Antigo Egito Caucasoide: A Evidência Artística (50 imagens)

As representações artísticas são um dos meios pelos quais podemos investigar as origens raciais de uma sociedade antiga, uma vez que cada grupo racial tem formas de expressões artísticas muito singulares. Vejamos alguns exemplos:

Acima à esquerda: uma máscara de cobre Yorubá (1300 d.C.); centro: escultura chinesa de 650 d.C.; direta: o imperador Augusto (63 a.C. a 14 d.C.).

Representações artísticas no Antigo Egito

Sequência de 50 imagens de esculturas e relevos originais, de diferentes épocas, que nos dão um retrato claro do fenótipo das pessoas que viveram no Egito daquele período:

Esquerda: escultura pré-dinástica de olhos azuis; direita: Nesa, 3ª dinastia.


Esquerda: “cabeça reserva” da 4ª dinastia; direita: Princesa Meritites, dinastia 4.


Esquerda: Reino Antigo, dinastia 4-5 (2639 a 2347); direita: o faraó Quéfren da 4ª dinastia.


menkaure and khamerernebty

O faraó Menkaure e sua esposa khamerernebty , dinastia 4.


Esquerda: Hetepheres II, filha do faraó Quéops, representada com cabelos loiros-vermelhos; direta: O Escriba Sentada, dinastia 4 ou 5.


rahotep e nofret

Rahotep e Nofret, dinastia 4; Império Antigo.


Esquerda: mulher nobre da 4ª dinastia (2590 a.C.); Direita: Pehernefer, 5ª dinastia.


Esquerda: Metjetji, dinastia 5; direita: o arquiteto da grande pirâmide de Gizé, Hemiunu (2570 a.C.).


Esquerda: Kaaper (2500 a.C.); Direita: Ranofer, dinastia 4-5.


 Iaiib e sua esposa Chuaut dinastia 4 Iaiib e sua esposa Chuaut, dinastia 4.


Esquerda: estátua de madeira com olhos azuis (5ª dinastia); direita: estátua do Império Antigo (2465-2150 a.C.).


Esquerda: Keiki, Império Antigo (2350-2200 a.C.); direita: faraó Hor, 13ª dinastia


Esquerda: Amenemhat III (1860–1814 a.C.); direita: Sesostris I (1971–1926) a.C.).


Esquerda: Sesostris III (1878 – 1839 a.C.); direita: a rainha Sitdjehuti, 17ª dinastia.


Esquerda: Ramose, governador de Thebas sob Amenofis III; direita: Amenhotep I (1526–1506 a.C.).


Esquerda: Amenhotep II, 18ª dinastia; direita: Merit.


Esquerda: faraó Amenmesse, dinastia 19; direita: Sennuwy, dinastia 12.


Hatshepsut e o seu irmão Thutmose III, 18ª dinastia.


Esquerda: o faraó Neferhotep I (13ª dinastia); direita: Nefertiti (1353–1336 a.C.).


Esquerda: rainha Ahhotep I (17ª dinastia); direita: Princesa Nefertiabet, provável filha do faraó Quéops (2590-2565 a.C.).


penduas e nefertaris dinastia 19

Penduas e Nefertaris, dinastia 19.


Esquerda: Ramsés II, o faraó mais poderoso da história Egito (1279–1213 a.C.); ao seu lado, a rainha Meritamen.


Esquerda: Imertnebes, 12ª dinastia (1991-1783 a.C.), Tebas; direita: Nefertari, esposa de Ramsés II.


Ani e sua esposa Tutu livro dos mortos dinastian 19

Ani e sua esposa Tutu – livro dos mortos, dinastia 19.


Esquerda: Merneptah (1213-1203 a.C.); direita: Isis e Nepthys, 19ª dinastia (vale dos reis).


Esquerda: Roy, escriba de Horemheb e Amun (dinastia 18); direita: Ramsés III (1186–1155 a.C.).


Esquerda: Mentuhotep III, 11ª dinastia (2010 a.C. – 1998 a.C.); direita: Ramsés IV  (1155-1149 a.C.).


Amunherkhopshef (filho do farao Ramses III) e a deusa Isis

Amunherkhopshef (filho do faraó Ramses III) e a deusa Isis, dinastia 20.

100 Fatos e Uma Mentira Sobre as Raças

RESUMO DAS RAÇAS NEGROIDE E CAUCASOIDE. SÓ FATOS!

rome africa
*ALGUMAS VERDADES
No texto abaixo se encontram 100 fatos, a vasta maioria deles podendo ser facilmente verificada em um conjunto de enciclopédias, almanaques, textos de psicologia, e outros materiais de referência comumente achados em qualquer biblioteca públicos.

A MENTIRA
Inteligentemente escondida dentro desses cem fatos, para incentivar a leitura, está escondida uma mentira. Não é uma mentira vinda de um erro estatístico ou de um erro gramatical, mas uma falsidade ridícula, que é tão absurda a ponto de chocar o leitor como um insulto à inteligência humana, e ao mesmo tempo tão mortalmente maligna que se permitíssemos que ela ficasse sem resposta seu custo final seria incalculável. Eu sinceramente declaro que minhas motivações não são de insultos ou de ódio, mas de profundo amor pela humanidade e verdadeira preocupação pelas suas gerações futuras. Meu propósito não é enganar, mas sim esclarecer, e espero que este trabalho o ajude a refletir e re-examinar seus pontos de vista sobre raça.

FATO Nº 1: A raça branca atravessou oceanos, navegou rios, escalou montanhas, cultivou desertos e colonizou os mais improdutivos campos gelados. Ela foi a responsável pela invenção da prensa de impressão, distribuição da eletricidade, vôos, foguetes, astronomia, o telescópio, viagens espaciais, armas de fogo, o transistor, o rádio, a televisão, o telefone, a lâmpada elétrica, a fotografia, o cinema, o fonógrafo, a bateria elétrica, os automóveis, as máquinas à vapor, o transporte rodoviário, o microscópio, os computadores, e milhões de outros milagres tecnológicos. Ela descobriu inumeráveis avanços médicos, incríveis aplicações, progressos científicos, etc. Seus membros incluíram nomes como Sócrates, Aristóteles, Platão, Homero, Tácito, Júlio César, Napoleão, William o Conquistador, Marco Polo, Washington, Jefferson, Hitler, Bach, Beethoven, Mozart, Magalhães, Colombo, Cabot, Thomas Edison, Graham Bell, Pasteur, Leeuwenhoek, Mendel, Darwin, Newton, Galileu, Watt, Ford, Lutero, Da Vinci, Poe, Tennyson e milhares e milhares de outros notáveis indivíduos.

FATO Nº 2: Através de 6000 anos de história registrada, o negro africano não inventou nada. Nem uma língua escrita, roupas tecidas, um calendário, um arado, uma estrada, uma ponte, uma ferrovia, um navio, um sistema de medidas, ou sequer a roda. (Nota: isto se refere ao negro puro). Ele sequer cultivou uma simples colheita ou domesticou um único animal para seu próprio uso (apesar de muitos animais fortes e dóceis existirem em quantidade ao seu redor). Seu único meio de transporte de bens era o alto de sua cabeça dura e encarapinhada. Para abrigar-se, ele nunca progrediu além da choça de lama, uma construção que um castor ou lontra é também capaz de realizar.

INTELIGÊNCIA
FATO Nº3: O Q.I. dos negros norte-americanos está entre 15 e 29 pontos, em média, abaixo do Q.I. dos brancos norte-americanos.

FATO Nº4: Estas diferenças Negras/Brancas têm sido demonstradas repetidamente por todos os testes já realizados, por cada departamento militar dos Estados Unidos, cada estado, cada município e cada escola, pelo Departamento de Educação Norte-Americano, etc. A mesma taxa de diferença tem se mantida verdadeira por mais de 40 anos.

FATO Nº5: Com uma média de Q.I. de 85, somente 16% dos negros chegam a pontuar 100, enquanto que metade da população branca consegue. A sobreposição negra da média de Q.I. branca varia de 10 a 25 por cento — a igualdade requer 50 por cento.

FATO Nº 6: Negros são 6 vezes mais prováveis de ter um Q.I. entre 50 e 70, o que coloca-os na categoria de aprendizagem lenta (retardados), enquanto brancos são dez vezes mais prováveis de pontuarem 130 ou mais.

FATO Nº 7: O exame do governo Norte-Americano “PACE” (Marcha), procedido em 100.000 graduados universitários que se candidatam a empregos profissionais ou administrativos no serviço civil todos os anos, consegue ser realizado com uma pontuação de 70 ou acima por 58% dos brancos que o realizam, mas somente por 12% dos negros. Entre aqueles que obtém maior pontuação, a diferença entre negros e brancos é ainda mais chocante: 16% dos candidatos brancos pontuam 90 ou acima, enquanto somente um quinto de um por cento (0,20%) dos candidatos negros pontuam 90 ou acima — uma diferença de 80 para 1 de sucesso branco/negro.

FATO Nº 8: As diferenças entre crianças negras e brancas aumentam com a idade cronológica, sendo que o vão em performance atinge o maior tamanho no período do colegial e na faculdade.

FATO Nº 9: As diferenças em Q.I. entre brancos e negros são constantemente desculpadas como resultado de variações ambientais, mas no mínimo cinco estudos que tentaram equacionar históricos sócio-econômicos das duas raças indicaram nenhuma mudança significativa nos resultados relativos. À medida que o ambiente melhora, os resultados dos negros também melhoram, mas também melhoram os resultados dos brancos. O vão não é diminuído.

De fato, vastas pesquisas pelo Dr. G.J. McGurk, professor associado da Universidade de Psicologia de Villanove, revelam que o vão de inteligência entre negros e brancos AUMENTA onde os níveis sócio-econômicos de ambas as raças são elevados para à classe média.

FATO Nº 10: Em 1915, o Dr. G.W. Ferguson selecionou 1000 crianças estudantes na Virgínia, dividiu-as em 5 categorias raciais, e testou-as com relação às suas aptidões mentais. Em média, negros puros-sangues pontuaram 69,2% tão alto quanto brancos. Crianças três quartos negras pontuaram 73,0% tão alto quanto os brancos. Crianças metade negras pontuaram 81,2% tão alto quanto os brancos. Crianças um quarto negras pontuaram 91,8% da pontuação média branca. Todos esses negros viviam e eram considerados por si próprios como “negros”. Seus ambientes e “vantagens” ou desvantagens eram exatamente os mesmos

FATO Nº 11: Resultados do teste Beta do Exército Norte-Americano ministrado a mais de 386.000 soldados analfabetos na Primeira Guerra Mundial mostraram que os candidatos negros eram “inferiores aos brancos em todos os tipos de testes usados no Exército”. Adicionalmente, testes foram conduzidos em negros puros, mulatos e quadroons (um quarto negro). Foi descoberto que “os grupos mais claros obtinham as melhores pontuações”.

FATO Nº 12: Estudos conduzidos com gêmeos idênticos criados separados em ambientes radicalmente fornecem evidências conclusivas de que a influência geral da hereditariedade ultrapassa a do ambiente em uma proporção de 3 para 1.

FATO Nº 13: Mesmo quando negros e brancos têm os mesmos antecedentes, em termos de renda familiar e vantagens durante a infância, os negros ainda assim têm pontuações médias de Q.I. de 12 a 15 pontos abaixo dos brancos comparados. Isto inclui casos onde crianças negras foram adotadas por pais brancos. Seus Q.I.s podem ser melhorados pelo ambiente, mas eles ainda são bem mais próximos dos Q.I.s dos seus pais biológicos do que de seus pais adotivos.
FATO Nº 14: Ideólogos igualitários freqüentemente desprezam os resultados de testes de Q.I. com a desculpa de que eles seriam culturalmente tendenciosos. No entanto, NINGUÉM, nem a NAACP ou o Fundo Universitário dos Negros Unidos (United Negro College Fund), nem a NEA foi capaz de desenvolver um teste de inteligência que mostrasse negros e brancos pontuando igualmente.

FATO Nº 15: Índios norte-americanos, que freqüentemente vivem em condições muito piores do que os negros norte- americanos durante suas vidas inteiras, ainda assim consistentemente pontuam acima deles nos testes de Q.I.

FATO Nº 16: Os descendentes de casamentos inter-raciais tendem a ter Q.I.s menores do que o do genitor (pai ou mãe) branco

O CÉREBRO DO NEGRO

FATO Nº 17: Numerosos estudos foram feitos comparando os pesos dos cérebros branco e negro, com resultados que chegam a um número entre 8 e 12 por cento a menos em peso para o cérebro negro. Tais estudos foram conduzidos por Bean, Pearl, Vint, Tilney, Gordon, Todd, e outros.

FATO Nº 18: Acrescentando à diferença em peso cerebral, o cérebro negro cresce menos depois da puberdade do que o cérebro branco. Apesar de que o cérebro do negro e seu sistema nervoso atingem a maturidade mais rapidamente do que o do branco, seu desenvolvimento pára numa idade anterior, o que limita avanços intelectuais posteriores.

FATO Nº 19: A espessura da camada supragranular (a camada externa) do cérebro do negro é cerca de 15 por cento mais fina, e suas circunvoluções são em menor número e mais simples, em média do que as do cérebro branco.

FATO Nº 20: Os lobos frontais do cérebro do negro responsáveis pelo raciocínio conceptual abstrato são menores relativos ao tamanho cerebral, com menos fissuras e menos complexos do que os do cérebro branco.

ANTROPOLOGIA
FATO Nº 21: O nome Homo Sapiens foi primeiramente usado pelo botânico sueco Carolus Linnaeus, no século 18. A palavra “sapiens” significa “sábio”. O nome foi originalmente usado para se referir ao homem branco e ser sinônimo de “europaeus” (europeu). Como resultado, muitos taxonomistas e geneticistas acreditavam que os negros e outras raças deveriam ser classificados como espécies diferentes. De fato, Darwin declarou no livro “The Descent of Man” que as variedades da humanidade eram tão diferentes entre si que diferenças similares achadas em qualquer outro animal garantiriam a sua classificação em diferentes espécies, se não até mesmo em diferentes gêneros.

FATO Nº 22: Para seu monumental trabalho, A Origem das Raças, o Professor Carleton Coon, presidente da Associação Norte-Americana de Antropólogos Físicos e um dos maiores geneticistas mundialmente, coletou maciças evidências da geografia, anatomia, genética, fisiologia, dentição comparativa, lingüística, arqueologia e registros fósseis de mais de 300 sítios arqueológicos de ossos para verificar sua teoria do surgimento das diferenças raciais anteriores ao Homo sapiens. Em outras palavras, o Homo erectus era dividido em raças antes mesmo da evolução para o estágio de Homo sapiens.

FATO Nº 23: De acordo com o Dr. Coon, enquanto as sub-espécies caucasóides (a raça branca) estava evoluindo na Europa, a raça negra estava estagnada no plano evolucionário e está hoje a mais de 200.000 anos atrasada em relação ao europeu com relação ao desenvolvimento craniano e cerebral.

FATO Nº 24: O crânio negro, além de ter um volume cerebral menor e ossos mais espessos do que o do branco, é prognata; isto é, a parte inferior da face é projetada para frente, de forma semelhante ao focinho de um animal. Como conseqüência, a mandíbula do negro é substancialmente mais longa, relativa a sua largura, do que a mandíbula branca. Uma característica da mandíbula rebaixada do negro é a retenção de um vestígio da “placa símia”, uma região óssea logo atrás dos dentes incisivos. A placa símia é uma característica distinta dos macacos, e é ausente nos brancos.

FATO N º25: A pele do negro é mais grossa e possivelmente superior a do branco no aspecto que ela impede melhor a penetração de germes e na sua proteção contra os raios ultravioletas do sol.

FATO Nº 26: A cor escura do negro é devido ao pigmento melanina, que está espalhado em todas as camadas da pele, e é encontrado até mesmo nos músculos e no cérebro.

FATO Nº 27: Um dentista africano pode distinguir um dente de um negro de um dente de um branco numa olhada.

FATO Nº 28: Negros têm braços mais longos, relativos à altura do corpo, do que brancos. Esta característica, junto com seus ossos cranianos muito mais grossos, dá aos atletas negros uma vantagem sobre os brancos no boxe. As peculiaridades esqueléticas e musculares dos membros inferiores dos negros lhes deram considerável sucesso como corredores de curta distância, mas deixaram-os relativamente indistintos quanto a corridas de longa distância.

FATO Nº 29: DIFERENÇAS ADICIONAIS

O cabelo é negro, crespo e encarapinhado, sendo que sua estrutura como fio é chata e elíptica, sem um canal central ou duto, como o cabelo dos brancos europeus.

O nariz é grosso, largo e achatado, freqüentemente com as narinas viradas para fora, expondo a parte vermelha interior do nariz, de forma similar a de um macaco.
Os braços e pernas do negro são relativamente mais longos que os dos europeus. O úmero (osso do braço) é um pouco mais curto, e o antebraço é mais longo, portanto aproximando-se da forma simiesca. Os olhos são proeminentes, a íris é negra e as órbitas são maiores. Os olhos freqüentemente têm uma esclerótica amarelada, como a de um gorila. O negro tem um tronco mais curto, e o corte transversal (perfil) do peito é mais arredondado do que nos brancos. A pélvis é mais estreita e longa como num macaco.

A boca é larga, com lábios muito grossos, grandes e projetados para frente. A pele negra tem uma grossa camada superficial calosa que resiste ao atrito e impede a penetração de germes.

O negro tem um pescoço maior e mais curto, como o dos antropóides.

As suturas cranianas são mais simples do que as dos brancos e se fecham mais cedo.

As orelhas são arredondadas, relativamente pequenas, ficando mais para cima e destacadas, aproximando-se, portanto, da forma simiesca.

O negro é mais fortemente desenvolvido da pélvis para baixo, e o branco mais desenvolvido no tronco e peito.

A mandíbula do negro é maior e mais forte, e se projeta para frente, junto com uma testa mais baixa e retraída, projetada para trás, resultando num ângulo facial entre 68 e 70 graus, oposto a um ângulo facial de 80 a 82 graus para os europeus.

As mãos e dedos são proporcionalmente mais estreitos e longos. Os pulsos e tornozelos são mais curtos e mais robustos.
Os ossos frontais e parietais do crânio são menos escavados e menos espaçosos. O crânio é mais grosso, especialmente dos lados.

O cérebro do negro em média é 9 a 20% menor do que o dos brancos.
Os dentes são maiores e mais largos entre si do que na raça branca.
As três curvaturas da coluna vertebral são menos pronunciadas no negro do que no branco e, portanto mais próximas das características de um macaco.
O fêmur do negro é menos oblíquo, a tíbia (osso da canela) é mais curvo e torcido para frente, a panturrilha da perna é mais alta, porém menos desenvolvida.
O calcanhar é largo e saliente, o pé é longo e largo, mas pouco arcado, causando pé chato, e o dedo maior é menor do que no branco.
Os dois ossos apropriados para o nariz são ocasionalmente unidos, como nos macacos.
FATO Nº 30: Estudos de grupos sanguíneos feitos durante a Segunda Guerra Mundial sugerem que o pool genético do negro norte-americano é cerca de 28% branco. Isto apesar de todos os tipos de discriminação institucional, segregação social, etc. Mantenha em mente que os resultados de testes com verdadeiros negros africanos iriam mostrar diferenças ainda maiores dos brancos.

CRIME
FATO Nº 31: A taxa na qual negros cometem assassinato é treze vezes maior do que a dos brancos; Estupro e agressões, dez vezes. Estes números, vindos de relatórios do F.B.I., variam de ano para ano, mas claramente mostram a tendência da década passada.
FATO Nº 32: De acordo com o departamento de justiça, 1em cada 4 homens negros entre 20 e 29 anos está atualmente na prisão, em sursis (suspensão condicional de uma sentença) ou condicional.
FATO Nº 33: Apesar de serem somente 13% da população dos Estados Unidos, os negros cometem mais de metade dos estupros e roubos, e 60% de todos os assassinatos nos Estados Unidos.
FATO Nº 34: Aproximadamente 50% de todos os homens negros serão presos e acusados de um crime grave durante seus períodos de vida.
FATO Nº 35: Um negro é 56 VEZES mais provável de atacar uma pessoa branca do que o inverso.
FATO Nº 36: Estupradores negros escolhem vítimas brancas mais da metade das vezes (54,9%), 30 vezes mais do que brancos escolhem vítimas negras.
FATO Nº 37: O relatório anual do Departamento de Justiça mostra que quando brancos cometem violência eles a fazem contra negros 2,4% das vezes. Negros, por outro lado, escolhem vítimas brancas MAIS DA METADE das vezes.
FATO Nº 38: Em Nova York, qualquer branco tem MAIS DE 300 VEZES MAIS CHANCE de ser agredido por uma gangue de negros do que um negro ser agredido por uma gangue de brancos.
FATO Nº 39: Muita gente argumenta que as altas taxas de encarceramento negro mostra que a polícia centra seus esforços em crimes negros e ignora crimes do colarinho branco. No entanto, negros cometem também um número desproporcional de crimes do colarinho branco. Em 1990, negros eram 3 vezes mais prováveis de serem presos por fraude, falsificação, e desfalques do que brancos.

FATO Nº 40: Muita gente acredita que o crime é produto da pobreza e da falta de “oportunidades”. No entanto, o distrito de Colúmbia, que possui as maiores médias de salários anuais e está em segundo lugar apenas atrás do Alasca em renda pessoal per capita, lidera a nação em todas as categorias de crime, incluindo assassinato, roubo, lesões corporais e roubo de veículos. O Distrito de Colúmbia (Washington, capital dos Estados Unidos) também tem o mais estrito controle de armas, o maior custo policial per capita, as maiores proporções de policiais e oficiais corretores por cidadão e a maior taxa de encarceramento. Sua população permanente é 80% negra. A Virginia Ocidental (West Virginia), que tem a menor taxa de crimes do país, sofre de pobreza crônica e possui a mais alta taxa de desemprego nos Estados Unidos. Ela também tem a menor proporção de policiais per capita. A Virgínia Ocidental é mais de 96% branca.
A FAMÍLIA NEGRA
FATO 41: 46% dos negros urbanos entre idades de 16 e 62 anos está desempregada.
FATO 42: Mais de 66% dos filhos dos negros são nascidos fora do casamento. Per capita, a taxa de filhos ilegítimos deles é dez vezes superior a dos brancos.
FATO 43: Negros são 4,5 vezes mais prováveis do que brancos de viverem do seguro social.
FATO 44: Mais de 35% de todos os homens negros nas cidades norte-americanas são viciados em drogas ou em álcool.

BELEZA
FATO Nº 45: Na edição de janeiro de 1986 do Jornal de Estudos Étnicos e Raciais, “Preferência de cor de pele, dimorfismo sexual e seleção sexual: um caso de co-evolução genético-cultural?”, por Peter Frost e Pierre Van der Herghe, constatou que em qualquer raça, as mulheres tendem a ter a pele mais clara que o homem.
Usando arquivos etnográficos padrões de 51 sociedades nos 5 continentes nos quais foram registrados suas preferências pela cor da pele humana, o estudo encontrou que 30 preferiam mulheres mais claras, e 14 preferiam homens mais claros. As culturas da Índia, China, Brasil e Bali, assim como os árabes e os negros, consideram as mulheres mais brancas como as mais bonitas (perpetuando o atrativo estético da pele de marfim, bochechas rosadas, olhos azuis e cabelos louros do “ideal nórdico” de beleza feminina) mesmo quando eles não possuem a capacidade genética de reproduzir tal organismo.
Com o passar do tempo, o estudo disse, as classes superiores de todas as raças têm se tornado mais claras de pele do que o resto de seus compatriotas, porque a elite tem escolhido repetidamente as mulheres mais claras das classes mais baixas para procriar. (ver também Nº 11)
FATO Nº 46: Uma pesquisa científica sobre o que constitui a beleza humana, na qual 300 juízes de variadas origens foram apresentados a retratos fotográficos e perguntados ao grau de beleza da face do indivíduo revelou que brancos nórdicos são universalmente reconhecidos como os humanos mais atraentes, até mesmo pelos negros. Os juízes foram instruídos a avaliar as faces somente de acordo com seus “critérios e padrões pessoais de beleza, e não considerar normas populares”. Os resultados do estudo “Idade, sexo, raça, e a percepção da beleza facial”, publicados em Developmental Psychology, 5, Novembro de 1971, págs 433-439, estão reproduzidos abaixo.

ESTUDO SOBRE AVALIAÇÃO DE BELEZA POR GRUPOS
Características dos Juízes
Grupos melhor avaliados
Brancos de 7 anos
Adolescentes brancos
Negros de 7 anos
Adolescentes brancos
Brancas de 7 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 12 anos
Adolescentes brancas
Negros de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 12 anos
Adolescentes brancas
Negras de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 17 anos
Adolescentes brancas
Negros de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 17 anos
Adolescentes brancas
Negras de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancos adultos
Adolescentes brancas
Negros adultos
Adolescentes brancas
Brancas adultas
Adolescentes brancos
Negras adultas
Adolescentes brancos
FATO Nº 47: Em experiências nas quais crianças negras foram deixadas livres para brincar com bonecas brancas e negras, foi descoberto que a maioria delas preferiria brincar com bonecas brancas. Isto é verdadeiro por todo o mundo. Até mesmo em locais como Tobago.

HISTÓRIA NORTE-AMERICANA
FATO Nº 48: A Declaração da Independência, que contém a tão repetida frase “… todos os homens são criados iguais…” foi escrita por Thomas Jefferson, que possuía cerca de 200 escravos na época, e que nunca libertou um deles, incluindo os mulatos e os “quadroons” (1/4 negro). As palavras de Jefferson certamente não se referiam aos negros, que na época não tinham nenhum lugar na sociedade, exceto como propriedade.
FATO Nº 49: A Constituição foi escrita por e para “o povo”, e dedicada “para nós e nossa posteridade”. Todos os 55 delegados que se encontraram em Filadélfia para escrever a Constituição e todos os membros das convenções dos 13 estados que a ratificaram eram da raça branca. (38) O DICIONÁRIO WEBSTER’S DE 1828 define posteridade como: POSTERIDADE. 1. Descendentes; filhos, filhos dos filhos, etc. indefinidamente; a raça que procede de um progenitor. 2. Num senso geral, gerações sucessivas; oposto a ancestrais. .
FATO Nº 50: A 14ª Emenda é inválida pelas seguintes razões: Ela nunca foi ratificada por três quartos de todos os Estados da União de acordo com o artigo 5 da constituição dos Estados Unidos. De 37 Estados, 16 a rejeitaram.
Muitos dos Estados que foram contados como a ratificando foram compelidos a fazer isso sob ameaça da ocupação militar. Qualquer ato legal considerado sob ameaça de força e coerção é automaticamente nulo e inválido.
O FATO de que 23 Senadores foram ilegalmente excluídos do Senado Norte-Americano mostra que a Resolução Conjunta propondo a Emenda não foi submetida ou adotada por um Congresso constitucional.
A intenção da 14ª Emenda é repugnante à Constituição original dos Estados Unidos e à Lei Orgânica da nação. Ela não iria, e não poderia repelir qualquer coisa que fosse parte da Lei Orgânica. Portanto, os princípios precedentes e decisões anteriores a tornam nula. (23)

FATO Nº 51: Na Proclamação de Emancipação proferida por Abraham Lincoln em setembro de 1862 ele disse: “Eu tenho insistido na colonização dos negros (de volta para a África) e eu irei continuar. Minha Proclamação de Emancipação estava ligada a esse plano (de colonização). Não há lugar para duas raças distintas de homens brancos na América, muito menos para duas raças distintas, de brancos e negros . . . . Eu não consigo pensar em uma calamidade maior do que a assimilação do negro em nossa vida social e política como um nosso igual . . . Dentro de vinte anos nós podemos pacificamente recolonizar o negro (de volta na África) . . . sob condições nas quais ele poderá voltar a plena humanidade. Isso ele nunca poderá fazer aqui. Nós nunca conseguiremos realizar a união ideal que nossos pais fundadores sonharam, com milhões de seres de raças estranhas e inferiores entre nós, cuja assimilação não é possível nem desejável.”
FATO Nº 52: Lincoln de FATO propôs uma emenda à constituição que iria autorizar o Congresso a recolonizar todos os negros libertos de volta na África. Em 15 de agosto de 1862, o Congresso arrecadou mais de meio milhão de dólares para esse propósito. Milhares de negros já tinham sido mandados de volta para a África quando Lincoln foi morto com um tiro.
WASHINGTON D.C.
FATO Nº 53: O Distrito de Columbia, que é aproximadamente 70% negro, lidera os Estados Unidos em muitas áreas:
A maior taxa de crimes do país.
O controle mais rígido de armas.
A maior taxa de aprisionamento.
A maior taxa de natalidade.
A maior taxa de mortalidade.
A maior taxa de assistência federal per capita.
O maior número de receptores de cheques da assistência social, “welfare”, per capita.
A mais alta taxa de nascimentos ilegítimos.
A mais alta taxa de abandono escolar, mesmo quando os professores são os mais bem pagos nos Estados Unidos.
A mais alta taxa de gonorréia e sífilis.
A mais alta incidência de AIDS.

PORTUGAL
FATO Nº 54: Povoado por uma população branca, a nação de Portugal cresceu em quatro séculos para ser a mais rica e poderosa nação no mundo. Um grande poder comercial e marítimo, Portugal tinha grandes colônias na Ásia, África e América.
Seus marinheiros foram os primeiros a explorar as costas da África ocidental e trouxeram com eles centenas de escravos negros. Pelo ano de 1550, no ápice do poder de Portugal, um décimo de sua população era negra. Hoje, a população de Portugal é descrita como sendo uma das mais homogêneas da Europa, tendo lentamente absorvido a genética negra. Em 1975 o país tinha perdido todos os seus territórios exteriores.
Seus trabalhadores são os mais mal-pagos na Europa eles têm a maior taxa de analfabetismo e uma grande taxa de mortalidade infantil. Em termos de arte, literatura, música, ciência e filosofia, o “novo” Portugal tem produzido praticamente nada em 100 anos, e pela maioria dos padrões é a nação mais atrasada da Europa. *Lembre-se que a população negra dos Estados Unidos é aproximadamente de 13%.
HAITI
FATO Nº 55: A República do Haiti, a única república completamente negra no Hemisfério Ocidental também é a nação mais pobre no Hemisfério Ocidental. O Haiti também tem a expectativa de vida mais curta, o maior analfabetismo, a menor taxa de consumo de jornais e publicações per capita, a menor renda e PIB per capita, e o mais baixo nível de estabilidade política.

FATO Nº 56: O Haiti já teve um futuro promissor. Antes de 1789, como uma colônia francesa sob domínio branco, San Domingo (Haiti) era tão rica ou mais em produtividade do que todas as 13 colônias Norte-Americanas. Ela era considerada a “jóia da coroa” do sistema colonial francês, e era de FATO a mais próspera colônia do mundo.
Povoada por 40.000 brancos, 27.000 mulatos livres e 450.000 escravos negros, um clima generoso e um solo produtivo, ela fornecia para toda a França e metade da Europa com açúcar, café e algodão. Mas em 1791, o governo francês anunciou um decreto ordenando o Haiti a dar poder de voto aos mulatos, e logo anunciou outra, ordenando a libertação de todos os escravos. Isto resultou em uma sangrenta guerra civil na qual a população branca inteira (40.000 franceses) foi assassinada, até o último homem, mulher e criança. Estupro, decapitação e mutilação foram cometidos quase universalmente com seus corpos.
FATO Nº 57: Depois que os negros massacraram os últimos restantes da população branca em 1804, o Haiti permaneceu como parte de São Domingo, até que em 1844 ele se tornou uma “república” separada. Entre 1844 e 1915, somente um presidente haitiano completou seu período inteiro de mandato.
Quatorze foram expulsos por levantes armados, um foi explodido, um foi envenenado e outro foi cortado em pedaços por uma multidão enfurecida. Entre 1908 e 1915 as revoluções e assassinatos aumentaram tão rapidamente que uma ocupação militar Norte-Americana foi necessária para restaurar a ordem. Ela durou de 1915 a 1934. Depois disso seguiram-se doze anos de domínio por um mulato da elite que se acabaram quando militares negros reassumiram o controle em 1946. Desde então corrupção total e assassinato político têm sido a regra.

ÍNDIA
FATO Nº 58: Os povos negróides da Índia têm sido sujeitos a numerosas invasões brancas por mais de 5000 anos, levando a ascensão e queda de uma civilização após outra, sempre que os invasores brancos acabavam absorvidos pelas massas não-brancas. Então, por volta de 1800 a.C, os Arianos novamente invadiram, pelo noroeste, desta vez estabelecendo um rígido sistema de castas (“varna”, que significa cor), um sistema de supremacia branca que eventualmente passou a fazer parte integral da religião hindu. Mistura racial foi banida e punida com a morte.
FATO Nº 59: Liderados por uma classe dominante Ariana, a Índia Clássica floresceu como uma grande cultura, dando expressão à filosofia, poesia, ciência, matemática e literatura. A terra prosperou como nunca antes, (e também depois).
FATO Nº 60: O sistema de castas durou por cerca de 2000 anos (provavelmente mais do que qualquer outra civilização sob circunstâncias raciais similares). No entanto, as castas acabaram eventualmente se quebrando devido à miscigenação e hoje em dia praticamente não existem mais brancos puros restantes na Índia.
FATO Nº 61: Hoje, a Índia possui 834 milhões de habitantes (atualmente mais de 1 bilhão), que falam 150 línguas e dialetos diferentes. Quando a chuva anual é insuficiente, eles morrem de fome numa taxa de cerca de 2.000.000 a 6.000.000 por ano. A Índia tem a mais alta taxa de natalidade na Ásia, uma das mais baixas rendas per capita do mundo, e uma taxa de analfabetismo de cerca de 70%.

EGITO
FATO Nº 62: O Antigo Egito foi fundado e construído por Caucasianos Mediterrâneos (brancos) desde 4500 a.C. O período de grandeza do Egito foi de 3400 a.C até 1800. a.C. e foi caracterizado pela sua incrível arquitetura, pirâmides, templos e domínio da matemática e da engenharia, sendo que os remanescentes estão evidentes até hoje. Os Egípcios brancos foram os pioneiros na medicina, química, astronomia e leis; em muitos casos, seus feitos permanecem inigualáveis.
FATO Nº 63: Mas por volta de 3400 a.C, a civilização egípcia começou a se espalhar pelo rio Nilo, causando um contato próximo com os Núbios negros no sul. Logo eles estavam usando negros para o trabalho escravo e o Egito se tornou o primeiro “caldeirão de mistura racial” da história (“melting pot”).
FATO Nº 64: Com o tempo, a infusão do sangue negro subiu desde as classes inferiores da sociedade Egípcia. Os escravos acabaram sendo libertados, receberam igualdade política e tomaram postos de autoridade no governo.
FATO Nº 65: Pela época do rei Tut (1370-1352 a.C.) até mesmo as classes dirigentes já tinham se miscigenado e o Egito entrou em uma espiral descendente. Hoje, o antes todo-poderoso Egito é um típico país de terceiro mundo, tendo perdido sua arte, sua medicina, sua habilidade arquitetônica, e sua posição nos assuntos mundiais.
A noção absurda de que o Antigo Egito foi um produto da engenhosidade negra está sendo agora amplamente disseminada nas escolas. Apesar de os estudiosos saberem que essa é uma mentira descarada, eles justificam a enganação ao declarar que ela irá impulsionar a “auto-estima” das crianças negras.

ÁFRICA DO SUL
(Nota: Estes fatos provavelmente irão mudar drasticamente agora que a África do Sul caiu sob domínio negro)
FATO Nº 66: Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.
FATO Nº 67: A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.
FATO Nº 68: Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.
FATO Nº 69: Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.

FATO Nº 70: Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.
FATO Nº 71: A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.
FATO Nº 72: De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.
ISLÂNDIA
FATO Nº 73-75: A Islândia, a única nação totalmente branca no mundo, tem a maior taxa de alfabetização e instrução do mundo, 100%. É uma ilha de magma vulcânico resfriado, localizada logo ao sul do Círculo Polar Ártico. Ela não tem carvão, combustíveis, florestas, riquezas minerais ou recursos naturais e nenhum rio navegável. 75% do interior é inabitável e somente 1% da terra é arável. A Islândia é a mais jovem nação da Europa e um dos países mais isolados do mundo. No entanto, a Islândia é a segunda nação em expectativa de vida e tem um dos mais altos padrões de vida no mundo, em termos de renda per capita. Ela tem impressionantes instalações médicas e um próspero negócio no ramo de publicações. Praticamente toda família tem um telefone. Após a graduação na faculdade, cada estudante islandês aprendeu cinco idiomas.
MARTIN LUTHER KING
FATOS Nºs 75-77: Em 31de janeiro de 1977, os registros do FBI sobre Martin Luther King foram selados por ordem judicial até o ano 2027, porque, segundo disse sua mulher, “sua liberação pública iria destruir sua reputação”. Esses registros são cercados de rumores sobre conterem exemplos de perversões sexuais bizarras e homossexualismo, e provas de que King estava sob ordens diretas de espiões soviéticos, e financiado pelo Partido Comunista.

FATO Nº 78: O jornal The Wall Street Journal (de 9 de Novembro de 1990) revelou que os editores da Universidade de Stanford dos “Papéis de Martin Luther King Jr.” têm conhecido por muito tempo que King era culpado de plágio em sua tese doutoral na Universidade de Boston em 1955, tendo levantado significantes porções de trabalhos de outros escritores e estudantes universitários.
FATO Nº 79: Martin Luther King freqüentemente buscava prostitutas e pagava-as com o dinheiro de sua igreja. Ainda assim, o congresso votou em tornar o aniversário de King um feriado nacional, na maioria dos lugares substituindo o dia de Colombo ou o aniversário de Washington como um dia de cerimônia oficial.
FATO Nº 80: Quase todos os estados na união têm um feriado à Martin Luther King, e quase todas as cidades tem uma praça King ou um centro cívico King. Ainda assim, evidências eleitorais sugerem que os norte-americanos irão quase sempre votar contra honras para King sempre que dada a chance.
INFORMAÇÕES GERAIS
FATO Nº 81: O continente inteiro da África, talvez a terra mais rica do planeta, responde por somente 3% do comércio mundial.
FATOS Nº 82-84: Praticamente todos os negros que foram líderes em campos diferentes dos esportes ou música tiveram alguma ascendência branca: Fredick Douglas, W.E.B. Dubois, Booker T. Washington, George Washington Carver, Alex Hailey, Thurgood Marshall, Bryant Gumbell, Colin Powell, Carl Rowan, Ed Bradley, Doug Wilder, etc. De acordo com o Dr. E.B. Reuter, “. . . Dos mais bem sucedidos e famosos homens que a raça negra produziu, ao menos 13/14 são homens de sangue misturado.
FATO Nº 85: Negros são 50 vezes mais prováveis de portarem sífilis do que brancos.
FATO Nº 86: Duas vezes mais negros recebem uma dispensa desonrosa do Exército dos Estados Unidos do que brancos.
FATO Nº 87: Uma mulher branca tem 15 vezes mais chance de contrair AIDS ao praticar sexo com um negro do que com um homem branco heterossexual. (U.S. Centers for Disease Control/ Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos)

FATO Nº 88: 90% das crianças norte-americanas com AIDS são negras ou hispânicas.
FATOS Nº 89-92: Em 1950, as escolas norte-americanas estavam entre as melhores do mundo. No entanto, elementos vocais dentro de nossa sociedade exigiram que as escolas públicas tivessem um papel de engenharia social assim como educacional. Violentos distúrbios na educação norte-americana foram ordenados pela Suprema Corte com o propósito de quebrar as barreiras raciais.
Por 30 anos, as escolas norte-americanas têm desviado gigantescos recursos em integração forçada, cotas e transferência forçada de alunos de raças diferentes para “equilibrar racialmente” uma escola de um determinado bairro (“bussing”). (Poucas pessoas têm idéia de quão caro é esse transporte. O custo anual pode chegar a dezenas de bilhões de dólares. Em 1990, só a Califórnia gastou mais de 500 milhões de dólares por ano com integração. Muitos distritos escolares gastam mais de um quarto de sua verba em transporte. Em Milwaulkee apenas, e em apenas um ano escolar, 30.000 horas de trabalho dos funcionários públicos foi desviada calculando a raça dos estudantes para freqüentar as várias escolas).
Os resultados? Os estudantes de hoje estão no final da lista mundial em ciências e matemática, cerca de 40% dos adultos norte-americanos são funcionalmente analfabetos, e testes padronizados de pontuação declinaram firmemente tanto para brancos quanto para negros. Hoje o branco médio pontua 200 pontos acima no teste combinado SAT do que o negro médio. Os norte-americanos gastam mais em educação do que qualquer outro país no mundo e têm os piores resultados.

Maciças fugas brancas (“White flight”) de bairros e cidades para escapar ao zoneamento racial têm reduzido a base de impostos de todas as grandes cidades norte-americanas. Em 1983, depois de quase duas gerações de experimentação racial para promover igualdade, o braço de pesquisa do Departamento de Educação não podia produzir um único estudo que mostrasse que as crianças negras estavam aprendendo substancialmente melhor depois do fim da segregação.
FATO Nº 93: Na África Negra, dirigentes duram em média 7 meses no poder.
FATO Nº 94: Em 1995 um terço dos estudantes norte-americanos será não-branco, e brancos serão uma minoria nos distritos escolares de 5 estados.
FATO Nº 95: Dr. William Shockley, prêmio Nobel por seu trabalho na invenção do transistor e renomado geneticista na Universidade de Stanford, disse: “A causa principal para o problema dos negros norte-americanos é hereditária em sua origem e, portanto não é remediável de forma significativa ao melhorar-se o ambiente”.
FATO Nº 96: Em 1930, 33% da população do mundo era branca. Hoje, a ONU estima que somente 9,5% da população mundial seja caucasiana (branca). Esta porcentagem está caindo rapidamente.
FATO Nº 97: Toda raça tem uma igual capacidade para aprender e contribuir para a civilização e quaisquer diferenças são causadas por preconceito e racismo. O FATO de que a pele branca está associada com a civilização é meramente um acaso da sorte e coincidência. Qualquer tentativa de distinguir as raças é motivada por paranóia e ódio. Nós devemos prevenir qualquer investigação sobre o assunto e trabalhar para misturar as sociedades em uma utopia sem raça, sem nacionalidade e harmoniosa.
FATO Nº 98: Em 1988 houve 9406 casos de estupro negro-contra-branco e menos de 10 casos de estupro branco-contra-negro nos Estados Unidos.

FATO Nº 99: No livro INTELLIGENCE AND NATIONAL ACHIEVEMENT, (INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO NACIONAL), por Raymond Cattell, três estudiosos norte-americanos de destaque comparam evidências maciças sobre o Q.I. nacional dos EUA em relação às pontuações de outras partes do mundo e alertam sobre o declínio de qualquer nação cuja população apresente um declínio na inteligência. Levando em consideração as diferenças em taxa de nascimentos dos grupos étnicos nos Estados Unidos, eles concluíram que a habilidade mental norte-americana está declinando rapidamente.
FATO Nº 100: Os contribuintes norte-americanos têm pago mais de 2,5 TRILHÕES de dólares tentando melhorar os negros desde a década de 1960.
FATO Nº 101: FRASES: “A ignorância primitiva dos negros nunca inventou nenhuma arma eficiente de defesa ou destruição: eles parecem incapazes de formar qualquer plano extenso de governo ou de conquista: e a óbvia inferioridade de suas faculdades mentais tem sido descoberta e abusada pelas nações das zonas temperadas.” –Edward Gibbon, o grande historiador e autor de O DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO (THE DECLINE AND FALL OF THE ROMAN EMPIRE), (V. III, pág. 277)
“Onde quer que você encontre o negro, tudo está decaindo a sua volta, e onde quer que você encontre o homem branco, você vê tudo, ao redor dele, melhorando.” –Robert E. Lee, para o Col. Thomas H. Carter, maio de 1865.

*Os primeiros fato são de conhecimento geral. As questões de inteligência são observadas em obras como a “Raça, Evolução e Comportamento: Uma perspectiva de História de Vida” de J. Philippe Rushton, apresentado no seguinte link de documento:

http://www.causanacional.net/Raca.pdf

O Orgulho Racial em favor da saúde pública

Pesquisadora conclui: “Aqueles com maior estima por sua condição étnica avaliaram de forma mais elevada o seu nível diário de felicidade”.

Adolescentes têm um impulso adicional de felicidade a partir da identidade étnica

O orgulho étnico pode ajudar os adolescentes a manter o nível de felicidade quando confrontados com o estresse, de acordo com um novo estudo de uma psicóloga da Wake Forest University, publicado na edição de outubro do Child Development.

Os adolescentes com sentimentos positivos em relação à sua raça dizem que estão mais felizes em um referencial diário do que aqueles que têm uma atitude mais negativa sobre sua identidade étnica, reportou Lisa Kiang, professora adjunta de psicologia na Wake Forest University e principal autora do estudo.

O estudo, envolvendo 415 estudantes com idade entre 14 e 15 anos das comunidades chinesa e mexicana, mostra os efeitos benéficos da identidade étnica no bem estar psicológico diário, disse a pesquisadora.

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A Professora Lisa Kiang, da Wake Forest University

Cada participante preencheu um breve questionário a respeito de seus sentimentos sobre sua identidade étnica. Então, por duas semanas no final de cada dia, os estudantes anotaram num formulário de verificação de três páginas que indica os tipos dos esforços que experimentaram nesse dia. Por exemplo, os estudantes marcariam se tiveram muito “dever de casa” para terminar ou se tiveram muitas exigências feitas por suas famílias.

Finalmente, os estudantes foram orientados a avaliar seus estados emocionais diários em uma escala de zero a quatro, incluindo o quão felizes ou nervosos haviam se sentido naquele dia.

Aqueles com maior estima por sua condição étnica avaliaram de forma mais elevada o seu nível diário de felicidade.

“Os adolescentes com uma elevada estima por sua condição étnica mantiveram, de forma geral, uma atitude positiva e feliz no enfrentamento dos fatores de estresse diários, a despeito de suas ansiedades,” disse Kiang. “Assim, ter sentimentos positivos sobre seu grupo étnico pareceu fornecer um impulso extra de bem-estar dos indivíduos.”

Embora a experiência de maiores fatores de estresse diários previsse menos felicidade nos indivíduos com uma baixa ou moderada estima por sua condição étnica, os indivíduos com uma estima étnica elevada foram protegidos destes efeitos negativos, disse Kiang, que leciona em cursos de Psicologia do Desenvolvimento.

Os pesquisadores concentraram o enfoque nos adolescentes porque são os mais expostos às questões de identidade. Kiang disse que os efeitos positivos do orgulho étnico encontrados neste estudo poderiam sugerir que os pais e a sociedade em geral deveriam encorajar uma forte identidade étnica (racial) nas famílias.

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O que a Natureza criou, o homem deve preservar.

A pesquisa é a primeira fase de um estudo conduzido por Andrew J. Fuligni na UCLA.

Fonte: Wake Forest University

 

África escravizou 1 milhão de brancos

Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade.

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

da Reuters, em Washington

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade , disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800″ (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/reuters/ult112u32556.shtml

http://researchnews.osu.edu/archive/whtslav.htm

Mentiras da Esquerda Destruídas com Descoberta do Gene que Causa o Tamanho do Cérebro e a Inteligência

Cérebros raçasCerca de 100 anos de mentiras e enganos da esquerda, que tem afirmado que a inteligência não é genética, foram destruídas pela ciência da genética.
De acordo com um novo estudo, publicado na redação da Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA), os cientistas definitivamente encontraram os genes que controlam o tamanho do cérebro e a inteligência.
Pior ainda para os liberais, dezenas de estudos descobriram diferenças raciais no tamanho do cérebro, medido por MRI (imagem de ressonância magnética), volume intracraniano, o peso do cérebro na autópsia ou o tamanho externo da cabeça (com ou sem correções para o tamanho do corpo).
A maioria dos estudos foram realizados nas três principais raças: leste-asiáticos, europeus e africanos. Calculando a média de todos os dados, os seguintes valores surgiram: tamanho médio do cérebro para asiáticos = 1364cm3; brancos = 1347cm3; e negros = 1267cm3.

A média geral para os leste-asiáticos foi de 17cm3 mais do que para os brancos e 97cm3 mais do que para os negros. Para mais informações sobre as diferenças raciais no tamanho de cérebro e inteligência, consulte o Capítulo 4 de “Raça, Evolução e Comportamento”, de J. Philippe Rushton.

Uma vez que cada centímetro cúbico de tecido cerebral contém milhões de células cerebrais e bilhões de sinapses, as diferenças raciais no tamanho do cérebro ajudam a explicar as diferenças raciais no QI.
Anunciado como o “maior estudo do cérebro até o presente”, contou com uma equipe de mais de 200 cientistas de 100 instituições em todo o mundo, que colaboraram para mapear os genes humanos que impulsionam ou sabotam a resistência do cérebro a uma variedade de doenças mentais e a doença de Alzheimer.
Além disso, o estudo (também publicado na revista Nature Genetics) encontrou novos genes que controlam “As diferenças no tamanho do cérebro e inteligência.”
“Temos procurado por duas coisas neste estudo”, disse o autor sênior Paul Thompson, professor de neurologia na David Geffen School of Medicine na UCLA e membro da UCLA Laboratory of Neuro Imaging.
“Nós procuramos por genes que aumentam o risco de uma única doença que suas crianças podem herdar. Buscamos também fatores que causam atrofia do tecido e redução do tamanho do cérebro, que é um marcador biológico para doenças como esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, doença de Alzheimer e demência.”

Há três anos, o laboratório de Thompson associou-se com os geneticistas Nick Martin e Margaret Wright, do Instituto Queensland de Pesquisa Médica em Brisbane (Austrália), e com a geneticista Barbara Franke, da Universidade de Radboud Nijmegen Medical Centre, na Holanda.
Os quatro pesquisadores recrutaram laboratórios de imagem cerebral ao redor do mundo para reunir os seus exames cerebrais e dados genômicos, e o Projeto ENIGMA (Enhancing Neuro Imaging Genetics through Meta-Analysis) nasceu.
“Nossos centros individuais não podiam avaliar o suficiente as varreduras do cérebro para se obter resultados definitivos”, disse Thompson, que é também professor de psiquiatria no Instituto Semel de Neurociências e Comportamento Humano na UCLA.
“Ao partilhar os nossos dados com o Projeto ENIGMA, criamos uma amostra grande o suficiente para revelar padrões claros na variação genética e mostrar como estas mudanças alteram fisicamente o cérebro.”
No passado, os neurocientistas selecionaram os genomas de pessoas que sofrem de uma doença cerebral específica e pentearam seu DNA para descobrir uma variante comum.
Neste estudo, os pesquisadores do Projeto ENIGMA mediram o tamanho do cérebro e seus centros de memória em milhares de imagens de ressonância magnética de 21.151 pessoas saudáveis e ao mesmo tempo rastrearam o seu DNA.

“Estudos anteriores descobriram genes de risco para doenças comuns, ainda que nem sempre foi compreendido como esses genes afetam o cérebro”, disse Thompson.
“Isso levou nossa equipe a rastrear as varreduras do cérebro em todo o mundo para genes que diretamente prejudicam ou protegem o cérebro.”

Debruçando-se sobre os dados, os pesquisadores do Projeto ENIGMA exploraram se quaisquer variações genéticas correlacionaram-se ao tamanho do cérebro.
Investigadores do projeto ENIGMA também descobriram genes que explicam as diferenças individuais na inteligência. Eles descobriram que uma variante de um gene chamado HMGA2 afetou o tamanho do cérebro, bem como inteligência da pessoa.
O DNA compreende quatro bases: A (adenina), C (citosina), T (timina) e G (guanina). Pessoas cujo gene HMGA2 realizou uma letra “C” em vez de um “T” em um local específico no gene, possuíam cérebros maiores e pontuavam mais alto nos testes de QI padronizados.
“Esta é uma descoberta muito excitante, que uma única alteração da letra leva a um cérebro maior”, disse Thompson.
“Nós encontramos prova bastante inequívoca apoiando uma ligação genética para a função cerebral e inteligência. Pela primeira vez, temos evidência estanque de como estes genes afetam o cérebro.”

 

Resposta a um “Antirracista”

Retirado de um site de “cultura” negra, muito conhecido no Brasil
Autor: Andrew MacDonald
Data: 13-04-2002 11:10

Desafio-o a ler tudo o que escreverei até o fim e a tentar rebater de forma lógica. Algumas das coisas que descreverei são FATOS, não teorias ou “descobertas” inconclusivas, são FATOS que o surpreenderão e que provavelmente nunca teve acesso, mas poderá verificar se tiver coragem para tanto.

Irei, portanto, comentar trechos da sua mensagem, que estão entre asteriscos (**)

** Pessoal,

** Não liguem p/ as asneiras que este idiota que se esconde atrás do codinome alemão diz. São um monte de sandices. Desde a idade média até meados do século XX várias teorias racistas surgiram p/ tentar demonstrar a suposta superioridade do homem branco sobre o negro. P/ a infelicidade e decepção destes teóricos racistas a ciência hoje provou que não há diferenças intelectuais entre as vários grupos étnicos. **

Resposta: Errado, a ciência comprova as enormes diferenças raciais, especialmente as diferenças em intelecto. O que temos é uma enorme máquina de propaganda da mídia judaica que se esforça em promover o igualitarismo e meia dúzia de cientistas (a maioria judeus) que “coincidentemente” são eleitos pela mídia para serem porta-vozes da mensagem igualitarista (só que são desprezados pelos verdadeiros cientistas).
Como exemplo rápido, temos os testes de QI e o fator G. JAMAIS, repito, JAMAIS qualquer igualitarista conseguiu testar ou criar um teste que mostrasse igualdade de inteligência entre brancos e negros. Tente criar um, se puder.

** Quem quiser saber a razão pela qual o homem branco dominou tecnologicamente e subjugou os povos ameríndios e negros é só ler um ótimo livro, ganhador de vários prêmios, intitulado “ARMAS, GERMES E AÇO”. Nele há a explicação p/ tal domínio do homem eurasiano sobre os ameríndios, negros e australianos. E tudo deveu-se: **

Resposta: Jared Diamond, autor do tal livro, é um judeu hipócrita racista, que como todos os outros judeus, faz jogo duplo. Ele promove pesquisas que provam as diferenças raciais do povo judeu dos outros povos e raças do mundo enquanto incoerentemente promove e exalta a inexistência de “raças” ou de diferenças entre as raças. Ele não é o único, como eu disse. Ele é um de uma longa lista de judeus que desde o fim do século XIX, com Franz Boas, passaram a se infiltrar e dominar a antropologia, com a finalidade de destruir a raça branca (sua única concorrente ao domínio do planeta) através da miscigenação e da supressão da verdade científica sobre as raças. Quer provas? veja este documento sobre ele:
http://www.libreopinion.com/members/nswelt/grubach1.htm
(ainda faz confusão entre judeu e branco? Acha que são iguais por terem pele branca? Não existem raças mais diferentes no mundo. Você ousaria dizer que judeus e árabes são a mesma coisa? Europeus brancos e judeus são no mínimo tão diferentes também. Infelizmente enquanto todos os judeus sabem disso, poucos brancos sabem).

** 1. ao formato geográfico da Europa e da Ásia, no sentido latitudinal, com pouca variação longitudinal e ausência de barreiras naturais; **

Isso é ridículo, além de vago. Civilizações brancas surgiram nos climas, relevos e paisagens mais variados possíveis. A Grécia desenvolveu uma magnífica civilização numa região extremamente montanhosa e recortada, imprópria para o gado, voltada para o mar. O Egito branco desenvolveu-se numa região árida e inóspita. Além disso, a África, assim como as Américas, são extensas em todos os sentidos, com vastas planícies propícias a criação de gado (pampas, savanas, pradarias), especialmente a América do Norte, com clima igual ao da Europa.

** 2. à presença de animais domesticáveis na Europa e na Ásia; enquanto que, ao contrário do que diz o idiota, inexistia animal domesticável na África. Lá só havia mamíferos de grande porte, indomesticáveis. Tanto o é que o homem branco quando lá chegou, tentou, mas nunca conseguiu domesticar nenhum deles.**

A presença de animais domesticáveis na África é facilmente verificável em gravuras do Egito Antigo, principalmente o gado. Aliás, não existem “animais domesticáveis” na natureza, eles SE TORNAM domesticáveis ATRAVÉS DO HOMEM. Assim foi com o cão, que é uma criação genética do homem (BRANCO), que transformou o lobo em um animal com tantas raças quanto são os cães atuais. Ovelhas e gado egípcio branco tinham amplo contato com povos negros como núbios ao sul.

** 3. À presença de vegetais tb “domesticáveis” e com solo apropriado, o que todos sabemos, é escasso no continente africano. **

A África possui uma imensa extensão e inúmeras regiões com solos bons. Tanto que quando o homem branco passou a cultivá-lo, passou a EXPORTAR COMIDA, como até recentemente no Zimbábue e na África do Sul. Além disso, o trigo era amplamente cultivado no Egito e norte da África, e os negros tinham contato também com esses vegetais e principalmente, com a agricultura que o branco realizava. Nunca tiveram o interesse e a capacidade de adotá-la, ASSIM COMO A RODA.

** Este idiota não sabe, mas o simples fato de se domesticar animais, fez c/ que o homem tivesse contato c/ seus germes e criasse uma defesa natural a várias doenças, o que ajudou a dizimar e subjugar os ameríndios e negros. Ocorreu tb de se ter um meio de transporte, utilizado incluse p/ a agricultura e p/ a guerra.**

Não é condição obrigatória domesticar animais para ter resistência a doenças. O negro que jamais domesticou animal algum possui resistência a doenças e condições climático-biológicas que matariam um homem branco, como resultado da adaptação ao clima local e mesmo contato com animais locais.

** O domínio da agricultura, graças, exclusivamente, às condições do meio no qual viviam, levou o homem a deixar de ser nômade e tornar-se sedentário, o que levou ao surgimento das aldeias, que se tornaram em Estados organizados. **

O domínio da agricultura estava aberto a raça negra, através da imitação do homem branco no Norte da África e Egito (já que não tinham capacidade de “domesticar” por conta própria alguma espécie de cereal que com certeza deve existir na África). Núbios e Etíopes estão em contato com o mundo branco desde tempos imemoriais, e mesmo assim não os acompanharam nessa sequência descrita acima.

** A ausência de barreiras naturais e o formato leste-oeste do continente eurasiano, facilitou a transferência de novas tecnologias entre seus povos. A grande maioria não pacificamente, mas através do meio bárbaro das guerras e domínio de um povo sobre outro.**

A África também tem uma extensão considerável “leste-oeste”. Essa dita extensão não é desculpa nenhuma. Contatos e intercâmbios de brancos com brancos deveriam resultar no mesmo desenvolvimento que contatos e intercâmbios de negros com negros, (que não criaram gado nem agricultura porque não quiseram, só pra lembrar novamente. Até A RODA desprezaram de presente).

** O livro deixa claro que se fosse o homem negro que habitasse a eurásia e o branco a África, as Américas e a Austrália; seria o negro que dominaria e subjugaria os outros povos. Foi tudo uma questão de facilidade encontrada no seu meio ambiente, ligação nenhuma tendo o intelecto, que, como já foi comprovado através de estudos genéticos, é o mesmo em todas as raças. **

O meio ambiente norte-americano é igual ao Europeu. Qual a desculpa agora?
O meio ambiente de selva centro-americano é igual ou muito semelhante ao africano, no entanto os centro-ameríndios conseguiram desenvolver certo grau de civilização e um princípio de escrita, enquanto que negros nem a roda, nem agricultura, nem gado, nem escrita, nem nada (mesmo quando vendo tudo isso nos contatos com os brancos). Qual a desculpa?
Agora a mentira ESCABROSA: “ligação nenhuma tendo o intelecto, que, como já foi comprovado através de estudos genéticos, é o mesmo em todas as raças”.
PROVE. MOSTRE ALGUM ESTUDO SEQUER, QUALQUER UM, QUE MOSTRE TESTES DE QI COM RESULTADOS IGUAIS ENTRE AS RAÇAS. Simplesmente NÃO EXISTEM. Que “estudos genéticos” são esses? Mostre os nomes! Será que você está misturando as bolas DE PROPÓSITO e falando dos “estudos” que dizem que “raças não existem” do “genoma”? Se “raças não existem”, além de seu discurso ficar sem sentido (pois sobre o que falamos se não de raças?) pode tomar um remédio cardíaco para brancos a vontade, por exemplo, sem medo de morrer. (ou vai dizer que não sabe que existem remédios para raças diferentes?Pergunte ao seu médico.)

Uma coisa, no entanto, é certa. O clima influencia sim no desenvolvimento intelectual de uma raça através de centenas de gerações, não diretamente, claro, mas sim de maneira darwinista.
O clima de fato ajudou muito os brancos a se tornarem intelectualmente superiores, porque ao contrário da África, onde o clima não muda e não exige muito do cérebro, na Europa para sobreviver é necessário “forçar a cabeça a pensar”. Quem não tem inteligência pra entender matemática, pra colher no tempo certo, pra construir uma casa que não desabe com a neve, etc, morre de fome ou frio, portanto, NÃO PASSANDO SEUS GENES INFERIORES PARA FRENTE, e sobrando só os aptos. Com centenas de gerações, certamente só sobram pessoas com essas características comportamentais e intelectuais. Se duvidar, veja como raças de cachorros são tão diferentes intelectualmente e em comportamento, apenas com algumas gerações de selecionamento, provando a origem hereditária-genética do comportamento e intelecto.

** O que ocorre é que, uma vez dominando a tecnologia básica, foi como que uma bola de neve, tecnologia criando tecnologia; e os negros e ameríndios “perderam o bonde”. É mais ou menos o que ocorre hoje entre os americanos e europeus e os países em desenvolvimento. Quem domina a tecnologia de ponta são eles, e nós, aqui na América latina basicamente só assistimos, apesar de sermos governados por brancos descendentes dos próprios europeus. **

Os negros e ameríndios (estes com raras exceções) nunca se esforçaram para transformar o ambiente ao seu redor, pra começar. Eis a origem de tudo. Havia GADO SIM, GNUS e outros BOVINOS SELVAGENS na ÁFRICA, havia bisões na América do Norte, havia antas, capivaras, javalis na América do Sul, etc. Os brancos criaram desses animais BOVINOS E SUINOS. Os negros e índios nem tentaram. Como se não bastasse, tiveram contato com esses animais JÁ DOMESTICADOS PELO BRANCO, E SE RECUSARAM A ADOTÁ-LOS.
Além de não criar NADA nos últimos 5000 anos de PRÉ-história, depois do contato com os europeus continuaram não “pegando o bonde”, alguns até mesmo INSISTINDO EM VIVER NA SELVA, como vários povos africanos(bosquímanos, zulus, etc) e índios americanos (yanomamis, por exemplo).

** Mas, mesmo assim, p/ a infelicidade deste idiota, marcamos nossa presença no mundo moderno, através de negros destacados como o secretário de Estado americano Collin Powel, peça importante no cenário mundial; e o maior geógrafo brasileiro, falecido há pouco, Milton Santos. P/ quem não sabe, o criador da operação de redução de estômago, o que representa uma salvação p/ vários obesos mórbidos, foi um médico americano negro; e um dos maiores cirurgiões plásticos do Brasil, tb é um negro.**

Os pouquíssimos negros que fizeram qualquer coisa de relevância só fizeram graças aos brancos que os educaram, os colocaram numa civilização, e deram toda a infraestrutura a eles. Jamais teriam conseguido nada se não existissem os brancos e sua civilização. E além disso, essas pouquíssimas coisas que fizeram teriam sido inventadas ou criadas por brancos de qualquer modo.

**Em suma, racistas só falam besteiras que não devem ser levadas a sério. Leiam, se tiverem oportunidade, o livro ‘ARMAS, GERMES E AÇO” e terão conhecimento da verdade histórica da humanidade.**

Em suma, é fácil desmantelar seus argumentos ensinados por judeus, que aliás usam e abusam dos negros há séculos. Primeiro lucraram gigantescamente com o verdadeiro holocausto negro, (não esqueçamos também que negros vendiam negros para os traficantes judeus). Depois de soltá-los, impediram que fossem devolvidos para a África. Passaram depois a usá-los como arma contra a raça branca até hoje. Os judeus tiveram a cara de pau de criar a NAACP para os negros e serem presidentes dessa organização negra ATÉ 1970 sem interrupção…! Os judeus, que dominaram o ambiente acadêmico e dominaram completamente mídia no século XX lhes abriram as portas, os empurraram contra a sociedade branca, inventaram seus “direitos civis”, incutiram que os brancos deviam algo a vocês (exatamente o oposto, vocês negros é que nos devem uma dívida que jamais poderá ser paga), e se alguém deve alguma coisa a vocês, são os JUDEUS, que os TRAFICARAM E VENDERAM por mais de 400 anos.

Aliás, para encerrar, agora é bem oportuno esse assunto.
Vocês negros aprenderam a reclamar. Agora, vão aprender a agradecer.
Se você negro está lendo esse texto, agradeça a um branco. Os brancos criaram o alfabeto.
Se você negro usa um computador, agradeça a um branco. Os brancos inventaram o computador, a uso da eletricidade, a eletrônica, e as ciências em geral.
Olhe a sua volta e tente descobrir algo não inventado por brancos. Imagine sua vida sem remédios, sem medicina, sem água encanada, tratada, aquecida ou sabão. Imagine como é viver como seus “primos” vivem HOJE EM 2002 AINDA NAS SELVAS DE UGANDA e NAMÍBIA.
Além de nos agradecer por viver numa civilização, ainda nos agradeça por não termos exterminado ou expulsado todos vocês pelos crimes hediondos inter-raciais que vocês cometem em nossa sociedade, desde que estão aqui. Uma quantidade absolutamente desproporcional e sem justificativa, sequer econômica. Outras raças (imagine os chineses, por exemplo), já teriam exterminado todos vocês por muito menos.

Andrew MacDonald.