionaremos aqui a um dos testes mais amplos e conceituados que se tenha efetuado. Nos referimos à comprovação realizada sobre 12.000 alunos brancos e 5.500 alunos de cor em Wilmington, Carolina do Norte. Se utilizaram diferentes testes de QI psicológicos, entre eles especialmente o “Otis Quick Scoring Mental Ability Test”. (em bom português, Teste de Habilidades Mentais “Rápidas”)

Em 1956 a medição nos graus (cursos) 7, 8 e 9 lançou para os brancos uma média de QI de 99,55 e para os pretos uma de 81,24. Em 1959 se verificou o mesmo grupo que agora já havia avançado aos graus 10, 11 e 12, processo durante o qual certa porcentagem de alunos que não puderam sustentar o ritmo de estudos havia ficado pelo caminho. Os pretos tiveram um QI médio de 84,62; os brancos uma média de 101,98. Nenhum aluno preto chegou a obter 120 pontos ou mais, enquanto que 7,2% dos brancos chegou a ultrapassar essa cifra. Por outro lado, só 0,2% dos alunos brancos caiu abaixo de 70 pontos contra 6,6% dos pretos (* 79).

O material é “massacrador”. Justamente por isso capitulou nesta área um dos mais tenazes defensores da igualdade racial na área da inteligência. O professor Otto Klineberg, disse já em 1963: “no que a testes mentais concerne, a questão não consiste em estabelecer se, em média, as crianças pretas obtém resultados mais baixos que os brancos. Que isso é assim não pode ser posto em dúvida”(* 80)

Que as diferenças existem já não pode ser discutido e, na verdade, hoje somente as trata de negar certos jornalismos mais preocupados por argumentos ideológicas que por fatos cientificamente comprovados. Porém, também no ambiente acadêmico, os partidários do “ambientalismo” (as diferenças se devem ao ambiente de desenvolvimento do menor) decididamente construíram rapidamente uma nova linha de defesa fortalecendo-se atrás das causas que poderiam estar ocasionando as diferenças.

Segundo estas teorias, os testes mostrariam diferenças, mas isso não significaria de maneira inevitável que a inteligência dos pretos seja menor. Talvez a inteligência tão só não resultava corretamente expressa dada a inadequação dos testes para diferentes grupos raciais; ou o idioma dos testes não seria compreensível para os pretos; ou os resultados dos testes resultariam falsificados pelo domínio dos examinadores de uma raça hostil dos examinados.

Todos estes argumentos foram pesquisados. No momento, se verificou o argumento principal dos apóstolos ambientalistas quanto a que os testes de QI não seriam culturalmente neutros mas que estariam projetados para o estilo e o saber da classe média branca, com o qual outros grupos econômicos e raciais resultavam desfavorecidos.

Com toda segurança é certo que, dados outro idioma, outra cultura e outra escala de valores, o emprego de testes desenvolvidos por uma raça pode resultar de problemática aplicação à outra raça completamente diferente. (!!!!) Mas os pretos dos EE.UU. vivem ali há mais de 300 anos, junto com os brancos, no mesmo meio, e falam o mesmo idioma. Na medida em que se argumenta que seu nível lingüístico é inferior, o argumento resulta inconsistente. Precisamente, nos testes lingüísticos, os pretos, apresentam resultados melhores que naqueles (mais mentais ou mais eqüitativos culturalmente falando) na qual se comprova a capacidade de dedução lógica (* 81). Justamente testes culturalmente eqüitativos dão para os pretos, em média, valores um tanto inferiores aos quais dão os testes convencionais como, por exemplo, o de Stanford-Binet ou o de Wechsler. Além disso, em testes que se relacionam com capacidade de abstração, os pretos apresentam também um desempenho inferior (* 82). Se os testes de QI não fossem culturalmente neutros, os pretos deveriam obter resultados especialmente desfavoráveis com problemas de conteúdo cultural, e acima de tudo, com problemas de índole lingüística o qual, precisamente, não é o caso.

Pelos demais assuntos (para excluir as possíveis interferências negativas do inglês padrão) vários testes foram traduzido à “linguagem” dos bairros pretos. Três estudos deste tipo não conseguiram melhores resultados (*83). Para “denunciar” a importância lingüística dos testes, o psicólogo preto Robert J. Williams inventou um teste (The Bitch) (literalmente: “a prostituta” N. do T.) na qual os brancos ficavam geralmente pior que os pretos. Mas resulta que este teste não verificava a inteligência mas que se limitava a perguntar sobre o significado de 100 palavras tiradas da linguagem do ghetto preto, como por exemplo “Blood” (literalmente: “sangue”, utilizado para significar: “irmão de cor”)(* 84). Obviamente, com a discussão do QI, este teste não tem nada que ver.

Se os testes estivessem especialmente projetados para brancos resultaria inexplicável por que certos grupos brancos obtêm resultados relativamente pobres. Portugueses, espanhóis ou irlandeses têm um QI sensivelmente inferior ao de um branco americano médio (* 85). Provas de aptidão no exército norte americano, demonstraram que os recrutas provenientes dos paises germânicos com predominante proporção de raça branca nórdica obtinham resultados marcadamente superiores aos que aqueles recrutas cuja origem se situava na Turquia, Grécia, Rússia, Itália e Polônia (* 86). As 1.500 crianças californianas de Terman com um QI de aproximadamente de 150 eram compostas majoritariamente de europeus do norte, europeus do oeste, assim como de judeus; enquanto que apenas estavam representados os membros de povos românicos, europeus orientais não-judeus, e pretos (*86a).

Mas é possível que os testes estejam projetados justamente para grupos judeus (muitos psicólogos são judeus), ou para norte-americanos nórdicos (que constituem a maioria dos brancos dada a história da imigração norte-americana), explicando-se deste modo que precisamente estes grupos obtém sempre resultados melhores?

O aceitar esta suposição se contradiz com o fato de que outros grupos não-brancos conseguem resultados surpreendentemente altos. Os esquimós do ártico, assim como os japoneses, (do Japão, não dos que vivem nos EE.UU.) apresentam em determinados testes de inteligência resultados tão altos como os dos brancos norte-americanos, e até mais altos ainda, não obstante, havendo-se desenvolvido de um modo completamente isolado dos padrões culturais da classe média branca norte-americana (*87).

Jensen verificou que em mexicanos em cujas famílias só 19,7% falava inglês comparando-os com grupos de controle onde 96,5% (entre os brancos) e 98,2% (entre famílias pretas) falava inglês como único idioma. Para 14,2% dos mexicanos o espanhol ou algum outro idioma estrangeiro era o único idioma utilizado. Além disso, os mexicanos provinham da classe socioeconômica mais baixa; se encontram, em comparação com os brancos, em uma situação mais de três vezes pior que os pretos. Os mexicanos, embora tivessem desempenho muito abaixo dos brancos americanos em testes verbais e em testes de desempenho escolar, superaram, não obstante, claramente os pretos. Em testes de inteligência não-lingüística os mexicanos estiveram tão só um pouco abaixo dos brancos mas claramente acima dos pretos. Quanto à “memória mecânica”, pelo contrário, brancos e pretos, se encontram iguais e os mexicanos resultavam inferiores a ambos os grupos (* 88).

Em conseqüência, não existe prova alguma para afirmar a coincidência cultural dos testes (* 89) e as teses a respeito podem ser reputadas de falsas.

Agora, se a questão não se encontra nos testes, não poderia encontrá-las na raça dos examinadores? O fato é que as crianças pretas não obtêm melhores resultados quando são examinados por professores ou examinadores de sua mesma cor de pele (* 90).

Se os pretos não ficam intimidados pelo examinador, não será que tem medo dos testes? – Ao contrário: o maior temor ao teste foi medido em brancos (* 91).

Finalmente, se afirmou que para os pretos simplesmente faltava a motivação necessária para se destacar em uns testes que haveria projetado a classe dirigente branca. Se isto fosse certo, outros grupos sub-privilegiados deveriam se comportar de um modo similarmente apático. Os índios são até famosos por sua apatia e compartilham os “complexos de inferioridade” com os pretos. Seguramente, se encontram mais fortemente discriminados que os pretos (na verdade, foram tiradas as suas terras que lhes pertenciam). E, porém, nos testes estão mais bem colocados que os pretos (* 92).

Com respeito à outros assuntos, Eysenck verificou que havia grupos brancos que, as vezes, foram motivados (por prêmios em dinheiro, doces, presentes, ameaças como conseqüência de um mal desempenho,etc. etc.) e as vezes não foram. Não se observaram variantes significativas nos valores dos testes ao compará-los com outros grupos de controle (* 93). As diferenças que aparecem nos testes não podem ser relacionadas com uma predisposição favorável para o teste nem com diferenças nas capacidades senso-motrizes, a velocidade de trabalho, ou a diligencia. Nem sequer parcialmente. Em nenhum caso destes fatores existem, entre brancos e pretos, diferenças raciais observáveis (*94).

Do que antecede, se deduz que os testes não somente medem pontuações menores no QI mas que os pretos tem uma inteligência menor. Em todo caso, isto é o que se tem comprovado para os pretos norte-americanos. Com grupos que falam outro idioma existem dificuldades para a padronização dos testes. Se pode utilizar, porém, o Test de Maze, que tem desenvolvido o professor Stanley D. Porteus e que resulta especialmente adequado para medir previsão, planejamento e curiosidade ou interesse intelectual. Segundo este teste, os australianos nativos da Austrália Central alcançam (medindo-os em comparação com os brancos norte-americanos) uma idade mental de 12,08 e os do Noroeste uma de 10,48 anos (* 95). Ultrapassam com isso aos Sakai-Jeram das regiões costeiras de Perak (8,02 anos) e aos bosquímanos do Kalahari (7,56 anos) (* 96). A pesquisa destes casos com outros testes seria muito desejado.

A que se deve a menor inteligência dos pretos?

Esta pergunta não é puramente acadêmica, pois, se se pudessem descobrir causas ambientais para a menor inteligência dos pretos, teria-se na mão a chave para aumentar sua inteligência efetuando as mudanças adequadas em seu ambiente e meio ambiente. Isto, além disto, teria enorme importância para a economia interna dos EE.UU. dado que a proporcionalmente alta quantidade distribuída dos débeis mentais existentes na população preta significa, em uma sociedade altamente tecnológica (elevada), o desemprego quase inevitável; constituindo, simultaneamente, um grande problema social e criminal.

Eventualmente, se tem suposto que uma pior alimentação dos pretos seria o responsável por seu déficit no QI. Como conseqüência da pesquisa realizada na Holanda depois de 1945 já temos visto que este argumento não resiste à análise(* 97). Além disso, a alimentação do preto norte-americano não é tão extremamente má como para produzir lesões irreversíveis e, por outro lado, os hábitos alimentares da população branca também deixam muito a desejar, se não em quantidade, certamente em qualidade e valor nutritivo neto.

Depois, se opinou que uma discriminação social geral haveria decaído os resultados. Mas então seria inexplicável por que alguns pretos se encontram acima da média branca (* 98). Além disso, outros grupos raciais dos EE.UU teriam que ter, então, um rendimento muito pior do que demonstram ter. Os asiáticos orientais padecem nesse país desde sempre por motivos raciais e as primeiras leis imigratórias norte-americanas foram feitas contra os chineses já no século passado. Mais ainda: os descendentes de japoneses, nascidos nos EE.UU., foram indiscriminadamente confinados em campos de concentração norte-americanos durante a II Guerra Mundial e, ainda por cima, foram confiscados seus bens depois da guerra. E apesar de tudo, chineses e japoneses alcançaram nestes testes de QI valores parcialmente maiores que os brancos (* 99).

Em 1939 em Kent County (Ontário, Canadá) se verificaram alunos de cor cujos antepassados haviam fugido para o Canadá já antes da guerra civil norte-americana (*100). Desde 1890 os pretos desfrutavam aqui de completa igualdade de educação (* 101). “Aqui o preto… não só é livre, mas que se encontra, quanto a toda vantagem política e social, sob a mesma base que os brancos.” (*102) Em todos os testes (tanto nos baseados em linguagem como nos linguisticamente neutros) os alunos brancos tiveram vantagem com relação aos pretos dentre 15 e 19 pontos de QI em média. “Evidentemente a igualdade social e econômica da qual usufruíam as crianças pretas no Canadá, não fez que aumentassem seus pontos comparados com os dos brancos.” (* 103)

Os pretos da Jamaica, que há um século vivem em um Estado próprio sem dominação branca, têm um QI médio de 75, isto é: ainda 10 pontos abaixo dos pretos norte-americanos.

Assim é como Jencks, referindo-se à esta tese que possui grande popularidade em um amplo espectro da opinião pública norte-americana, estabelece em forma mais bem resumida: “a discriminação racial parece se manifestar só de um modo insignificante.” (* 104).

Um conjunto de tentativas de explicação ambientalistas, que haverei de tratar posteriormente, se baseia na suposta importância da escola na formação da inteligência.

Um dos argumentos é que os pretos usufruem de menor escolaridade que os brancos. Desde 1900 a escolaridade completa tem crescido, porém, mais rapidamente para os pretos que para os brancos. Pretos que nasceram durante a II Guerra Mundial disponíam em média de um ano de escolaridade a menos que os brancos (* 105). Porém, como sinalam tanto Shuey (* 106) como também Jencks (* 107), nos últimos 50 anos os valores do QI dos pretos não aumentaram (* 108).

O ano que os pretos vão menos à escola que os brancos não pode ser declarado como um deserção escolar produzida pelo “racismo branco”, mas que se explica por uma menor inclinação ao estudo como conseqüência de uma menor inteligência. Um branco nascido durante a II Guerra Mundial que dispusesse de um QI de 85 recebia uma média de 10,6 anos de escolaridade em cifras redondas. O preto típico nascido durante o mesmo período, chegava com um QI de 85 à escola e recebia 11 anos de educação escolar. Os pretos não somente desejam mais escolaridade que os brancos de similar QI. Também obtém mais escolaridade (* 109).

Mas, não será que a qualidade da escolaridade oferecida é menor? Até para o Relatório Coleman era um dogma que para as escolas negras eram concedidos menos investimentos para materiais didáticos e que os docentes eram mais mal pagos, de tal forma que os melhores professores iam para as escolas brancas. O Relatório Coleman, que pesquisou 645.000 alunos em mais de 3.000 escolas por todas as regiões dos EE.UU., comprovou que, contrariamente à impressão generalizada, podia-se constatar uma grande semelhança na infra-estrutura didática, nos planos de estudo e nas qualidades mensuráveis do pessoal docente de escolas brancas e pretas (* 110). Jencks oferece alguns exemplos, dos quais se deduz que, em parte, nas escolas negras obtiveram ainda uma maior disponibilidade de meios (* 111). Na pesquisa escolar de Wilmington, citada anteriormente como modo de exemplo, resultou que os professores das escolas negras haviam estudado durante uma maior quantidade de anos na Universidade que os professores das escolas brancas; haviam-se recebido há menos tempo; uma maior porcentagem deles havia obtido diplomas e certificados, e seu salário médio era, além disso, superior (* 112). Apesar destas vantagens, as crianças de cor tinham, como já foi demonstrado, um rendimento substancialmente pior que os alunos brancos.

Para os peritos e conhecedores destes assuntos, o que seguia já não era surpreendente. Contra uma opinião amplamente estendida, o Relatório Coleman constatava que as diferenças na infra-estrutura didática, (laboratórios de física, química, etc) nos planos de estudo e nas características dos professores, tinham uma influencia muito fraca sobre os resultados obtidos, tanto por crianças brancas, como por pretos (* 113). Portanto, tampouco surpreende que não se obtivessem resultados mensuráveis (exceto o de uma maior quantidade de docentes) como conseqüência de que, entre 1962 e 1972, o investimento para a educação fosse aumentado em 9,7% anual colocando-se em 1/3 acima do crescimento do produto interno bruto (* 11A).

Não será, então, que a segregação racial nas escolas é a responsável pela menor inteligência?

Os defensores da integração racial sustentavam, até a aparição do Relatório Coleman, que mediante a integração os alunos pretos teriam “vantagens escolares” (em todos os sentidos possíveis da palavra vantagem) das quais não haviam usufruído antes. Posteriormente, o argumento teve que ser arquivado. Além disto, se suporia que os professores nas escolas sem segregação esperavam mais dos alunos pretos que os professores das escolas com segregação racial; motivo pelo qual os alunos pretos aprenderiam mais nas primeiras. Para este argumento não existem indícios (* 115). Posto que, na comparação dos resultados, os alunos pretos obtêm um perfil menor, até poderia surgir a atitude contrária nos professores das escolas integradas.

Tampouco se baseia em prova alguma a suposição de que a integração racial poderia talvez convencer o aluno preto de que tem uma oportunidade de obter êxito na sociedade mais ampla (* 116). Justamente, quando o preto tem todos os dias diante de si brancos de maior rendimento, a situação conduz ao desalento. A conseqüência deste desalento; o sentimento de não poder chegar tão alto depois de tudo; conduz a agressões que produzem não só brigas e agressões com estudantes e com professores, estupros de companheiras de classe e professoras, a necessidade de patrulhas policiais constantes pelos corredores da escola, (como em Nova York), a vigilância por câmeras nas salas de aulas, que os professores portem armas; mas, inclusive, a destruição dos elementos escolares e até o incêndio das escolas (* 117).

O último argumento é, finalmente, que mediante a integração racial os alunos pretos se poriam em contato com companheiros de classe que dominam certas matérias (por exemplo, a “gramática padrão”) que à muitos alunos pretos fazem falta. O qual, em si, é certo. Mas quando as relações (como acontece em muitas escolas integradas) são superficiais, agressivas e até violentas, é muito difícil imaginar as vantagens que disso poderiam provir (* 118). Por outro lado, não é de estranhar que os resultados obtidos pelas crianças pretas, em escolas integradas que tem uma atmosfera tensa ou ameaçadora, seja pior que as obtidas por crianças pretas em escolas exclusivamente negras (* 119).

Pettigrew e Jencks deduziram dos dados do Relatório Coleman que as crianças pretas se desempenhavam melhor com uma integração harmoniosa (atmosfera amistosa na aula) que em escolas exclusivamente negras (* 120). Pelo contrário, S. Bowels e H. M. Kevin revisaram as cifras e comprovaram que a composição racial da escola não tinha nenhuma influencia sobre o desempenho dos pretos (embora se tivesse uma atmosfera violenta, como dito antes) e o mesmo se deduz da avaliação de outros fatos realizados por Alan B. Wilson (* 121).

Seja como fosse, Jencks demonstrou, com razão, que não existe nenhum método para garantir uma atmosfera agradável se se passa da segregação racial à integração total (* 122). Além disso, as melhorias de três pontos, no máximo, se apresentaram só nas escolas primárias; não nas secundárias (* 123); de modo que pode deduzir-se disto que, mediante a integração total, talvez tenha acelerado a maturidade intelectual mas isto não tem conduzido à um aumento do QI do preto adulto.

Além disso, uma coisa é segura: quando os alunos são transportados de um lado da cidade ao outro da mesma para conseguir a mistura racial nas escolas, os resultados de seus testes QI não melhoram de maneira geral. Armor avaliou cinco estudos de diferentes lugares do país e chegou à conclusão que os transportes de estudantes por ônibus não haviam ocasionado nenhum aumento no desempenho dos pretos. Tampouco para a harmonia das relações raciais haviam sido vantajosos estes transportes: os alunos pretos transportados, não só presumiam uma atitude militante, mas que sua atitude de rejeição à integração era ainda maior que a dos alunos do grupo de controle que não haviam sido transportados até as escolas dos brancos. A inimizade, medida por exemplo, pelo grau de simpatia para com as organizações de militantes pretos violentos, se encontrava bastante extensa justamente entre aqueles alunos que alimentavam grandes esperanças (como, por exemplo, seguir níveis superiores de estudo) mas que nos competitivos colégios da periferia urbana obtinham qualificações de nível “C” ou ainda piores. Especialmente importante com relação a este estudo, é que seu autor provinha da esquerda havendo sido presidente da Associação Estudantil de Berkeley (Califórnia) em 1959 e 1960 (* 124).

Assim como o QI não pôde ser aumentado de forma inextinguível, da mesma forma não se obteve nenhuma prova convincente de que o cessar da segregação racial houvesse influenciado sobre o nível final de educação cursado (* 125). Em um grupo, alguns poucos alunos mais entraram posteriormente em um “College” que o qual havia sido a média para seus irmãos mais velhos (*126). Porém, isto não significava nada, pois as exigências para a aceitação dos pretos nos “Colleges” foram diminuídas, dado que, neles, 90% dos estudantes brancos alcançavam uma porcentagem de QI superior ao dos estudantes pretos e a freqüência de reprovação de exames era muito mais elevada entre os pretos que entre os brancos ainda apesar de que, frequentemente, estes exames resultavam “racialmente corrigidos” trocando-se um “reprovado” por um “aprovado” (como ato de ressarcimento por séculos de opressão)(* 127). A pergunta é se isso é feito desta forma, por exemplo, com os pacientes que serão atendidos pelos médicos examinados de acordo com este método de qualificações.

Para os brancos, em todo caso, não é favorável a integração.

Os brancos das escolas primárias integradas obtiveram qualificação, em testes de rendimento escolar, levemente pior que brancos de escolas exclusivamente brancas; como comprovou Wilson na Califórnia (* 128).

Corresponderia agora nos ocupar da muito difundida tese sobre o “circulo infernal da pobreza”.

O argumento é a seguinte: por causa de que os pretos seriam pobres, seus filhos “adquiririam” uma inteligência menor; por causa desta inteligência menor, as crianças voltariam a ser novamente pobres, e assim sucessivamente. Na verdade, de acordo com o senso de 1960 e considerando 12 classes socioeconômicas, 23% dos brancos vivem nas 6 classes superiores, e 85% dos pretos nas 6 inferiores (* 129). Também se comprovou que, quanto mais alto seja o QI, maior é o status em termos estatísticos. Só que esta correlação não nos diz nada sobre de que está causando que coisa aqui. Para estabelecê-lo é necessário analisar um pouco mais cuidadosamente as pesquisas.

Em 1940 foram feitos três testes de QI padrão com uma grande quantidade de alunos brancos e pretos em uma região rural pobre do sul da Virgínia. Foram escolhidos dois grupos de pretos e brancos do mesmo status socioeconômico. Apesar disso, os pretos nunca sobrepuseram o QI médio dos brancos em um valor maior que entre 15 a 20% (* 130).

Exatamente o mesmo acontece do outro lado da escada social: nas duas categorias de status mais altas há 13,6 vezes mais crianças pretas com um QI abaixo de 75 que crianças brancas (*131).

Também nas demais classes sociais se encontra o mesmo resultado: em uma grande amostragem representativa efetuada em 1967 em um distrito escolar californiano, Wilson verificou o valor médio de QI e comparou ambos os grupos depois de catalogar-los em 4 categorias socioeconômicas. Considerou: 1) Profissões livres e empregados executivos; 2) Empregados; 3) Trabalhadores com e sem estudos; 4) Trabalhadores sem emprego, desocupados e receptores de contribuição de “ajuda social”. O QI das crianças pretas da primeira categoria se encontrava 15,5 pontos abaixo das crianças brancas da mesma categoria. Ainda mais significativo foi que até o QI das crianças brancas da categoria inferior (a quarta) ainda estava 3,9 pontos acima do valor do QI médio das crianças pretas da categoria superior (* 132).

Este descobrimento de Wilson não é atípico. Concorda com as pesquisas de Shuey. Segundo estas, as crianças pretas da classe superior se encontram em 2,6 pontos abaixo do QI das crianças brancas da classe inferior (* 133). Shuey comenta: “Parece improvável que as crianças de cor da classe superior e média não tenham mais estímulos culturais que as crianças brancas das classes mais inferiores.”(* 134).

Jencks opina que as diferenças econômicas deveriam ser responsáveis por “não mais de um terço” das diferenças totais quanto à inteligência (* 135). Mas neste cálculo pega somente os dados paternos com o qual, naturalmente resulta que pretos de um maior status têm, uma média, também filhos com um QI mais alto que a média geral dos pretos. Esta correlação não diz nada, porém, sobre as causas. Pois o status e o QI se encontram em relação, o maior QI de certas crianças pretas pode se explicar também pelos genes dos pais. A observação de Jencks deve se interpretar, pois, no sentido de que, no máximo, 1/3 das diferenças se relaciona com o status. Mas não se pode falar de uma relação causal.

Que as diferenças econômicas não influenciam praticamente sobre a inteligência fica demonstrado irrefutavelmente pelo caso dos índios norte-americanos. Como demonstra a pesquisa de Coleman, os índios norte-americanos constituem o grupo mais desfavorecido pelo meio. Em todo fator ambiental alcançam médias inferiores ao qual surge das amostragens efetuadas entre pretos, e considerando-os globalmente, quanto ao seu meio ambiente se encontram abaixo dos pretos como estes estão abaixo dos brancos. Em outras palavras: considerando-os do ponto óptico dos brancos, estão duas vezes tão mal quanto os pretos.

Além disso, os índios se encontram também mais desfavorecidos em muitos outros fatores que Coleman não pesquisou, como por exemplo, em assistência médica, expectativas de vida e mortalidade infantil. Segundo a hipótese ambientalista, os índios teriam que apresentar uma considerável distância abaixo do padrão dos pretos. Deveriam, assim, ter um QI de 70 aproximadamente. Na verdade, porém, tem um QI de 92,5 com o qual se situam por meia distância padrão acima dos pretos. Diferenças a favor das crianças índias se produziram em cada um dos 4 testes de QI empregados por Coleman: inteligência não-verbal, inteligência verbal, compreensão de leitura, e capacidade de cálculo (* 136).

Também os mexicanos que vivem na Califórnia se encontram, quanto a sua posição social e econômica, assim quanto as suas possibilidades educacionais, muito abaixo da media socioeconômica dos pretos. E, não obstante, alcançam em testes de QI resultados muito melhores que estes (* 137).

Os asiáticos orientais residentes na Califórnia, se bem não se encontram socialmente fixados abaixo dos pretos, se colocam (do ponto de vista de seu status socioeconômico e de suas possibilidades educativas) abaixo dos brancos. Apesar disso, considerando-os globalmente, seus desempenhos no teste QI se equiparam com o dos brancos e se encontram até acima dos do branco-médio quando se trata de testes que pesquisam o pensamento abstrato (* 138).

Até o presente, nenhum apostolo ambientalista conseguiu explicar estes dados com a hipótese das classes sociais. Consequentemente, não há mais recursos que aceitar que é o QI o que determina o rendimento escolar e não o pertencer a uma classe social (* 139). O decisivo para a inteligência não é a posição econômica ou a posição social, mas a dotação hereditária. A posição socioeconomicamente baixa dos pretos nos EE.UU. não é responsável por sua menor inteligência que, em boa medida, sua menor inteligência o é por sua baixa posição socioeconômica.

Posto que a hipótese escolar e a hipótese “classista” podem ser consideradas rebatidas, ultimamente o peso da discussão foi transferido ao cedo desenvolvimento da criança. Há uma maior porcentagem de crianças pretas que de crianças brancas que cresce sem um pai. Os representantes da tese ambientalista se agarraram imediatamente à este argumento e lhe atribuíram o déficit no QI. Na pesquisa de Coleman, que foi a que mais provas deu efetivamente, não pôde ser constatada nenhuma influencia sobre a inteligência ou sobre o rendimento escolar proveniente da ausência ou da presença do pai (* 140). Também a extensa pesquisa de Wilson concluiu com que, se bem a ausência do pai pode ter conseqüências quanto ao desenvolvimento da personalidade da criança, não tem, em contraste, muita influencia sobre o nível do que a criança aprende na escola ou sobre sua inteligência (* 141).

Poderia ter relação alguma a diferença no QI com que as mães pretas estimularam menos seus filhos nos anos pré-escolares?

Uma pesquisa de 10 anos realizada por Alfred e Clara Baldwin (1973) concluiu o seguinte: na freqüência das relações entre mãe e filho não há diferenças entre o grupo preto e o branco; tampouco o há na complexidade sintática da fala utilizada nestas relações. Tampouco eram as mães pretas mais severas ou ameaçadoras. Se em um dos grupos as mães se comportavam, a propósito, de um modo mais didático no entretenimento dos jogos com as crianças, essas mães eram precisamente as pretas (*142).

Estes resultados estão, de certa forma, em contradição com o “Milwaukee-Project” de Dick Hebers. Hebers fez trazer diariamente 20 crianças do bairro de Milwaukee, de uma idade de 3 meses em diante, para alojar-los em um ambiente fortemente “enriquecido”. Pelas manhãs eram apanhados de suas famílias levando-os depois à uma escola especial onde uma assistente social qualificada passava todo o dia com uma criança (uma assistente para cada criança) e tentava adiantar, o mais rapidamente possível, à criança em sua evolução mental. Fazia isto brincando com a criança; mediante conversas; mediante tentativas de educação; e mediante uma constante gesticulação de movimentos recíprocos para melhorar otimamente a capacidade intelectual. Pela noite, as crianças eram regularmente devolvidas à suas mães, as quais, por sua parte, receberam ajuda e conselhos do corpo de colaboradores do projeto. Para a idade de 4 anos este grupo tinha um QI médio de 124 pontos (frente a 94 do grupo preto de controle).

Mas, por um lado, Eysenck assinala, e com razão, que os QIs medidos à idade de 4 anos não permitem fazer nenhuma predição confiável sobre o QI do adulto (* 143). Além disso, tento em conta as condições do experimento se pode determinar que a única coisa que se conseguiu foi acelerar o desenvolvimento, mas se com isso se conseguiria um nível final mais alto foi uma questão que ficou aberta. Por outro lado, a ordem metodológica foi pouco e brevemente criticada. Heber, entre outras coisas, teve que reconhecer que as crianças haviam sido especialmente adestradas para os testes (* 143a). Por outro lado, o estudo foi comentado pela imprensa massiva mas não foi publicado por nenhuma revista científica! Em 1974 teria que haver aparecido um relatório final sobre o projeto. Não existe tal relatório até o dia de hoje. Contudo, foi comentado que o grupo “impulsionado” haveria perdido sua vantagem acima do grupo de controle já no terceiro grau (curso) escolar. O “Milwaukee-Project” deveria, com isso, ser incluído entre os experimentos compensatórios que não cumpriram com o que prometiam (* 144).

Que se tratava somente de uma aceleração da maturidade é o que indicam, além, também dos valores do grupo de controle. Apesar de que as crianças do grupo de controle provinham de mães que viviam nos bairros baixos (isto é, de mães que presumivelmente ainda tinham um QI abaixo de 85) ainda assim seu QI à idade de 4 anos era de 94. Isto coincide muito bem com o fato de que, especialmente no comportamento motriz, existe uma maturação precoce nas criaturas pretas. Bayley comprovou que lactentes (bebês que mamam) pretos, em um teste empregado por ele, se desempenhavam melhor durante o 1º ano de vida que os lactentes brancos. Por exemplo, de criaturas entre 9 e 12 meses de idade, somente 30% das brancas, frente a 60% das pretas, aprovavam em testes tais como realizar certos jogos elementares, caminhar com ajuda, estar em pé sem ajuda e caminhar sem ajuda. A maior quantidade de pontos foi obtida pelas criaturas pretas dos distritos mais pobres; os irmãos mais velhos destas criaturas tinham um QI médio de 80, ou seja, abaixo da média preta (* 145).

Todas as hipóteses ambientalistas para explicar o déficit do QI nos pretos, portanto, fracassaram. Inclusive se no futuro aparecessem novas teses ambientalistas estas novas teses não poderiam, apesar de tudo, explicar a totalidade da diferença que há no QI. A diferença média que existe entre gêmeos criados separados (deixando de lado os estudos de Burt) é de 7 pontos de QI (* 146). Esta é, pois, muito provavelmente a diferença média que produzem todas as diferenças ambientais em conjunto; começando pelo desenvolvimento pré-natal, passando por diferente alimentação, relações familiares diferentes, pertencer à uma classe social, e terminando com as diferentes condições de escolaridade. Sete, e não 15 pontos na qual os pretos se diferenciam na verdade.(* 146a).

A objeção feita em seu momento, quanto à que não se saberia se a herança entre os pretos é a mesma que entre os brancos (* 147) foi refutada no intervalo de tempo. Lohelin, entre outros (* 148), e R. T. Osborne (* 149) comprovaram que a herança do QI é, entre os pretos norte-americanos, exatamente tão alta como entre os brancos.

Depois das teses ambientalistas insustentáveis vejamos agora alguns descobrimentos que se podem explicar unicamente pelo fato de que a menor inteligência dos pretos se encontra condicionada hereditariamente. Já tenho exposto que os pretos, em seu desenvolvimento mais inicial, se encontram adiante das criaturas brancas destacando-se notoriamente os lactentes pretos de mães especialmente pouco dotadas. A precocidade observada dura aproximadamente 3 anos. Depois disso, as crianças brancas ultrapassam os pretos. Sobre isto, Eysenck escreve: “Os resultados são importantes por causa de uma regra biológica geral segundo a qual as capacidades cognitivas (do conhecimento ou relativo a ele) e intelectuais de uma espécie em geral são tanto maiores quanto mais se prolongue a primeira infância. Esta regra parece ser válida inclusive dentro de uma determinada espécie. Assim, o precoce desenvolvimento senso-motriz do homem, tal como foi comprovado nos testes de QI de lactentes, se encontra em uma correlação negativa com respeito ao QI definitivo.”(* 150). Com outras palavras: a precocidade dos pretos é um indício de que o nível de desenvolvimento do QI no adulto haverá de ser menor.

E outro descobrimento dos testes de QI também é importante: Jencks refuta ao chamado “circulo infernal da pobreza” demonstrando que milhões de homens brancos têm pais com exatamente tão pouca educação e exatamente tão baixo status profissional como os pais do homem preto médio. Porém (sempre em média) estes brancos obtiveram profissões que se encontram abaixo da média branca em só 7 pontos, com o qual se encontram com 17 pontos acima da média socioeconômica preta. Se os pretos (continua Jencks) houvessem tido, na superação de seus handicaps (dificuldades) socioeconômicos de partida, o mesmo êxito que obteve a maioria dos brancos pobres, então, do ponto de vista socioeconômico, tiveram somente 1/3 do mal que se encontravam realmente em 1962. Mais ainda: as crianças da classe negra elevada; que chegam à mesma profissão, com o mesmo tamanho do grupo familiar e com a mesma educação dos brancos médios; terminam situando-se em 19 pontos socioeconômicos abaixo da profissão do branco médio, isto é: só 5 pontos acima da média preta (* 151).

Jencks só pôde explicar este resultado mediante a discriminação racial efetuada pelos empregadores brancos. Porém, para os empresários (como demonstra o recrutamento de trabalhadores estrangeiros por parte do empresariado alemão e de trabalhadores mexicanos pelo norte-americano) a cor da pele é algo bem pouco relevante se os trabalhadores chegam realmente à produção esperada. O motivo para o relativamente maior aumento no status que demonstram ter os brancos e a evidente queda dos filhos de pretos socialmente bem situados consiste em um fenômeno genético: a regressão à média.

Como já foi demonstrado, pais excepcionalmente dotados têm filhos que, em média, chegam a ter um nível de QI inferior ao paterno; pais fracamente dotados geram filhos de um nível de inteligência geralmente mais alto que o paterno. O prognóstico genético estabelece que: brancos com um QI de 85 terão filhos mais inteligentes (com a tendência a alcançar a média branca de 100) enquanto que pretos com um QI de 85 terão em média filhos que voltarão a ter um QI de 85, pois esse valor é o da média preta. Brancos com um QI de 100 terão filhos que, em média, voltarão a ter um QI de 100, enquanto que pretos com um QI de 100 terão, em média, filhos com uma inteligência menor (com a tendência a voltar à média preta de 85). Este prognóstico, feito sobre a base de descobrimentos genéticos gerais, foi confirmado pelos testes de QI. Duncan, e outros, comprovaram que, em profissões altamente qualificadas, o QI das crianças com pais brancos se encontra muito menos abaixo do nível paterno que o QI das crianças pretas comparando-os com os de seus pais pretos que tem obtido o mesmo status dos brancos (* 152).

Se a menor inteligência dos pretos está geneticamente condicionada, os mulatos (que, portanto, dispõem de uma parte de genes brancos) (* 152a) deveriam ser, em média, mais inteligentes que os pretos mas não tão inteligentes como os brancos. 25% a 30% dos pretos norte-americanos têm genes brancos, de modo que justamente entre eles não foi possível realizar bem este tipo de pesquisa. Existem 18 trabalhos norte-americanos nos quais os pretos de pele mais clara foram pesquisados, nos quais, dado o conjunto de características, se pode supor que devem ter algum antepassado branco. Em 12 destas pesquisas, indivíduos que possuíam um tom de pele mais claro, que não tinham características de fisionomia tão marcadamente negróide, obtiveram melhores resultados no QI (aproximadamente no valor intermediário entre a média branca e a preta) que os pretos de pele mais escura ou fisionomia tipicamente africanas. Em outros 4 estudos, os mulatos obtiveram melhores resultados na maioria mas não na totalidade dos testes, enquanto que em duas pesquisas não surgiram diferenças (* 152b).

Este último fato não refuta a tese genética, pois uma raça está constituída por uma grande complexidade de caracteres diferentes e a cor da pele e a inteligência não resultam determinados pelo mesmo gene. Inclusive, se alguém tem um ou mais antepassados brancos, ainda pode ter uma pele exatamente tão preta como a de um preto racialmente típico e, simultaneamente, pode herdar muito mais de seus antepassados brancos no que se refere à inteligência. Do mesmo modo, e de forma inversa, um mulato de pele incomparavelmente clara pode ter uma mente que não apresenta nenhuma das características de seus antepassados brancos.

Em vista disso, se tem argumentado que os pretos mais claros talvez tenham demonstrado ser mais inteligentes por que haveriam sido mais facilmente aceitos no mundo branco. Mas nos EE.UU. se considera preto a todo aquele que tenha um preto entre seus antepassados, ainda quando 3/4 partes dos mesmos tenham sido brancos. Uma explicação ambientalista, portanto fica excluída.

Na Austrália pesquisaram crianças de escolas eclesiásticas entre os quais havia “indígenas absolutos” e “indígenas parciais” (estes últimos, com uma pequena proporção de antepassados brancos, em geral de 1/8). A pequena proporção de antepassados brancos, não alcançava para modificar o aspecto das crianças, e a parcial ascendência branca era ignorada por eles. Todas as crianças eram educadas em conjunto e as condições ambientais eram iguais. Não obstante, ser a participação de genes brancos muito reduzida, as crianças com algum antepassado branco tiveram um desempenho melhor em cada um dos seis testes de QI utilizados (*152c).

Zimmer, pelo contrário, opina que a questão da inteligência dos mestiços ainda não está resolvida (* 152d). Demonstra um estudo de 1961, efetuado sobre as crianças deixadas para trás pelas tropas de ocupação que tomaram a Alemanha durante a II Guerra Mundial, onde não se encontrou nenhum déficit no QI. Mas ele mesmo menciona uma objeção a este estudo: os pais pretos não são conhecidos e é muito possível que tenham sido mais inteligentes que a média preta. Esta dúvida é até provável se pensar que no teste de recrutamento do Exército norte-americano muitos pretos fracassaram, e portanto, não foram recrutados (* 152e). Além disso, os “pesquisados” eram ainda crianças e já temos visto que as diferenças aumentam com a idade, sendo que em uma idade muito cedo as crianças pretas até tem uma vantagem sobre as brancas. Por último há alguns indícios que apontam a que um alto QI poderia ser dominante. Na geração F1 (representada por estas “crianças de ocupação”) o maior QI da mãe, nesse caso, teria que se destacar. O retorno ao nível inferior deveria assim, ser esperado apenas nos filhos dos que foram pesquisados (geração F2, Lei de Mendel).

De todos os testes deve se extrair, pois, a seguinte conclusão final que formulou Shuey em uma longa e complicada frase:

“a concordância dos resultados dos testes é notável, pois se referem à estudantes e pré-estudantes, à crianças de 6 a 9 e de 10 a 12 anos, à crianças nos graus 1 a 3 e 4 a 7; à estudantes secundários e à estudantes dos “colleges”; a soldados e a oficiais alistados nas Forças Armadas (durante a Primeira Guerra Mundial, durante a Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra da Coréia), a veteranos das Forças Armadas; a pessoas sem teto; a vagabundos; a talentosos; a débeis mentais; a condenados e criminosos; ao fato de que aparecem diferenças entre brancos e pessoas de cor não só nas áreas rurais e urbanas do Sul mas também nos Estados fronteiriços e do Norte; ao fato de que as crianças pré-escolares de cor, os estudantes primários e estudantes secundários que vivem nos Estados do Norte se situaram exatamente tanto abaixo das crianças brancas das cidades do Norte; e além disso, na qual se constataram diferenças médias relativamente pequenas entre o QI das crianças pretas nascidas no Norte e no Sul, mas residentes nas cidades do Norte; também que estudantes pretos obtiveram valores de QI que nos últimos 20 anos se encontram um pouco abaixo dos que se obtiveram entre 1921 e 1944; tendo em conta que se considerou: a tendência nas normas à uma maior variação entre os pretos; a tendência dos mulatos à obter resultados melhores que os grupos que se descrevem como pretos sem mistura ou que são considerados tais; a prova de que a sobreposição média alcança de 7 a 13%; a prova de que as diferenças verificadas parecem ser maiores na análise lógica, no raciocínio lógico e nas provas senso-motrizes que nas provas práticas concretas; a prova de que as diferenças nos problemas verbais podem ser melhores que nas não verbais; a comprovação que o aluno de cor do primário ou do secundário ensino não foi desfavoravelmente influenciado nos resultados do teste pela presença de um examinador branco; o indício de que os pretos podem possuir um menor senso para a valorização pessoal/profissional que os brancos na escola primária, na secundária, no “college” e no “high school”; a suposição não demonstrada (e provavelmente errada) de que os pretos estariam menos motivados que os brancos para realizar os testes; o fato de que se comprovaram diferenças em praticamente todos os testes nos quais o meio ambiente cultural dos brancos pareceu ser similar ao dos pretos, tanto em riqueza como em complexidade; a circunstância de que em muitas comparações, incluídas aquelas em que as pessoas de cor pareciam ter maiores vantagens, os pretos, ou bem representavam seu grupo em uma medida maior, ou bem se encontravam mais fortemente selecionados que os brancos comparados. Todas as provas indicam univocamente que existem diferenças herdadas nos brancos e pretos, tal como tem sido comprovadas pelos testes de inteligência”.

Contudo, se pesquisamos a questão da menor inteligência dos pretos, temos não somente os testes à nossa disposição. Ao longo da Evolução; desde o australopitecino (ou australopitecos), passando pelo Homo Erectus até os seres humanos atuais; se tem dado um constante aumento do tamanho cerebral a tal ponto que este aumento cerebral pode se considerar como a tendência evolutiva própria dos primatas. Não obstante, as raças humanas atuais obtiveram nesse processo valores completamente diferentes (* 153a). Tamanho, forma e estrutura do cérebro e do sistema endócrino são diferentes nas diferentes raças (* 153b).

O professor Connolly teve se ocupado intensivamente disso. O peso médio de 13 cérebros masculinos por ele pesquisados, provenientes de alemães, foi de 1.307 gramas; o de 13 cérebros masculinos pretos foi de 1.201 gramas. Em uma pesquisa anterior, conduzida pelo professor Hrdlicka, o peso médio de 36 cérebros provenientes de homens alemães havia sido de 1.298 gramas e o dos 36 cérebros pretos de 1.198 gramas (* 154). O Dr. F. W. Vint encontrou em seus minuciosos estudos que o peso do cérebro branco europeu (masculino) é, em média, 10% maior que o de um preto africano (* 155).

Apesar de haver sido F. H. Hankins um claro crítico das teorias racistas, ainda assim, constatou que o cérebro do preto é 10% menor que o cérebro do branco (* 156).

O tamanho do cérebro está (* 157), da mesma forma que o tamanho do crânio (* 158), positivamente correlacionado com a inteligência de modo que, de um maior tamanho cerebral, se pode chegar a inferir uma maior inteligência média em termos estatísticos.

Mas muito mais importante que o tamanho é a estrutura do cérebro. Já F. H. Hawkins constatou uma diferente estrutura do cérebro dos pretos comparada com a dos brancos e viu nisso um indício altamente provável de diferenças no talento intelectual médio. No cérebro dos brancos se constatou uma maior quantidade de sinuosidades e relevos (* 159). As regiões frontais e cranianas eram relativamente maiores nos cérebros de brancos enquanto que as regiões temporais eram relativamente maiores nos cérebros de pretos (*160).

O Dr. Vint mediu a espessura de diferentes lâminas (referente à anatomia: Lâmina Basal, Lâmina da Língua e Lâmina Vertebral) e constatou claras diferenças raciais. As lâminas eram, em média, 15% mais finas entre os pretos que entre os brancos (*161). Na lâmina supra-granular (lâmina supra-granularis, lâmina da língua) a diferença chegou até 16%. A camada supra-granular se conecta com a vontade, o autocontrole e o intelecto (* 162). Por isso (partindo do peso médio e de medições do córtex frontal) F. W. Vint chegou à conclusão final que a etapa de desenvolvimento cerebral alcançada pelo nativo africano médio condiz com a de uma criança europeia de 7 a 8 anos (* 163).

A electrofisiologia demonstrou, além disso, que existem diferenças notórias na intensidade, as tensões e a frequência dos cérebros das diferentes raças (* 164). O africano tem um melhor “cérebro auditivo” que um visual; o cérebro do africano está muito menos desenvolvido que o de um europeu (especialmente nos lóbulos frontais) e o eletro-encefalograma dos africanos condiz mais com o das crianças que com o dos adultos europeus (* 165).

A isto se agrega que os encefalogramas de crianças africanas recém nascidas mostram uma maior maturidade física que a normalmente se encontra entre os recém nascidos europeus (* 166). Existem indícios de que as correntes cerebrais poderiam se encontrar em conexão com o QI (* 167), e pelo menos um conjunto de ditas correntes (o potencial opticamente provocado) tem uma herdabilidade de 0,8 (* 168).

Para estes descobrimentos há uma explicação racional que Jensen expôs: “neste país (EE.UU.), os diferentes grupos sociais provem de países geograficamente inteiramente diferentes e tem passado por uma história totalmente diferente. É por isso que estamos expostos a exigências, sociais e econômicas, que tem atuado seletivamente de um modo fundamentalmente diferente. Este fato faz altamente provável que sua estrutura corporal e psíquica genética se diferencie para determinadas formas de comportamento hereditariamente determinadas, incluindo à inteligência e o raciocínio lógico abstrato. Quase todos os sistemas anatômicos, psicológicos e bioquímicos que foram pesquisados, demonstraram ter diferenças raciais. Por que haveria de ser o cérebro uma exceção?” (* 169).

Podemos descobrir a causa da diferente estrutura cerebral, se tivermos em conta que (com exceção dos judeus que foram escolhidos para determinadas profissões, principalmente cargos políticos) a alta inteligência se encontra entre os nórdicos europeus e nos mongóis (antiga Mongólia). Ambos os grupos ao longo de sua filogenia deveram ter sofrido muito, especialmente durante as Eras Glaciais, e ao longo deste processo os incapazes de prever fatos e acontecimento desapareceram sem salvação possível. Os “imprevisores” (que não prevê) não armazenaram alimentos e outras subsistências, não se defenderam o suficiente contra severidades e rigores do clima e terminaram morrendo de fome e de frio. Nos finais da Era Glacial, isto é, há 10.000 anos, os lugares pelos quais os caçadores perseguiam suas presas começaram a apresentar densos bosques. Para dominar esta nova dificuldade, alguns grupos inventaram a agricultura e a pecuária com o qual foram dadas as condições para uma maior densidade demográfica, e com isso, para o surgimento de altas culturas. Com a exceção dos maias, todas as altas culturas surgiram em locais temperados, com diferenças de estação marcadas que obrigaram a uma constante superação das condições ambientais instáveis.

Condições como as descritas tinham que criar vantagens para os indivíduos e os grupos mais inteligentes, Inclusive com muito reduzidas vantagens de reprodução podem surgir valores consideráveis ao longo de um lapso de dezenas de milhares de anos. Lohelin e outros calcularam que, se em um grupo as pessoas com um QI abaixo de 60 tem desvantagens seletivas, enquanto que em outro grupo os integrantes têm desvantagens só se seu QI se encontra abaixo de 65, em 100 gerações (ou 2.500 anos) a diferença média a favor do grupo mais fortemente seletivo chega a 4 pontos de QI, e portanto, em 1.000 gerações (25.000 anos) sobe a 40 pontos de QI (* 170).

A transição do Homo Erectus ao Homo Sapiens acontece entre os “európidos” (descobrimento de Heinheim e Swanscombe) há aproximadamente uns 300.000 anos. Entre os mongóis, que com o sinantropus tem uma linha evolutiva própria, o fato aconteceu há uns 150.000 anos, enquanto que entre os “négridos” os primeiros restos ósseos de Sapiens aparecem há apenas 10.000 anos (* 171). As formas prototípicas das diferentes raças europeias existem há dentre 20.000 a 40.000 anos no mínimo. Tendo em conta a magnitude e a relativa rapidez das mudanças genéticas demográficas que produz até uma pressão seletiva pequena, na verdade ninguém deveria se surpreender de que as raças atuais não se diferenciem mais do que efetivamente se observa.

Mais Informações:

“Raça, Evolução e Comportamento” – J. Philippe Rushton

Metapedia: Race and Intelligence